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05/05/2010 12:55:02 :: Fe Ribeiro


Você é feliz? Então onde esta sua felicidade?

Antes as pessoas não tinham muito que fazer, mas e nos dias de hoje?
Onde a tantos atrativos, tantas festas, eventos, pequenas e grandes coisas que antes não existiam.Porque as pessoas estão tão tristes e infelizes.A angustia e a tristeza esta a cada dia mais visível, a solidão esta se expandindo a cada dia mais, não somente na casa dos pobres, mas também na casa dos ricos, onde o dinheiro não consegue comprar um minuto da paz e tranqüilidade interior.O dialogo esta morrendo. Pais vivem na mesma       casa, comem a mesma comida, mas não entendem os próprios filhos, tudo é descriminado, sem ao menos pensarmos no assunto, os estudantes não tem mais sonhos, já não existem motivos para viver, as pessoas fazem as mesmas coisas todos os dias, como simples robôs.Quantas vezes você abraçou seu filho? Já lhe disse que o ama, já lhe deu algum presente fora de época?Ou até mesmo já contou uma historia de sua vida?Pessoas ricas mandam construir lindos jardins, mas a maioria não tem tempo de observar uma pequena e bela flor, porque na verdade não a plantou para eles simplesmente para encher os olhos de que vai o visitar.Onde ficou a beleza das pequenas coisas?Muitos pais dão a vida trabalhando para realizar grandes sonhos de um filho, mas eu pergunto a esses pais eles sabem os medos e os temores de seus filhos? Eles são crianças saudáveis?São felizes na escola?Já lhes contaram o que realmente querem para seus futuros?Penso que não.As pessoas andam tão preocupadas e estressadas com seu trabalho, que não percebem o tempo passar, as crianças crescem, e o tempo não para, alguma vez você já surpreendeu um amigo de trabalho, já deu uma caixa de bombom para aquele zelador do seu prédio ou até mesmo já tentou compreender sua sogra?Seus filhos sentam a mesa por obrigação ou por amor ou quem sabe nem isso fazem, todos conhecem os sinais dos seus filhos, mas não conhecem o que eles realmente pensam.Alguém já pensou       o porque de pessoas terem dinheiro, fama e viver recebendo elogio de estranhos e de pessoas tão simples como a família não terem nem ao menos um gesto de alegria?Será que você que é tão importante tem tempo para sua família?Já levou sua família para praia, já plantou algo com seus filhos, já lhes deu um presente do qual o seu dinheiro não possa comprar, já rolou no chão com sua esposa ou esposo, já disse que eles são importantes para você.Muitas pessoas querem bens matérias, e quando conseguem mesmo assim são infelizes, porque será?Eu vou responder, porque são pessoas incompletas, pessoas doentes, elas não têm amor por si mesmas e a cada dia vivem morrendo pouco a pouco, já não acham gosto pela vida, não dão risadas, estão sempre de mal com a sua existência, sempre preocupada com suas contas.e acabam esquecendo que o amor pela vida esta nas coisas simples,porque viver é sair do trabalho e ir jantar fora,abraçar um filho,fazer ele dormir,sair aos finais de semana,ir ao parque,soltar pipa,tomar banho de mangueira ou de piscina,andar de bicicleta ,cair e dar risada,contar uma piada e ninguém rir,ficar sem graça e depois rir de si mesmo,abraçar a sogra e ver que ela ficou sem jeito com esse gesto inesperado,roubar uma flor e dar a sua esposa ,sem ter que tirar o dinheiro do bolso,e por fim eu digo gestos simples demonstram grandes qualidades.
 
05/05/2010 00:54:24 :: MARIO LUCIO FRANÇA SILVA
Estou participando que está postado uma crônica de um total de dez sobre a AMAZÔNIA, que também será publicado num jornal norte-americano, especificamente em Miami, para alcançar o púbico latino e brasileiros que lá residem. Espero que façam visita no texto e comentem.
Eu tenho uma explicação para dar, o primeiro capítulo foi só uma pincelada geral. Os outros nove capítulos abordará tudo que tenho a expor.
Abraços e Agradecimentos a todos
Mario Lucio.
 
04/05/2010 12:15:30 :: Mah Lobo
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ღ♥ღ ”Dєυѕ αвєnçσє α αмιgα Pσєsia є тσdσs σs Pσєтαs, αмєм!” ღ♥ღ
 
03/05/2010 19:45:35 :: Mah Lobo


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๑♥∞♥๑ Olá AmigoS queridos! ๑♥∞♥๑

"Desejo-lhes uma semana abençoada,
repleta de realizações e novos sonhos.
Que as bênçãos divinas desçam sobre
vossos corações e que nossos laços de
Amizade se tornem, cada dia, mais fortes
Deus abençoe a sua vida hoje e sempre!

Beijos doces com mto carinho do meu para
os vossos corações!

**✎ мåh❀
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03/05/2010 17:54:13 :: ELMIRA NUNES


Procuro no espelho a minha face perdida.
Vejo o rosto exangue donde foge a vida,
mãos desertas e feridas no supremo esforço da libertação.
As cinzas onde se queimou o alto valor pago pelo engano
ainda me cobrem o corpo e embaçam o olhar.

Procuro no espelho frio o seu rosto.
Mas só vislumbro no imaginário, sua máscara.
Ou o rosto que eu conhecia era a máscara?
A dúvida no espelho se faz pranto de olhos vazios.
Procuro no espelho partido nosso mundo e o sonho prometido.
Onde ficou o castelo, o príncipe, o senhor?
Só há destroços e dor por todo canto!
E no espelho, o mascarado sorri indiferente ao fim do baile.
 
02/05/2010 20:10:08 :: LUCIENE LIMA PRADO


CAMINHO VERSIFICADO

Eu derramo versos no meu caminho,
Com um gosto de sal e de gaivotas.
Desfio segredos em um pergaminho;
Entre céu, terra e mar desenho rotas.

Deixo o vento transportar meus poemas,
Além das borboletas sem quintais;
Porque ele vem com cheiro de alfazema
E leva até meus sonhos ancestrais.

Eu faço dos versos minha calçada
E me deixo levar pela poesia,
Sem me importar se poderei cair.

Mesmo que minha verve rodeie o nada,
Quero apenas, ao clarear do dia,
Estender meus versos num ir e vir.

(Luciene Lima Prado)
 
02/05/2010 12:51:23 :: OTTO GONÇALVES


Ao ''pequeno notável'' Mateus e Emergentes Mil



Não faz muito tempo que deixei fisicamente nossas aulas e, assim sigo sem deixar de ser seu professor e contigo aprender. Desagradável seria pensar que sou ex-professor ou ex-aluno de qualquer dos pupilos destas pupilas... Enfim, não nos vemos há dois anos e é só. Tempo nunca foi distância.
  
O “pequeno notável”, como eu costumava chamá-lo, agora não mais tão pequeno, hoje, após duas voltas ao redor Sol a contar da época em que tinha nove outonos de vida, segue em passos ora calmos ora nem tanto e encontra-se agora meio ao locupletar-se pela arte, o saber em si e o viver de cada dia, caminhando por tais elementos que chamo de meus companheiros de ofício na estrada do transmitir algo bom.
  
Hoje, ao ler em voz alta um dos seus textos, a arte me soprou nos ouvidos o surgir de um emergente artista.

Embora, mais pareça meu texto um bom tapa sem luvas em muitos "professores" e pessoas que, ao invés incentivar com um elogio, pensam ser muito mais fácil e funcional a crítica banal que não seja construtiva e bem argumentada, escrevo também para quem quer que o valha. Já ouvi histórias de muitos possíveis gênios que jamais saíram de suas cascas por no lugar de incentivos levarem cascos!               

Jamais em hipótese alguma eu diria que poetas ou artistas no geral possam ser fabricados em salas de aula. Seria ridículo pensar assim. O ensino como um todo, nos dá o "como" do uso das ferramentas do saber e seus infinitos componentes; ajuda, mas a ferramenta do criar, cada qual tem a sua, é única e intransferível. Muito menos, eu seria pretensioso em dizer que alguém seja influenciado por qualquer árduo sentimento artístico se nele mesmo o potencial de refletir o belo não existisse por natureza. Portanto, assim afirmo: sensibilidade, eis principal instrumento da criação. Sentimentos benéficos, doídos ou não. Sentimento de ódio não faz arte, no máximo, apronta! Destrói! Afronta! Salvo que, a saudável revolta em prol do justo, sim, ela é doce e poderosa criadora.

Artistas de todo o meio, poetas e escritores são forjados a ferro e fogo! Jamais por mero devaneio. Nascem através do ferro quente da Dor e do fogo intermitente do Amor contínuo. Seja por uma flor que não fere e, aos olhos ou ao tato, poesia impele; em pele, à flor da mesma arrepia ou se de espinhos vem e fere mais que a epiderme, tanto faz... A arte, assim tudo em obra traz, dependendo do como é sentida. Seja por um lago de fato ou, pendurado na parede em retrato, por um pássaro ou por um amor da mesma forma alado, calado ou gritado, amor dedicado aos quatro ventos e por tudo por onde eles passam, de fato, registros em forma arte, resultando em obra de momentos, breves ou eternos, enfim, talentos.

O artista não é um deus. Mas ele cria, dá a vida, tira ou imortaliza, de acordo com sua vontade ou muitas vezes guiado pela própria arte que o usa como ferramenta. Seja em pau, pedra ou tinta, qualquer matéria que lhe suspire verdades e jamais o minta, ali, através dele, a criação espontânea surge, brilhante, complexa ou sucinta.

A arte muitas vezes é quem escolhe o artista. Ela, em obra, mesmo que por ele criada, em si já existe. Dela, o artista é aluno, jamais professor.

O arista freqüentemente visto no professor é um tanto quanto diferente de outros artistas. Ele é mera transparente esfera que guarda e divide o que aprende, fazendo aquilo que dele se espera: ensina, mas não cria. É detentor do talento da arte do transmitir e, se assim não o for, que busque outro ofício.

Tudo o que posso dizer acerca de julgar a arte é: desde o pequeno notável artista, o emergente, o fruto de si, do sopro divino e da própria obra por ele criada, ao ilustre que dela é estandarte, que jamais a julgue antes que por si o faça a própria arte. Pois hoje, o artista, criança independente de idade, educado pela mãe arte e, às vezes reprimido ou embalado pela pesada mão do justo pai vida, este ser, por ambos educado, o verdadeiro artista, um dia estará moribundo deixando de sua carne o mundo daqueles que certo ou errado o julgam. Se de sua obra, nesta ou noutra geração se fizer eterno, ele estará imortalizado no coração dos que vivem no futuro deste presente julgamento; ao passo que, no céu ou inferno do mortal passado eterno, permanecerá todo aquele que julgar sem nada melhor a argumentar a altura do veredicto final que não cabe a ninguém além da própria arte. Podemos gostar disso ou, não daquilo, ao que se trata de arte, julgar cabe ao crítico. Crítico não é artista e por isso critica, sabe ser juiz, mas não cria. Salvo ao artista criticar aquilo que pela própria arte é excluído do meio artístico por uma ou várias razões, sendo assim ele, mais uma vez ferramenta da arte ao que lhe escapa o peso e pena da culpa sem transformar-se em crítico.

Se a arte lhe chama de artista, devo apenas concordar com ela. Qualquer coisa que eu lhe dissesse além de escute tudo o que ela diz, seria deliberadamente um julgamento fora de minha alçada como artista.

Como professor, não lhe dou nota “pequeno notável”, apenas noto.

Ao Aluno MATEUS LANSER CORREIA (12 anos) e Emergentes Mil
 
30/04/2010 18:00:42 :: LEOMÁRIA MENDES SOBRINHO


O SABONETE

O SABONETE MUITAS FORMAS PODE TER
E VÁRIOS CHEIROS AROMÁTICOS
ENFEITES DE CRIATIVIDADE
FAZ-SE NECESSÁRIO A SUA UTILIDADE

LIMPA A CROSTA E A SUJEIRA
RETIRA OS ELEMENTOS ESTÁTICOS
EXPULSA AS BACTÉRIAS DO SER
CONTÉM COMPONENTES BÁSICOS.

SENSAÇÃO DE BEM ESTAR
SUAVISA E HIDRATA A PELE
TODO O MUNDO DEVE USAR
ENERGIAS NEGATIVAS TAMBÉM REPELE.

OBJETO DE VAIDADE
REJUVENESCE COM A IDADE
POE CAUSA DAS QUIMICAS E CORANTES
O SABONETE É UM PRODUTO ANTI OXIDANTE.



AUTORA: LEOMÁRIA MENDES SOBRINHO
26/02/2010
lea.sobrinho@gmail.com
 
29/04/2010 16:30:37 :: LUCILENE SOUZA DA SILVA


"PÉS DESCALÇOS"

Sabe o que mais me lembro de minha infância?
De brincar pela rua, feito garoto,
e nos quintais dos vizinhos, brincávamos
de índio, bandido e mocinho...

Nos guiávamos pela emoção,
corríamos segurando as mãos
era mágico, pura satisfação...

Às vezes, quero voltar;
sentir novamente aquela liberdade
sem saber que existe dor,
apenas alegrias, ai que saudades!

Era tudo tão natural,
pra nós o tempo não importava
almas sensíveis, caras sujas,
pés descalços, crianças felizes...

Lucilene Souza da Silva

 
29/04/2010 00:06:01 :: sdfsdfsdfsdfsd



Reflexo confuso em vidros opacos,
pessoas atônitas em solavancos distorcidos

Te vejo sentado na calçada, mas você não me vê.

Do outro lado do muro da cidade

Então, perdido, procuro uma dádiva-rima
Que antagonize a dor
Que as almas refresque

você permanece na calçada
A nave se distancia

meus amigos me abandonam como ratos que saltam das chamas

Mas esqueço facilmente de tudo
Como quem consome e é consumido

Deixo-me naufragar entre as vagas

E em êxtase devoro-me.
 

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