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Cláudio Joaquim


Principal >> Mural INCLUIR TEXTO NO MURAL
19/03/2010 06:28:57 :: Cleviton


VAMOS FICAR COM AS PALAVRAS DE AMOR

HÁ PODER NAS PALAVRAS...
PALAVRAS QUE DÃO VIDAS!
PALAVRAS QUE TIRAM VIDAS!...
PALAVRAS QUE TEM LEVADO AO SUCESSO
PALAVRAS QUE TEM LEVADO AO FRACASSO
PALAVRAS QUE TEM LEVADO AO SEMITÉRIO...
PALAVRAS QUE TEM ABENÇOADO!...
PALAVRAS QUE TEM AMALDIÇOADO!...
PALAVRAS DE DERROTAS...
PALAVRAS DE INCENTIVO!...
PALAVRAS DE SINCERIDADE!...
PALAVRAS DE HIPOCRISIAS!...
PALAVRAS DE DÚVIDAS...
PALAVRAS DE INCREDULIDADES...
PALAVRAS DE FÉ!
PALAVRAS DE COVARDIA!
PALAVRAS DE CORAGEM...
PALAVRAS DE ADVOGADOS
PALAVRAS DE JUÍZ
PALAVRAS DE X9
PALAVRAS DE CALÚNIAS
PALAVRAS DE MENTIROSOS.
Porque por tuas palavras serás justificado,
e por tuas palavras serás condenado.
A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.
Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.
O lábio da verdade permanece para sempre, mas a língua da falsidade, dura por um só
momento.
Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com
um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.
Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.
A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;
Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de
peçonha mortal.
Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.
HÁ PALAVRAS DE TODAS AS FORMAS...
E A MELHOR DA QUALIDADE...SÃO AS PALAVRAS DE AMOR.
VAMOS FICAR COM AS PALAVRAS DE AMOR.


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18/03/2010 13:03:21 :: LUCIENE LIMA PRADO


PERFUME

...Mas ainda ficou o cheiro de cravo,
Um amor que continua sendo escravo;
Tão distante uma canção “al di la”,
Enquanto um sono sereno não há.

Um enlevo quando a brisa aproxima,
Feito uma fada a transformar um clima;
O bom perfume de cravo outra vez,
Que traz num arquejar a placidez.

Trazem as brumas um doce acalanto,
Que deixa no ar um certo quebranto;
E outra canção luminosa se ouve.

Seja a terna lembrança que se aprouve,
Seja o cheiro bom que nunca se esvai;
É amor que fica enquanto a noite cai.

(Luciene Lima Prado)
 
17/03/2010 08:53:34 :: Cleviton


UMA PALAVRA ÀCIDA NUM COPO DE COCA COLA

UMA PALAVRA ÁCIDA
NUM COPO DE COCA-COLA
COM SORRISAL E PEPSICOLA
SACUDIDA EM MIL PRESSÕES
VIRANDO PRESSÃO PSICOLÓGICA
VIROU PARTILHA DE LSD
FICOU ELA PSICODÉLICA
FAZENDO VULTO NAS ARTÉRIAS...
PALPITANDO O CORAÇÃO...
EM DESEQUILIBRIO DE EMOÇÃO...
EXALOU COMO COCAÍNA
COM FUMAÇA MARIA-JOANA
DA RAIZ UM COGUMELO
FOI TAMPADA NA GARRAFA...
FICANDO ASSIM COMO UM SEGREDO...
LANÇARAM ELA NO FUNDO DO MAR...
UM MARUJO VEIO PASSANDO...
COMO CAPITÃO GANCHO...
MEIO ASSIM COMO UM PIRATA...
E ENCONTROU ESSA GARRAFA...
ESSA GARRAFA É UM MISTÉRIO...
COMO UM ENÍGMA NUM CASTELO...
COMO UM SEGREDO PARANORMAL
CHEGANDO À SER SOBRENATURAL!...
TRANCAFIADA NO BAÚ...
COMO O OURO DO ALIBABÁ...
COMO A LÂMPADA DO ALADIM...
CHEIA DE CHAVES E CADEADOS...
MEIO LABIRINTO DE MINOTAURO...
ESCONDIDA COMO UM COQUETEL
DE PALAVRAS CRUZADAS!
VAMOS AGORA NA SABEDORIA...
As lâmpadas fluorescentes funcionam
de modo semelhante aos tubos
de descarga de gás néon,
possuem um par de elétrodos
em cada extremo. O tubo de vidro
é coberto com um material à base
de fósforo, este, quando excitado
com radiação ultravioleta gerada
pela ionização dos gases produz
luz visível. Internamente são carregadas
com gases inertes a baixa pressão,
as mais comuns utilizam o árgon.
E ASSIM COMO O EXEMPLO DA LUZ...
ESSA PALAVRA ELA É COMO UMA CIÊNCIA...
JÁ ACENDENDO E ESTANDO FLUORESCENTE...
UMA PALAVRA ÁCIDA
NUM COPO DE COCA-COLA
COM SORRISAL E PEPSICOLA...
SACUDIDA EM MIL PRESSÕES
VIRANDO PRESSÃO PSICOLÓGICA
ESSA PALAVRA...ELA NÃO PRESTA...
COMO PARTILHA DE LSD...
COMO O PÓ DA COCAÍNA...
COMO O CHÁ DO COGUMELO...
ESSA PALAVRA...ELA NÃO PRESTA...
NA VERDADE É UMA PALAVRA QUE PRESTA...
À NOMEAR SUA QUALIDADE...
JÁ PERDENDO VALIDADE...
POIS É UMA PALAVRA SEM VALOR...
NA VERDADE ELA SÓ TEM UM VALOR...
DE DIZER EU NÃO GOSTO MAIS DE VOCÊ!...
ELA VEM COM...EU TE ODEIO...
MAS NA VERDADE EU TE AMO...
VAMOS TOMAR UM COPO DE COCA-COLA...
E DEIXAR ESSA PALAVRA PRA LÁ...
E FICAR COM O QUE É MAIS BONITO...
O MELHOR E O AGRACIADO...
E VAMOS APROVEITAR O TEMPO PARA AMAR!...
EU TE AMO!...E A MAIOR DAS ALEGRIAS...
É DE PODER-MOS AMAR!


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16/03/2010 07:19:35 :: Cleviton


AS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DA NAÇÃO...TODAS NASCEM PURAS...POR QUE TANTO LADRÃO?

AS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DA NAÇÃO
TODAS NASCEM PURAS...
POR QUE TANTO LADRÃO?
MUITAS SÃO DOTORES
MUITAS SÃO DELINQUENTES!
NO PRINCÍPIO FOI AMOR...
DEPOIS A VOZ DO TERROR!...
PELOS PRÓPRIOS PAIS...
QUE DISSERAM:
-ESSE MENINO NÃO VALE PRA NADA!...
-QUE MENINO CHATO!...
-QUE MENINO TRAQUINO!...
-QUE MENINO PORCO!...
-QUE MENINO SUJISMUNDO!
-SAI DAÍ PESTE RUIM!...
-QUE MENINO BURRO?...
-ESSE MENINO É UM DIABO!...
-ESSE MENINO É DANADO!...
-ESSE MENINO QUANDO CRESCER...
NÃO VAI DAR PRA NADA QUE PRESTE!...
QUE MENINO DESGRAÇADO!...
-SAI DAÍ SUA DESGRAÇA!...
E ASSIM MUITOS PAIS...
AMALDIÇOARAM SEUS FILHOS!...
COM PALAVRAS NEGATIVAS...
E TAMBÉM COM BRINQUEDOS MORTAIS...
AMALDIÇOARAM DANDO REVÓLVER...
E OUTROS BRINQUEDOS DE VIOLÊNCIA...
COMO MUITOS JOGOS DE VIDEO-GAME...
INDUZINDO OS MENINOS À SEREM VIOLENTOS
DESDE PEQUENO...E À GOSTAR DE MATAR!...
UM TIRO NA CABEÇA DO BONECO...
UM TIRO NO CORAÇÃO ...
PASSAR COM O CARRO
POR CIMA DE TODO MUNDO...
ESTRAÇALHANDO SERES HUMANOS...
PILOTANDO UNS BRINQUEDOS ASSASSINOS...
QUE MATA TUDO QUE VEM PELA FRENTE...
ÍSSO TUDO VAI REFLETINDO NO PSICOLÓGICO...
E EM TODOS OS IMPULSOS DO SISTEMA NERVOSO!...
FORMATANDO UM CARÁTER E UMA PERSONALIDADE
ASSASSINA NAS CRIANÇAS...
FICANDO REGISTRADA TUDO NO SUBCONCIENTE...
E POR OUTRO LADO TEM O MALÍGNO QUE GOSTA DE TENTAR...
DE ACORDO COM O QUE TEM NO CORAÇÃO DO HOMEM!...
SE VOCÊ AMA SEUS FILHOS...E QUER VER-LOS FELIZES...
SENDO HOMEM DE BEM...VIGIE...E CUIDADO COM A NET!
CUIDE MAIS DOS SEUS FILHOS...
E NÃO AMALDIÇÔE COM PALAVRAS NEGATIVAS!...
POR MAIS SIMPLES QUE PAREÇA SER...
SE ELA É NEGATIVA...NÃO FALE...HÁ PODER NAS PALAVRAS!...
PALAVRAS QUE AMALDIÇOAM...E PALAVRAS QUE ABENÇOAM!...
PALAVRAS QUE CONDUZEM À VIDA!...
E PALAVRAS QUE CONDUZEM À MORTE!...
ESSE É UM DOS MOTIVOS DO MUNDO ESTAR CHEIO DELINQUENTES...
DE CORRUPTOS,ASSASSINOS,VIOLENTOS,MALVADOS.ETC..
SÃO AS MALDIÇÕES DE PALAVRAS...OS BRINQUEDOS MORTAIS...
E OPÇÃO AO PECADO.
SENDO CONSEQUENTEMENTE...TAMBÉM HEREDITARIEDADE...
PASSANDO DE PAIS PARA FILHOS...DE GERAÇÃO À GERAÇÃO...
E A COISA NÃO TÁ PIOR...
POR CAUSA DAS MUITAS ORAÇÕES DOS CRISTÃOS...
EM MILHÕES E MILHÕES DE IGREJAS...NESTE PLANETA!
AS ORAÇÕES DO POVO DE DEUS PODEM MUITO EM SEUS EFEITOS!
E ELAS TEM QUEBRADA MUITAS MALDIÇÕES!...
NÃO DIGA NUNCA...QUE MENINO CHATO...QUE MENINO DANADO!...
E NENHUMA OUTRA PALAVRA NEGATIVA...POR MAIS SIMPLES QUE
PAREÇA SER!...
QUANDO VOCÊ CHAMA O MENINO DE CHATO...
VOCÊ TÁ COLABORANDO PARA UM ESPÍRITO DE ANTIPATIA...
PARA QUE ELE VENHA À SER VERDADEIRAMENTE...UM MENINO CHATO!...
E DANADO É UM NOME DE UM DIABO. PODE VER NO DICIONÁRIO...
VAMOS ABENÇOAR E NÃO AMALDIÇOAR OS NOSSOS FILHOS. E
TAMBÉM TODO NOSSO PRÓXIMO...
PORQUE QUANDO NÓS ABENÇOAMOS...ESTAMOS COLABORANDO PARA QUE
ELA SEJA UMA PESSOA IMPORTANTE...BÊNÇÃO PURA!...
POR EXEMPLO: ESSE MENINO VAI SER UM ENGENHEIRO QUANDO CRESCER...
VAI SER UM MÉDICO...VAI SER GENTE DE BEM...SÃO PALAVRAS POSITIVAS...
E DE GRANDE INFLUÊNCIA...COLABORANDO PARA QUE ASSIM VENHA SER SUCEDIDO!
SE VOCÊ OUVIR ALGUÉM AMALDIÇOANDO COM PALAVRAS NEGATIVAS...
PONHA A SUA FÉ EM PRÁTICA...E DIGA...BAIXINHO...PARA QUE NINGUÉM VENHA OUVIR E SE ESCANDALIZAR...DIGA ASSIM:-ESSA PALAVRA ESTAR REPREENDIDA EM NOME DE JESUS!...
DIGA COM FÉ...CRENDO DE TODO O CORAÇÃO...QUE FICA SENDO QUEBRADA TODA A MALDIÇÃO!
E O PORQUE DAS PESSOAS SEREM FLAGELADAS...MORANDO EM FAVELAS...NA MAIOR POBREZA...MORANDO EM ALAGADOS...MORANDO EM CONDIÇÕES SUB-HUMANAS,EM CONDIÇÕES PRECÁRIAS...SÃO POR MALDIÇÕES DE PALAVRAS...
E CONSEQUENTEMENTE...MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS...LEVANDO ELAS À CONDIÇÕES DE MISÉRIA!...FICANDO PRESAS EM CADEIAS DE MALDIÇÕES.
SE TEUS FILHOS TEM BRINQUEDOS MORTAIS...REVÓLVER...JOGOS DE VIOLÊNCIA...
CARTUCHOS OU CDS DE JOGOS QUE TEM LIGAÇÃO COM MATAR...DESTRUIR...
CUIDADO!...MEU CONSELHO É DE DESTRUIR TUDO...QUEIME...QUEBRE...NÃO JOGUE NO LIXO...
PARA QUE OUTRAS PESSOAS VENHAM ACHAR...E FICAR SENDO PREJUDICADAS...ATRAVÉZ DE
VOCÊ...VOCÊ É UM CANAL DE BÊNÇÃO E NÃO DE MALDIÇÃO!...
TAMBÉM NÃO DER PARA NINGUÉM...O QUE NÃO SERVE PARA NÓS...TAMBÉM NÃO SERVE PARA
NOSSO PRÓXIMO!...NÃO TENHA PENA DO SEU DINHEIRO...QUE GASTOU...MAS ANTES AME SEUS
FILHOS...NÃO QUEIRA TER QUE GASTAR MUITO MAIS LÁ NA FRENTE...COM ADVOGADOS...
OU DE UMA FORMA TRÁGICA...SEM TER UM BOM RETORNO!
VAMOS COLABORAR PARA QUE O MUNDO SEJA MELHOR!...
TAMBÉM PROTESTANTO CONTRA OS BRINQUEDOS MORTAIS!...
SE REVOLTANDO CONTRA ESSA PRÁTICA ASSASSINA...
BOTAR O PÉ NA ESTRADA E PROTESTAR...ATRAVÉS DE POESIAS...
DE UMA CARTA AO PRESIDENTE...E DE TODAS AS FORMAS.
NÃO PODEMOS ACEITAR QUE HOMENS MALVADOS...CONTINUE
FABRICANDO BRINQUEDOS QUE TEM LEVADOS MUITOS À DESTRUÍÇÃO...
À MORTE...À GUERRA DE PAIS E FILHOS!...PAI MATANDO FILHOS...
FILHOS MATANDO PAIS!...JÁ CHEGA DE TANTO SOFRIMENTO!...
VAMOS DENUNCIAR AOS GOVERNADORES...DEPUTADOS...E AO PRESIDENTE!...
NÃO PODEMOS NOS CALAR E FICAR DE BRAÇOS CRUZADOS!...NÃO!...
NÃO!...NÃO!
AS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DA NAÇÃO
TODAS NASCEM PURAS...
POR QUE TANTO LADRÃO?


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15/03/2010 12:42:11 :: HEIDY S K R


 
15/03/2010 11:38:59 :: LUCILENE SOUZA DA SILVA


"O SEGREDO PARA ENCONTRAR A PAZ"

Os homens andam em meio ao ruído
Se deslocam em busca de um tudo
Correm       a       alvos       definidos
Entretanto, se acham perdidos;

É complicado tentar entender
Difícil pra se compreender
Essa busca pela conquista
Os leva a cumprir uma sina;

Um destino pré-determinado
Por um mundo não questionado
Onde tudo que se tem
É o valor do que se retém;

Mundo material, palpável
Sem critério do que se é legal
Algumas vezes pervertido
Seu coração está corrompido;

Essa busca, no entanto, pode acabar
Quando CRISTO, o homem encontrar
Só então deixará para trás
O ódio para encontrar a PAZ.

"HÁ ESPERANÇA PARA A ÁRVORE, POIS, MESMO CORTADA, AINDA SE RENOVARÁ, E NÃO CESSARÃO
OS SEUS REBENTOS.
SE ENVELHECER NA TERRA A SUA RAÍZ, E NO CHÃO MORRER O SEU TRONCO, AO CHEIRO DAS ÁGUAS BROTARÁ E DARÁ RAMOS COMO A PLANTA NOVA."
Jó 14-7:9

Lucilene Souza da Silva
 
15/03/2010 08:51:47 :: Cleviton


Solidariedade

somos habitantes do planeta terra...
e influentes no nosso quadro social...
não importando ser dotor...padre ou policial...
todos nós temos uma missão...sendo ela voluntária...
pois nós não estamos presos e nem subjugados...
somos voluntários na nossa pátria amada...
e temos a liberdade de dar uma idéia...ou uma opinião...
e também de receber...de ajudar e ser ajudado...
de ensinar e de aprender...à fazer
a diferênça...sendo nós responsáveis...para fazer
um mundo melhor...mais bonito e colorido!...
com a força que vem do céu!

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores:
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

(composição de Geraldo Vandré)
 
15/03/2010 00:10:12 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      Vai pela fé!!!

Quero uma flor no formato do amor
Que seja assim essa vida sem dor
Quando sonhardes vai do amor compor
E tua alma dos Céus tenha a cor.

Toma o carinho floresce o caminho
De amor e luz seja sempre o seu ninho
Seja o luar teu perfume na lida
Beija o sorriso nele existe a vida.

Estuda a mente deixa tua vertente
Colhe a semente ama tão somente
Chame uma estrela comece a brilhar
Teu “Ser” é luz enviada pra amar.

Em teu contexto vence o preconceito
Abrace o irmão e celebre em canção
Reparte o pão sente “Causa e Efeito”
Teu despertar seja um hino a cantar.

Em tuas dores rende a Deus louvores
Perfuma a rosa tão linda e formosa
Corre ao jardim abre os braços pra “Mim”
Sou Deus do Amor toda Glória sem fim.

Vai pela fé recomece no amor
A nada temas tua vida é meu lema
Quando uma luta tentar te abater
Lembras! Sou Deus sou Amor e Poder!

                     Goretti Albuquerque
 
14/03/2010 16:27:19 :: Cleviton


ROMANCE INÉDITO: A linda estória de bob e tcharles

Cérebro vai à guerra, levando alma, e coração, juntamente com espírito, ao combate em Tela-Vive, num conflito em Palestina, à defesa da nação.
Disparam bombardeios, com estrondos demolidores, arrazantes em catástofres, que atordoam todos os tímpanos, abalando os ouvidos, com brutos fortes sons em zumbidos, à estourar em alaridos. Pulsa o sangue bem veloz, num selvagem pulso, sacudindo as artérias numa forma bem feroz, nas suas internas cavernas, e vai correndo a mil por hora dando milhões de voltas, em movimentos de translação, rotação, e diversos outros, em torno de todo os seus próprios corpos sobre as suas próprias células, que circulam em minúsculas e semi-invisíveis crateras, nas suas partículas bem microscópicas e tão mínimas, onde também invadem as bactérias.
E vão as células com os seus núcleos, citoplasmas e membranas, se esquentando e se ardendo em muitas chamas!
Cérebro grita alto para alma pedindo, implorando, e suplicando calma, mas alma geme, chorando, sentindo um grande pranto, se expressando ao coração!
Se agita o coração com a ponte de safena, nas suas aurículas ventriculares, pelos orifícios da aorta, à bater com tão forte emoção, já sentindo a solidão, sacudindo as adrenalinas, excitada pelo medo, entre o endocárdio, pericárdio e miocárdio. Flui a saudade da vida, que já
estar por um fio num tremendo desafio, quase perdida; mas espírito se interliga, procurando uma saída, em suas próprias esquinas.
Cérebro ver o seu destino, da sua morte em desatino, sem saber o que será, do outro lado da vida, ou provavelmente ou certamente da morte, à mercê da própria sorte.
Alma já presente a sua morte, e sub-conscientemente ou inconscientemente o seu presságio eternal, em direção, em direção ao mau.
Com profunda nostalgia, chorando em forte melancolia, se depri-mindo em brusca depressões, com a sua angustia, soluçando em convulsões.
E fica aflito o coração, como quem pula pela boca, à bater com mais pressão, aumentando todo o seu fluxo, impulsionando as suas artérias, dilatando toda a sua cavidade intra-venal.
Elevando a pressão arterial, nas suas bifurcações, alastradas em muitas divisões, desequilibrando as emoções.
Espírito ainda se equilibra, entre os próprios trópicos anatômicos-siderais e e fenomenais, embalançando-se um pouco mais. É o grande sofrimento de cérebro, o sofrimento de alma, e o sofrimento
de coração, juntamente com o sofrimento de espírito. Que não suportam tantas dores, e juntos começam a chorar, unidos em solidariedades coniventes – congênitos – fraternais, expressando a perca de toda paz, mas saiamos do aspecto psicológico, especificamente emocional e sentimental, ou profundissimamente sentimental e anatômico – fenomenal – constitucional da lei que rege sobre a anatomia constitucional e racional, de cérebro, alma e coração, juntamente com espírito, e entremos agora em ação:
Mas porém eu multiplico antes... cérebro, alma e coração, junta-mente com espírito, em dois corpos de soldados, combatendo em união: “Bob e Tcharles”: Dois soldados, dois amigos, dois irmãos como força de expressão. Numa grande união:


um pouco meio underground...um pouco meio sociedade alternativa...um pouco meio rock...
um pouco meio reggae...um pouco meio jazz...um pouco meio blues...sendo um pouco meio hippie...
sendo um pouco meio woodstock...sendo raro e exótico e de mistério profundo (gospel):

A LINDA ESTÓRIA DE BOB E TCHARLES
ELE É A ESTÓRIA DE DOIS SOLDADOS NA
GUERRA...COM SAUDADES DE SUAS ESPOSAS
E DE SEUS FILHOS...SOFRENDO MUITAS TORTU
RAS...MAS O AMOR NOS SEUS CORAÇÕES
FALANDO FORTE...COM A ESPERANÇA DE UMA
NOVA VIDA...E COM UM LINDO SONHO DE PODER
VOAR EM LIBERDADE COMO AS GAIVOTAS )


“Bob e Tcharles”: Dois soldados, dois amigos, dois irmãos como força de expressão. Numa grande união:


Enquanto Tela-Vive pega fogo, com fumaças em clarões, num conflito em Palestina, à defesa da nação. Dois soldados se ajudam, como se fossem dois irmãos: Bob e Tcharles, com os seus cérebros, suas almas, e seus corações juntamente com os seus espíritos, enfrentando mil perigos. Ao redor: seus capacetes, seus blusões. E por dentro as emoções.
Bob e Tcharles, correm juntos com as suas granadas, suas mochilas e seus fuzis, ziguezagueando, pulando os obstáculos, com os seus cansados sustentáculos. Logo vem uma forte rajada, metralhadas em muitas balas, acionadas em gatilhos, disparando muitos tiros, articuladas pelos combatentes inimigos. Bob se assusta, se apavora e dar um grito, exclamando seu aviso para Tcharles, que passa perto do perigo, e quase se atinge pelos tiros. E assim grita Bob para Tcharles, numa voz alta e bem forte, clamando e implorando com muito medo da morte:
–Tcharles! ..., cuidado meu amigo...olha o inimigo!..., lá vem tiros!... pula fora meu irmão, o negócio tá preto, tá fedendo a carbureto.
– Mas não ver Bob, à sua retaguarda um tremendo esquadrão de aviões. Os caças aéreos guerrilheiros de bombeiros e explosões, com soldados tripulantes, saltando todos de paraquedas, em guerrilheiras disposições, pra matar ou pra morrer, a defenderem a sua pátria, a sua nação.
Enquanto isso, escapa Tcharles do perigo, avistando outro risco, gritando para Bob, dando seu aviso: - Bob! ..., olha o inimigo!..., dispare tiros meu irmão! Meu companheiro, meu amigo, olha o inimigo!..
Jorra Bob, em rajadas, por de traz de muitas matas, errando o alvo, perdendo muitas balas. Mas os inimigos, os soldados paraquedistas, se levantam e revidam, enquanto os caças..., os helicópteros caça-aéreos, dão suas coordenadas, com fortes fogos em rajadas, bombardeando em cruzadas, investindo contra Bob, e investindo contra Tcharles, que se vêem agora encurralados, atordoados, massacrados, e desnorteados, como os gordos touros, aos terríveis matadouros, imprensados em muitos choks, indo de encontro forçado e obrigatório para a morte, diretamente para a morte!
Chora!... chora!..., chora!..., chora!... chora Bob, e chora Tcharles, lamentando suas sortes, ou pior, suas maus sortes. Vendo agora a cara, das suas próprias mortes.
Detonaram os seus paiós, bombardearam todo os seus fortes.
Corre Bob, e corre Tcharles, em desesperos e desatinos, gritando e chorando, totalmente indefesos, enfrentando mil perigos à espreita dos inimigos. O que era escuro, agora fica preto, fedendo a carbureto, em meio a tanto fogo, muitas fumaças e bombardeios, só restando agora para Bob e para Tcharles, o terrível inferno negro. Mas os soldados tripulantes guerrilheiros e adversários, preferiram Bob e Tcharles vivos, pra massacrarem suas carnes e perturbarem seus sentidos, pra cambiar uma conspiração, e furtar o segredo da nação.
Indo agora de encontro para o campo de concentração, onde as torturas infernais, apavoram todas as mentes, assaltando toda a paz. Pois as dores são demais, e a morte é a certeza lá no campo, para todos os soldados capturados, pelo terríveis Hitler’s, pelos terríveis chacais, como matadores canibais, como animais irracionais. São horríveis maldades diabólicas, por de traz de satanás, e seus anjos infernais, seus anjos sagazes.Entre mafiosos, odiosos, homens corruptos, brutos e estúpidos, com as suas fúrias, como se fossem muitos cães, nas suas próprias maldições, ditando as ordens de carrascos, de tiranos, num império de poderosos chefões, que já mataram à milhões.
Agora se lembra Bob da sua amada esposa, e de seus lindos filhinhos, começando a chorar. A saudade bate forte, pois o seu amor, ainda é forte, muito mais do que a morte.
Tcharles não entende, o que é que se passa com Bob, e indaga para ele:
– O que é que há contigo, oh! Meu amigo?...
– Bob, só chora!...
Sem nenhuma força pra se expressar, pois é a grande dor que dói no peito. Dói tão forte, como a angustia da morte!
Amor e saudade, é o grande amor que fala, agora à falar mais forte, num sentimento tão profundo, de sacudir até o mundo, pela sua querida esposa, e seus belos filhinhos, os seus fofinhos, os seus xodós, que lá ficaram sois, com os seus apertos, e seus nós, do outro lado do planeta, onde brilham o mesmo sol, e brilham as mesmas estrelas, entre o dia e a noite, com a lua, ao redor de muitos astros e cometas.
Bob fala à Tcharles. Ele muito se emociona, se compadece, e também começa a sofrer, compassivamente com a dor, de Bob, seu amigo intimo, seu grande e velho amigo.Nessa angustia, agora nasce um forte irmão. Bob e Tcharles ficam mais unidos. Num amor assim tão lindo, o amor ágape de Cristo. O mais bonito amor, o amor mais bonito.
Tcharles fica tão comovido, e emocionalmente envolvido, bastante envolvido, que até esquece por um instante do perigo, e exclama se expressando com profunda emoção, se abrindo com Bob escancarando o seu grande segredo, abrindo todo o seu coração, e dizendo mesmo assim:
– Olha oh. Bob! Eu também tenho uma grande paixão, que corrói o meu coração, me sacudindo uma solidão, ela se chama Daiana, a minha amada. My love!, a minha paixão!... ao qual eu muito amo,e ela também me ama muito. E ficou lá na América Latina, nos Estados Unidos da América, lá na Califórnia, me esperando e chorando muito, como se fosse uma viúva em luto: mas a vida tem os seus imprevistos, com outros lados escondidos. E agora vem a morte, por quanto já estamos perdidos. Bob e Tcharles se lembram agora dos perigos, e lá vem os inimigos. Lá vem os Palestinos. E o negócio vai ferver, e a dor vai ser tão forte pra valer.
Chegando os Palestinos, desarmaram Bob e Tcharles, esticando os seus cabelos, dando chutes e bicudas, cuspindo em seus rostos, e linxando as suas cabeças, xingando e humilhando, conduzindo ao helicóptero, equipado com os seus radares, com ogivas e mísseis nucleares, computadores, e um telescópio espião, para um breve vôo ao campo ao campo de concentração, onde rolam as torturas, e também as maiores conspirações. Pra cambiar e furtar o segredo da nação, de todos combatentes de oposição.
Bob e Tcharles chega ao exílio, e logo vê muitos outros soldados capturados, torturados, massacrados, oprimidos e sofridos. Com os seus corpos cheios de hematomas, sangues e feridas, e os seus olhos cabisbaixos, de amarguras, traumas, e conflitos emocionais. Pois, o sofrimento é demais. Numa aldeia, cheia de alas de presídios, em meio as matas, com um sol à brilhar, lá de cima sobre os rostos torturados que já perderam os seus próprios brilhos, a paz, e até os seus poucos sorrisos. Até todos os pássaros que lá cantam, assobiando com os seus maravilhosos cânticos, alegrando a natureza com todos os seus mistérios, e toda a sua infinita beleza, aos seus ouvidos, passam todos os assobios, tão despercebidos, como eles estivessem surdos e insensíveis aos cânticos tão lindos. Que nem ao menos ouve se quer algum Silvio, ou algum viu de um passarinho.Porquê as suas dores, são tão horríveis e terríveis, como a leve sombra do inferno, à projetar aqui na terra discretamente com sua bárbara educação, de cão ou de leão à bravejar nos seus corpos, nas suas almas, nos seus espíritos e nos seus corações. Os pássaros para eles, é como se nem mesmo existissem!
É chegada à noite. Bob e Tcharles estão muito cansados, cheio de dores e atormentados, bastante atordoados, de muitos socos e porradas, cacetadas e pancadas e com as suas feridas machucadas, depois de muitas estradas feridas essas provocadas também pelos estilhaços dos explosivos e das balas. Eles são conduzidos à uma ala, como uma verdadeira jaula, de macacos chimpanzés, toda suja e imundas, cheia de moscas e baratas e alguns ratos, pra quebrar o tédio, e a monotonia, ilustrando sua nova morada. Sua atual e negra estadia, triste, maquiavélica e opaca, em performance satânica e macabra onde berram os bodes, e onde berram as cabras, onde mugem as vacas, torturando os coitados dia, noite e madrugada, como a famosa sala, do terrível pau-de-arara, com torturas e com porradas, e com muitos choks elétricos, à mil descargas de fortes horríveis cargas eletro-magnéticas, onde o filho chora, grita e implora, e a mamãe não vê, nem ouve pra socorrer.
Os soldados palestinos, chutam Bob e Tcharles, empurrando ao chão, e em seguida tranca a ala, encarcerando-os como cães, nas suas tristes solidões.
Bob e Tcharles ficam sóis, gemendo as suas dores. E logo vem a madrugada. E a agonia é tão grande, e o desconforto nem se fala!... perturbando-os a insônia lá no chão tão frio, sem nenhuma cama, nem ao menos de campanha, ou um pedaço de papelão ou no mínimo alguns jornais pra consolar uma pontinha de sombra de paz. pois o frio lá ta demais: Não dar para amenizar nem um pouquinho o sufoco deles, que ficam como loucos e como cachorros mordendo ossos.
O negócio fica russo, como a ânsia de um urso, um urso faminto, e um urso bruto. Bob não resiste e desmaia de muita dor. Tcharles sente o drama e se vê meio perplexo, e impotente para ajuda-lo, e na busca de um consolo, ele canta uma canção, que aprendeu lá na América, lamentando as suas dores, ele canta um forte blue’s, que ele aprendeu lá na América, na influência de Sara Vaugham, B.B. King, Luiz Amstrong, Ray Tcharles, Stivie Wonder, Duke Ellinghinton, Blues Etílicos, Celson Blue’s Boy, Rolling Stones, Eric Clapton, Jimi Hendrix, Deep Purple, ZZ-Top, Janis Joplin. Eles aprenderam com as suas turmas das antigas de Blue’s, Jazz, Contrin, Pop e de Rock.
Tcharles canta com muita dor, sofrendo o seu horror. Mas a música, é algo muito forte que visita até na dor, visita até na morte. Ele olha para Bob desmaiado ao seu lado, e chora!, sem forças pra ajuda-lo, adormecendo com a dor, depois de tanto gemer. O cansaço falou forte, lhe furtando de repente.
Amanhece o dia, como um simples piscar de olhos, Bob acorda primeiro, e não consegue levantar, pois seus ossos, e seus músculos doem demais, e todo o seu corpo estar quebrado, impregnado e machucado. Ele geme forte: - ôi!, ôi!, ôi!, - seu gemido acorda Tcharles, que se comove como um pai, socorrendo o coitado, dando massagens em seus pulsos, em seus peitos e em seus braços. Ele diz para Bob:- Olha, oh Bob... esta noite eu tive um sonho, e sonhei um céu azul, voando uma linda gaivota, e as suas asas eram tão leves, e flutuavam sobre o vento, e lá embaixo estava um mar, um mar bonito e imenso, como um grande oceano, bem tranqüilo, sereno, e todo calmo embalando como a brisa matinal , ou um leve vento sereno. Essa linda gaivota, descia, mergulhava e pegava um peixe, e saia alegre em liberdade, voando sobre o mar, por ter saciado a sua fome.
E eu hoje acordei com uma forte esperança, e na certeza de uma fé, que nós também podemos voar como aquela bonita gaivota, sobre o infinito e bonito vasto mar, ainda que o mar esteja revolto, pois o vento é que sopra a pequena gaivota, levemente a voar. Nós também podemos voar!... e podemos ser como duas lindas gaivotas a voar levemente... levemente a voar!, flutuando pelo ar, sobre este negro mar, de angustia e de aflição, e de muitas tribulações, e sobre todos os Palestinos, e sobre toda a sua nação. Pois o vento é que determina a direção, e é só bater as asas, e deixar o vento levar, fluindo pelo ar.
Olha!, meu amigo Bob, a esperança não morre, uma certa vez eu ouvir uma cantora evangélica cantando um lindo hino que falava assim:
O Espírito de Deus estar aqui / Operando em nossos corações / trazendo alegria e poder / ministrando sua graça e amor / os feridos de alma são curados / os cativos e oprimidos livres são...
Bob, ouvindo isso, chorou! E algo em seu ser mudou, e uma luz, te iluminou.
Ele reanimou, e reavivou. Estas palavras rasgaram forte os seus peitos, com uma força positiva, era uma grande verdade que fluiu vida, com o poder que tem a palavra, no louvor de Deus.
Bob, logo levantou, olhou entre as grades da janela, e se pôs a olhar pro céu, sedento como um viajante perdido e ressecado no deserto do Saara, e que de repente avista um belo oásis, com as suas águas cristalinas, anunciando uma forte vida para quem estar já quase morto, sedento como um louco, num deserto tão seco e tão oco. Pois Bob, olha agora para o céu, com bastante sede, e essa sede!?... É de Deus! E bem lá no intimo do seu ser, no mais profundo do seu coração, ele interroga consigo mesmo indagando a sua questão:
- Aonde estar Deus? Pra poder me libertar!, - Ele olha à natureza, e confirma, que na verdade, existe um Deus tão poderoso. Mas ele ainda interroga consigo mesmo, com uma sede muito grande de poder encontrar com Deus, e pergunta, em meio ao auge do seu sofrer: - aonde estar Deus?... pra poder me socorrer! – Uma ânsia te incomoda, te abala e te perturba, mas uma fé agora ferve, te sacudindo e te compungindo, raiando e brilhando uma forte esperança.
Ele clama à Deus, dizendo mesmo assim: - Deus!..., aonde quer que o Senhor esteja, nos socorre, oh! Senhor!..., nos socorre por favor!...E começa a chorar!...
Tcharles não agüenta, e também chora sem parar. E agora chora!..., chora Bob e chora Tcharles, sentindo as suas misérias, lamentando as suas culpas, e as suas falhas justiças, que não passam de simples trapos de imudícias, lastimando as suas dores, com as suas caras de horrores e com as suas caras de terrores. Clamando para Deus, um socorro lá do céu. Eles choram sem parar, desabafando um forte peso, de uma grande cruz, aliviando as suas dores. Mas Deus agora nada fala, pois não sabia Tcharles, que o sonho que ele teve, com a linda gaivota à voar, já era Deus a te falar, revelando a futura e grande liberdade, deles nesse misterioso, com a linda gaivota, pois era uma grande profecia e Deus Ele é Fiel, quando promete, ele cumpre, ele não é o homem para que minta, e nem o filho do homem para que se arrependa. E ele é mistério e o sonho era profético. Mas Bob e Tcharles não entenderam, e ficaram despercebidos, porém, iluminados, com a fé e com a esperança, de poder serem livres algum dia. De repente eles escutam um terrível e forte bombardeio, como um ribombo de um trovão,, à fluir com os seus pipocos, que sacodem todo o piso, o teto as paredes, e até as grades da ala. Eles ficam aterrorizados e caem no chão apavorados. A fumaceira é tão grande, que até invade a ala, flutuando aos seus arredores. O impacto foi tão grande, que eles ficaram atordoados, e com fortes zumbidos nos ouvidos, sacudindo os seus tímpanos. Os seus corações batiam tão fortes, impelido pelo susto, e o grande pavor de morrer. É como fala a voz da morte. Logo passa a polêmica dessa catástrofe, e eles voltam aos seus semi-equilibrios. Mas bastante atônitos e muito curiosos, pra saber o que foi que aconteceu. Foi um caça aéreo não identificado, que detonou toda uma ala, bem próximo a de ambos, com as ogivas monstruosas e desastrosas, estourando muitos corpos, que explodiram em si mesmos, com a força atômica da malígna e satânica bomba. Eles morreram com as suas víceras para fora, entre os seus estômagos estourados e brocados, que jorraram muito sangue. Foram muitas cabeças mutiladas, muitos olhos pocados, muitos dentes quebrados, muitas línguas rasgadas, entre uns cinqüentas judeus, pois eles eram judeus, já com suas sinas macabras, por ocasião deste fúnebre fato, pois foi a morte de intrusa nas suas estradas, carimbando e registrando os seus ingressos para a infernal e eternal morada, as suas novas moradas, num lugar aonde a noite sempre é eterna, e o dia nunca amanhece. E os tormentos são demais. Sem retorno e eterno...nunca tem fim!
A Bíblia também diz: ”quando morre segue-se o juízo!”
Bob e Tcharles agora tremem na base, se espantam e se apavoram,e se atormentam, como se fosse eles próprios naquelas mortes. As dores agora são tão mais fortes, depois de tantas mortes! E como quem sente ou pressente, ou até mesmo ouve em viva e forte voz, em voz audível e em voz uníssona, um coral de muitas vozes, por de traz de satanás. E na verdade é a voz do cão, dizendo bem assim:
- Olhem!..., eu sou a morte! E também vou te pegar, eu já estou nas suas estradas, de surpresa, e de cilada, de armadilha e de emboscada.
- Bob e Tcharles ficam tensos, e não tem nenhum tranqüilizante, pra sanarem os seus tormentos, e trazer só um pouquinho de paz, porquanto os pavores estão demais. E eles ficam em silêncio, introspectivos, pensativos e bastante preocupados, como mudos sem se falarem, mas, só por um pouquinho de tempo, olhando para as paredes sem conseguir vê-las. E enquanto Tcharles fica indignado, Bob agora só ver os dois lados que em breve estarão por vir: o céu ou o inferno!?... Ele olha para a cadeia elétrica, instalada na parede, com as suas fontes de correntes eletro-magnéticas. E com as suas fortes cargas energéticas, de fazer um grande rebuliço no corpo de um homem.
Ele começa a tremer e gemer. Ele olha para Bob, e vice-versa, como quem diz mesmo assim:
- E agora!?, o que será!?...
Ninguém fala nada, porquanto ficam sem palavras, para expressarem os sentimentos das suas almas em tormentos.
Logo chega os palestinos, soberbos, enfezados e agressivos, abrindo as suas ala, com cinco homens encapuzados, com as suas granadas, metralhadoras e outras armas, como o terrível gás paralisante, e o horrível gás lacrimogêneo, etc. Eles chegam conduzindo sete prisioneiros americanos, eles deixam esses homens juntamente com Bob e Tcharles, para as suas facções clandestinas, à cambiar o segredo da nação americana, com as suas conspirações, por de traz das suas ocultas câmeras computadorizadas, bem discretas, dissimuladas e disfarçadas, super-organizada muito além de “Miami-vice”, da S.W.A.T, INTERPOL, F.B.I, “007”... nem se compara a sofisticada tecnologia, super avançada, dos efeitos especiais de jornada nas estrelas, com os seus raios ultra-lâzeres, ou os efeitos dos filmes de super-man, ultra-seven, ou ultra-man, robô gigante, ou laio-man, Jaspion, changeman. Bem oculta e camuflada, onde as suas vitimas e vitimados, não conseguem ver nada de nada, além de ratos, moscas e baratas.
Mas Bob e Tcharles não são bobos, eles são soldados preparados, e bastante desconfiados. Eles sabem que por de traz de muitos silêncios, existem os crimes camuflados, e além disso, eles também sabem que boca fechada não entra mosca e eles sabem o velho dilema, pois que eles eram das antigas: o dilema é: “boca de siri”
Transmitindo só nos seus gestos e nos seus olhares maliciosos de bandidos, tipo Arnaldo “Swartezznegar”, Silvestre Stallone e Charles Bronson. Eles anunciam os perigos, como num só piscar de olhos, e já se diz tudo ou quase tudo, e já surgindo um grande aviso, da conspiração dos Palestinos.
Enquanto isso do outro lado, na cidade de Tela-Vive, a guerra assola os ares, explodindo em muitas terras. É um conflito muito grande, entre enormes e fortes bombardeios, com muitos ataques aéreos, e muitos ataques terrestres, e o fogo é cruzado em milhões de balas defragadas com tiros de canhões, fuzis, escopetas, metralhadoras, AR 15 s, pistolas 7.65’s, ogivas e granadas, mísseis, carros tanques, morteiros, campos minados helicópteros guerrilheiros e caças-aéreos, com os fortes bombardeios.
A natureza vira uma arte, com as suas tonalidades diversificadas em muitas cores, como o grande arco-íris e fica tudo colorido, com os seus fogos e os seus clarões, em meio a bombardeios e explosivos, e suas fumaças e suas nuvens, em suas próprias divisões, em movimentos de corre-corre, super ajatos e bem velozes, superando as turbinas dos foguetes. E um mar de sangue pinta a terra, numa profunda intensidade, como Leonardo da Vinci pintou a Monalisa, e também como Picasso Guarniere, Miguel Anjelo e Vangogh, pintaram as suas obras primas, mas a pintura é com tinta humana, com os seus pigmentos vermelhos tintos, ou o mais forte vermelhão, são muitos sangues se alastrando pelo chão, numa pintura demoníaca, macabra, diabólica, e do cão, com a morte pigmentando várias formas ao qual o artista nem imagina com os seus pincéis e as suas velhas aquarelas, sobre as suas pinturas famosas caprichadas e bem criadas em suas telas, a dor de uma arte assim tão louca e desumana, e tão macabra, malígna, satânica, diabólica, e maquiavélica, que já ilustrou muitos homens para as trevas a qual a mais forte inspiração do maior artista do planeta, não tem nenhuma expressão, pra expressar os mais tristes movimentos, e as mais fúnebres cores, de quem parte a chorar, para o horrível e terrível inferno negro sem luar, onde os bichos atormentam, e as mentes se apavoram, e o fogo nunca para de queimar. É só prantos, choros, ranger de dentes, conflitos, fortes angústias e convulsões. E as vozes nunca param de clamar e de gritar! E haja gritos sem parar! Por que as dores são de berrar, lá é um lugar onde a noite sempre é escura, e o dia nunca amanhece.
E lá do outro lado da América rasga forte um peito de tristezas e de saudades, de paixão e de amor, com tormentos e pavores.
chora! Bete, muito aflita e ansiosa pelo seu amado Bob. Ela ouve as noticias lá no rádio, e na “TV”, e nas manchetes de jornais. o seu coração aperta, bate forte e dar um nó, de muita aflição, e ela fica sem saber se ele vai voltar, ou se ele ainda estar vivo. Mas a esperança é muito forte, de quem ama de verdade, pois ela ama muito à Bob, e se ele morrer, ela também pode morrer de paixão e solidão.
Ela clama por Jesus, juntamente com os seus filhos, Peter, Paty e Milla, que sempre perguntam com bastante saudade, pelo seu querido papai. As criança ainda se lembram de cada momento em que Bob brincava de picula, virar cambalhotas no chão, e até mesmo de cosquinhas. Eram muitas gargalhadas entre Bob , Bete e os seus filhinhos. Pois Bob era muito brincalhão, e um pai muito amoroso. e o amor deixa marcas registradas, carimbadas, rotuladas, autenticadas, seladas e avaliadas, no mais profundo do íntimo do coração. Peter, Paty e Milla, sempre perguntavam bem assim para sua mãe: - Mamãe!, cadê papai? Mamãe!, papai ta na guerra? Ele ainda vai voltar? Que dia ele volta? Mamãe, os inimigos vão matar ele mamãe?...
- Bete chora bastante comovida, e fala com a sua voz fraca e sofrida, trepida, e com soluços ofegantes, quase que sem conseguir respirar, meio assim com dúvidas e com esperanças, dizendo mesmo assim: - Papai vai voltar crianças, papai vai voltar crianças!...
- Bete exclama assim, e começa a chorar, sem mais força pra falar. E as crianças se entristecem, e os seus corações se amortecem. Milla, a caçula, com apenas a idade de quatro anos, também chora por Bob, sempre dizendo e dizendo:
- Mamãe! Eu quero papai!
- Bete corre para a bíblia, com profunda sede de um socorro de Deus e antes de ler a sagrada palavra, ela faz uma oração, pedindo a sua paz e a de seus filhos, e também pedindo a salvação, e pedindo pela vida de seu amado Bob. A sua rotina sempre ou quase sempre, agora é essa.
Do outro lado lá na casa da paixão de Tcharles, Daiana vasculha os jornais procurando se interar nas notícias, bastante aflita e muita ansiosa. Ela lê sobre cidade de Tela – vive, e em seguida liga pro quartel americano, à colher mais dados sobre os soldados americanos e fundamentalmente sobre Tcharles. A sua vida é um corre – corre, como uma brava guerreira, ajudando e confortando as famílias dos soldados americanos, que se encontram em tela – Vive lá na palestina, lutando pela morte ou pela vida. Daiana é uma psicóloga, pedagoga e assistente social, e tem um grande amor pelos humanos, e é bastante solidária, mas a saudade à deprime, com ânsias e angústias, enfraquecendo o seu espírito, desanimando e abatendo a sua alma. Mas ela luta contra as ondas veementes, das fortes correntezas do mar bravo e revolto, das suas lutas interiores, cercadas de marasmos, com seus ventos de aflições.
Ela questiona uma matéria sobre Freud, Sigsmund Freud. Dizem que Freud explica, mais Daiana se complica, ela se complica quase toda porque ,Freud às vezes complica, e muitas vezes baratina e nada explica com suas psicanálises, super – conceituadas, que o conceitua como o pai da psicanálise. A psicanálise porém também tem as suas falhas, como as babas do quiabo, que escorregam em suas próprias babas. Daiana pensa em Tcharles e pega um álbum fotográfico, com as suas fotos. E vê uma das fotos ao qual tem Tcharles abraçado com ela, nos velhos tempos de namoros, e começa a viajar, em deleites de amores mas a tristeza à assalta os seus peitos, como uma flecha certeira incravando o coração. E em fortes prantos, olhando para o infinito, lá distante no horizonte, da janela do seu quarto, no vigésimo andar do seu prédio, na central da Califórnia, nos (E.U.A), ela fixa bem os seus olhos entre as nuvens que flutuam pelo azul celestial, e pergunta:- cadê Deus?: Deus!..., cadê Deus? - E não se agüenta com a dor, e começa a chorar, dizendo: - Deus!... Deus!..., me salve Senhor!, salve Tcharles, oh! Deus!... - As suas lágrimas descem sem parar, mas ela crê em Deus. Ela até sabe que Jesus Cristo é o caminho a verdade e a vida, e que ninguém chega a Deus, senão por ele, mas a sua fé é vacilante, e sem fé é impossível agradar a Deus, além do mais, Daiana tem uma grande covardia: a covardia de negar o seu próprio ego, o seu velho orgulho, que te prende e te algema as velhas tradições, te empatando de ver o verdadeiro brilho da luz.
Voltemos a palestina, no campo de concentração, onde se encontram encarcerados muitos soldados. Muitos em conflitos e confusões, em torturas, em tormentos e em solidões, alastrados em muitas alas, e dentre muitas alas, está a ala de Bob e Tcharles, com mais sete americanos, também prisioneiros, novos capturados, recém chegados, todos eles já com marcas das torturas selvagens e diabólicas dos soldados palestinos, que torturam sem dó, e sem piedade, na maior crueldade, na maior rivalidade, sem nenhum escrúpulo. Como abutres abomináveis e chacais.
Bob e Tcharles se apresentam aos seus novos companheiros. Bob toma a frente e começa a falar:
- Seja bem vindos amigos! O meu nome é Bob, e esse é o meu companheiro Tcharles. Somos da América, e estou vendo que vocês também são americanos, apresentem-se!
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QUE DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO...E QUE ELE TE ABENÇÔE PODEROSAMENTE!
DEUS É FIEL!
 
14/03/2010 14:06:06 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


PALAVRAS A ALGUÉM

Se de repente eu batesse
em sua porta, em pranto,
e lhe dissesse: "eu a amo!"
Você, provavelmente,
Diria: "Mas você nem me conhece,
como pode me amar tanto?"
E eu lhe responderia:
"Pelo seu encanto, pelo seu encanto!"
 

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