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02/05/2010 12:51:23 :: OTTO GONÇALVES


Ao ''pequeno notável'' Mateus e Emergentes Mil



Não faz muito tempo que deixei fisicamente nossas aulas e, assim sigo sem deixar de ser seu professor e contigo aprender. Desagradável seria pensar que sou ex-professor ou ex-aluno de qualquer dos pupilos destas pupilas... Enfim, não nos vemos há dois anos e é só. Tempo nunca foi distância.
  
O “pequeno notável”, como eu costumava chamá-lo, agora não mais tão pequeno, hoje, após duas voltas ao redor Sol a contar da época em que tinha nove outonos de vida, segue em passos ora calmos ora nem tanto e encontra-se agora meio ao locupletar-se pela arte, o saber em si e o viver de cada dia, caminhando por tais elementos que chamo de meus companheiros de ofício na estrada do transmitir algo bom.
  
Hoje, ao ler em voz alta um dos seus textos, a arte me soprou nos ouvidos o surgir de um emergente artista.

Embora, mais pareça meu texto um bom tapa sem luvas em muitos "professores" e pessoas que, ao invés incentivar com um elogio, pensam ser muito mais fácil e funcional a crítica banal que não seja construtiva e bem argumentada, escrevo também para quem quer que o valha. Já ouvi histórias de muitos possíveis gênios que jamais saíram de suas cascas por no lugar de incentivos levarem cascos!               

Jamais em hipótese alguma eu diria que poetas ou artistas no geral possam ser fabricados em salas de aula. Seria ridículo pensar assim. O ensino como um todo, nos dá o "como" do uso das ferramentas do saber e seus infinitos componentes; ajuda, mas a ferramenta do criar, cada qual tem a sua, é única e intransferível. Muito menos, eu seria pretensioso em dizer que alguém seja influenciado por qualquer árduo sentimento artístico se nele mesmo o potencial de refletir o belo não existisse por natureza. Portanto, assim afirmo: sensibilidade, eis principal instrumento da criação. Sentimentos benéficos, doídos ou não. Sentimento de ódio não faz arte, no máximo, apronta! Destrói! Afronta! Salvo que, a saudável revolta em prol do justo, sim, ela é doce e poderosa criadora.

Artistas de todo o meio, poetas e escritores são forjados a ferro e fogo! Jamais por mero devaneio. Nascem através do ferro quente da Dor e do fogo intermitente do Amor contínuo. Seja por uma flor que não fere e, aos olhos ou ao tato, poesia impele; em pele, à flor da mesma arrepia ou se de espinhos vem e fere mais que a epiderme, tanto faz... A arte, assim tudo em obra traz, dependendo do como é sentida. Seja por um lago de fato ou, pendurado na parede em retrato, por um pássaro ou por um amor da mesma forma alado, calado ou gritado, amor dedicado aos quatro ventos e por tudo por onde eles passam, de fato, registros em forma arte, resultando em obra de momentos, breves ou eternos, enfim, talentos.

O artista não é um deus. Mas ele cria, dá a vida, tira ou imortaliza, de acordo com sua vontade ou muitas vezes guiado pela própria arte que o usa como ferramenta. Seja em pau, pedra ou tinta, qualquer matéria que lhe suspire verdades e jamais o minta, ali, através dele, a criação espontânea surge, brilhante, complexa ou sucinta.

A arte muitas vezes é quem escolhe o artista. Ela, em obra, mesmo que por ele criada, em si já existe. Dela, o artista é aluno, jamais professor.

O arista freqüentemente visto no professor é um tanto quanto diferente de outros artistas. Ele é mera transparente esfera que guarda e divide o que aprende, fazendo aquilo que dele se espera: ensina, mas não cria. É detentor do talento da arte do transmitir e, se assim não o for, que busque outro ofício.

Tudo o que posso dizer acerca de julgar a arte é: desde o pequeno notável artista, o emergente, o fruto de si, do sopro divino e da própria obra por ele criada, ao ilustre que dela é estandarte, que jamais a julgue antes que por si o faça a própria arte. Pois hoje, o artista, criança independente de idade, educado pela mãe arte e, às vezes reprimido ou embalado pela pesada mão do justo pai vida, este ser, por ambos educado, o verdadeiro artista, um dia estará moribundo deixando de sua carne o mundo daqueles que certo ou errado o julgam. Se de sua obra, nesta ou noutra geração se fizer eterno, ele estará imortalizado no coração dos que vivem no futuro deste presente julgamento; ao passo que, no céu ou inferno do mortal passado eterno, permanecerá todo aquele que julgar sem nada melhor a argumentar a altura do veredicto final que não cabe a ninguém além da própria arte. Podemos gostar disso ou, não daquilo, ao que se trata de arte, julgar cabe ao crítico. Crítico não é artista e por isso critica, sabe ser juiz, mas não cria. Salvo ao artista criticar aquilo que pela própria arte é excluído do meio artístico por uma ou várias razões, sendo assim ele, mais uma vez ferramenta da arte ao que lhe escapa o peso e pena da culpa sem transformar-se em crítico.

Se a arte lhe chama de artista, devo apenas concordar com ela. Qualquer coisa que eu lhe dissesse além de escute tudo o que ela diz, seria deliberadamente um julgamento fora de minha alçada como artista.

Como professor, não lhe dou nota “pequeno notável”, apenas noto.

Ao Aluno MATEUS LANSER CORREIA (12 anos) e Emergentes Mil
 
30/04/2010 18:00:42 :: LEOMÁRIA MENDES SOBRINHO


O SABONETE

O SABONETE MUITAS FORMAS PODE TER
E VÁRIOS CHEIROS AROMÁTICOS
ENFEITES DE CRIATIVIDADE
FAZ-SE NECESSÁRIO A SUA UTILIDADE

LIMPA A CROSTA E A SUJEIRA
RETIRA OS ELEMENTOS ESTÁTICOS
EXPULSA AS BACTÉRIAS DO SER
CONTÉM COMPONENTES BÁSICOS.

SENSAÇÃO DE BEM ESTAR
SUAVISA E HIDRATA A PELE
TODO O MUNDO DEVE USAR
ENERGIAS NEGATIVAS TAMBÉM REPELE.

OBJETO DE VAIDADE
REJUVENESCE COM A IDADE
POE CAUSA DAS QUIMICAS E CORANTES
O SABONETE É UM PRODUTO ANTI OXIDANTE.



AUTORA: LEOMÁRIA MENDES SOBRINHO
26/02/2010
lea.sobrinho@gmail.com
 
29/04/2010 16:30:37 :: LUCILENE SOUZA DA SILVA


"PÉS DESCALÇOS"

Sabe o que mais me lembro de minha infância?
De brincar pela rua, feito garoto,
e nos quintais dos vizinhos, brincávamos
de índio, bandido e mocinho...

Nos guiávamos pela emoção,
corríamos segurando as mãos
era mágico, pura satisfação...

Às vezes, quero voltar;
sentir novamente aquela liberdade
sem saber que existe dor,
apenas alegrias, ai que saudades!

Era tudo tão natural,
pra nós o tempo não importava
almas sensíveis, caras sujas,
pés descalços, crianças felizes...

Lucilene Souza da Silva

 
29/04/2010 00:06:01 :: sdfsdfsdfsdfsd



Reflexo confuso em vidros opacos,
pessoas atônitas em solavancos distorcidos

Te vejo sentado na calçada, mas você não me vê.

Do outro lado do muro da cidade

Então, perdido, procuro uma dádiva-rima
Que antagonize a dor
Que as almas refresque

você permanece na calçada
A nave se distancia

meus amigos me abandonam como ratos que saltam das chamas

Mas esqueço facilmente de tudo
Como quem consome e é consumido

Deixo-me naufragar entre as vagas

E em êxtase devoro-me.
 
25/04/2010 01:16:22 :: CARLOS GALDINO


Lua Nova Arte Bar
Apresenta:
O Candieiro Incendiário,
Letícia Cruz (Canto, violão e dança)

Pablo Campregher (Canto, violão e flauta doce)

Fernando Cestari (Percussão e coro)

Priscila Rodrigues (Canto e dança)

Carlos Galdino (Poesia e coro)

Jaime Mattos (Percussão, dança e coro)

Rogério Guardiano (Percussão)
O grupo mistura, cocos, emboladas, cordéis, MPB, e teatro, costurando tudo em um dialogo de linguagens harmonioso e ritimado, subirá ao palco do Lua Nova, e na apresentação, musicas do cd que está em fase de produção, vale a pena ouvir e ver!
Visite: http://candieiroincendiario.blogspot.com/
Serviço:
QUANDO: 01 de maio
Hora 21h00min hs
Entrada R$ 10,00
R. Conselheiro Carrão, 451 - Bela Vista - São Paulo - SP (Esquina com a Treze de Maio) informações:
Tel.: (11) 3284-3350 - 32631015-gallldino@hotmail.com

 
24/04/2010 12:18:21 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Sentimentos Diversos

Quando é noite vêm os desencontros,
Sentimentos contrários diversos,
Sonhos ás vezes, dispersos,
E assim é a face nem sempre em encantos.

Se a vida é um riacho,
Onde passam as fontes,
Há um ser lá nos montes,
Onde a luz é a ponte, a saída que eu acho.

E a beleza é um fio de seda,
Onde o bicho teceu no casulo do amor;
É a brancura da lua em fulgor,
Vestimentas poéticas dizendo do amor com leveza.

Eu cresci vendo a banda passar;
Na janela eu não fui Carolina;
Em meus palcos eu vivo a girar,
Em um pliê de um viver sou a tal bailarina.

Fui transpondo as correntes e buscando um caminho,
E meu próprio andar por estradas eu fazia;
Meu viver e sonhar em escala eu tecia,
Continuo meu passo, meu rastro em um riso eu alinho.

Sim. No choro é possível ter cor.
É a expressão do amor, da dor e um alimento;
Toda lágrima vertida transporta emoção do amor,
Como é nobre o sorriso e o choro poético! Sentimentos!!!

Goretti Albuquerque


 
24/04/2010 12:15:11 :: GORETTI ALBUQUERQUE


         Quarto Crescente

Sou o barulho das águas
O doce enlevo do vento,
O encanto da mãe d‘água
Sou eco de um pensamento.

Sou olhos rasos que choram,
Pelos espinhos na flor;
Com um sorriso feriram
A alma cheia de dor.

Arco-íris que encantas,
Diz desse amor que nasceu,
E em meu peito acalantas,
Desejos do corpo seu.

Oh minha lua minguante!
Entre no quarto crescente,
Trás no brilho aquele amante,
Deixa-me amar somente.

Mar revolto assim eu estou,
Feito um veleiro sem vela,
Nas ondas fortes eu vou,
Feito o sino da capela.

Trevo da sorte escondida,
Hoje preciso de ti;
Minh’alma está abatida,
Por olhos que hoje eu vi.

Goretti Albuquerque


 
23/04/2010 14:34:25 :: ADHEMIR MARTHINS


Olá amigos, está chegando em breve o meu Romance "Um Exílio e Um Reino" Aguardem. Maiores informações no meu Blog. (ilhadasletras.blogspot.com)
 
22/04/2010 21:26:20 :: Thay


O que seria de mim sem você?



Eu sem você não comeria e nem beberia
Talvez nem respirasse mais
Nada mais teria prazer...

Eu sem você sufocaria em lágrimas...
Morreria de amor, do amor que sinto por você!
Minhas noites seriam sem sonhos,
Meus dias sem alegria...

Eu sem você não seria ninguém,
Porque você é a razão do meu viver e com você...
Eu viveria até no envelhecer,
Tudo isto, porque eu amo você!

Fim
Thay B.(Tarlene Brito)
 
21/04/2010 13:20:07 :: HEIDY S K R


TODOS PASSANDO ENERGIA PARA MINHA SOBRINHA EMYLLI!!!

Nunca estamos preparados,
Para suportar as surpresas da vida,
Nunca estamos amparados,
Na hora que abre a ferida.

Pela distancia sinto o sofrimento,
Que só quem ama sente,
Uma angustia que não quer cessar,
Os dias se tornaram eternos,
Até essa angustia passar.

Não tenho ninguém para desabafar,
Só tristeza em meu olhar,
Coração apertadinho,
Esperando noticias a chegar.

Minha pequenina linda,
Deus a de cuidar,
Que os anjos te protejam,
Para junto de nós ficar.

Espero rever seu sorriso,
Meu anjinho para abraçar,
Ouvir de novo você cantando,
E nossa vida alegrar.

HEIDY
 

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