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Cláudio Joaquim


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03/08/2010 12:59:09 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


A verdade não está em mim,
em ti,
em nós.

Está na vida.

Vivamos!
 
01/08/2010 20:33:31 :: MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA,IWA
VI CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS
(inscrições de 10 de agosto até 20 de dezembro de 2010)

Realização: http://marceloescritor.blig.ig.com.br
Apoio: Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências

Com o objetivo de estimular poetas de todo o Brasil e do restante do mundo, o concurso premia os melhores trabalhos, comprovando o sucesso com sua 6ª edição.
Os interessados devem enviar uma única poesia, tema LIVRE (digitada ou datilografada) inédita sob pseudônimo, em duas vias, dentro de um envelope maior. No envelope menor, deverá constar a ficha de inscrição que deverá ser criada pelo autor, com    o nome, endereço completo, idade, profissão, escolaridade, título da poesia, pseudônimo, telefone, e-mail (se tiver), comprovante de depósito de R$ 8,00, em nome de Marcelo de Oliveira Souza, conta poupança BRADESCO : No 5920 digito 0 Agência 3679 digito 0. Não esquecer de dizer como tomou conhecimento do concurso e se já participou de concursos anteriores.
Obs: Não aceitaremos poesias por e-mail; menores de idade podem participar desde que seja com a autorização dos pais; participantes de todos os países estão liberados a participar desde que cumpram os requisitos do concurso e seja na língua oficial: Língua Portuguesa.
Formas de pagamento:
• Em espécie junto à ficha de inscrição (envelope menor)
• Depósito Bancário ou transferência de conta
• Fora do país o equivalente a 5 dólares ou    euros.

RESULTADO: Dia 20 de janeiro de 2011

No site http://marceloescritor.blig.ig.com.br       por e-mail, para quem enviar o endereço eletrônico e por carta para quem não tiver e-mail.


Troféu + certificado    + Livro sobre Conhecimento Humano e Direito    (baseado na monografia do autor Dr. Adalberto Borges) + Revista Literária
2o lugar: Certificado + 1 MP3 + Livro Sobre conhecimento Humano e Direito + Revista Literária
3o lugar: Certificado    + 1 PEN DRIVE    + Livro de coletânea SALVO CONDUTO
Menções Honrosas: Uma para o autor nacional e outra para o    autor internacional, cuja premiação será: Nacional: certificado + Livro sobre conhecimento humano e Direito;    Internacional: certificado + Livro A SALA DE AULA + Camisa Lembrança da cidade de Salvador/Bahia.
Contatos: marceloosouzasom@hotmail.com e celular 71-81553677
ESCREVER é PRECISO!

Enviar para:
VI Concurso literário: Poesias sem Fronteiras
A/c escritor Marcelo de Oliveira Souza
Conjunto Edgar Santos Bloco 14/204
Engenho Velho de Brotas    Salvador    Bahia    BRASIL CEP 40240-670
 
31/07/2010 07:13:16 :: DEMERVAL MENDES FERREIRA
O ceguinho.



Ontem pensei vir a construir uma família, ter um lar modelo...

Cego estava? - Talvez entorpecido pelo sonho de idealista alguns pensaram.

Eu acreditei ser possível a associação de idéias e a reestruturação dos valores;

Gerenciei como pude minha impaciência tentando demonstrar que não via a indiferença.

Um bom tempo passou, décadas, e hoje olhando as cinzas da fogueira que acendi,

Incólume constato o recrudescimento do frio da indiferença, o cego não viu, ele sentiu...

Não enxergando muitos pedem esmolas nas ruas da vida, outros doam os olhos e as visões.

Hoje falei com o cara dos óculos, ele examinou-me e conferindo minha identidade disse:

-Os piores cegos meu filho, são aqueles que não querem ver. – Caso precisem, indique-me.




Demerval Mendes Ferreira.
05-09-2009.
 
22/07/2010 11:15:45 :: GORETTI ALBUQUERQUE


               Prima"Veras"

Era o tempo de luas minguantes
Via Láctea enviando um peralta embrião,
Fecundava ao meio do vento
Já trazendo na mente facetas,
De um gameta ganhando esperteza,
Chega ao óvulo ligeiro e no tempo.


Da ciência dos loucos trazia,
Diferentes legados não o desejado;
E formando seu mundo sorria e pensava.
Para onde iria e como seria...
E ainda em fusão para onde iria?
E em terra o Universo a favor conspirava.

Das partículas formadas por vidas escolhidas
Eram dois recebendo de Deus os meus traços,
E na bênção de um lar vinha eu, teimosia,
Embalada no amor por a dona cegonha,
A vidinha chegando com cara de joelho e chorona,
De repente cheguei demarcando o meu próprio espaço.

Monta guarda menina levada
Tens aqui os teus anjos da Guarda;
No caminho galgarás espinhos,
E em teu chão se abrirão duras fendas,
Em teu peito envolto em safenas,
Tens a cura e sorrindo acharás caminhos.

E assim vim marcando a chegada
E em meus planos fui arquitetando,
Com semblante inquieto aos poucos o amor foi moldando,
Fiz o encontro de lágrimas com um calmo sorriso,
E em meu colo a prole encanta e completa a grandeza,
Consegui... Dei a volta completa ao redor do sol... Meus amigos malucos “Beleza!

Goretti Albuquerque
 
19/07/2010 15:46:34 :: EACOELHO
Estou participante deste site há pouco tempo e confesso que não tenho tido, até agora, uma participação mais efetiva.

Mas creio que estou contribuindo com alguns poemas de bom valor poético, sempre elaborados com muito esmero, muito zelo e com um mínimo de singularidade, fato que poderão comprovar passeando em meu espaço.

Fica, pois, o convite para darem uma olhadinha em meus poemas e fiquem a vontade para tecer os comentáros que entenderem sejam merecedores. Positiva ou negativamente.

EACOELHO
 
19/07/2010 09:34:13 :: POESIA DA BRUNA


Convite: Conheça meu site (poesias de minha autoria)

www.poesiadabruna.com
 
19/07/2010 08:14:44 :: ELMIRA NUNES


EU E O CENÁRIO
O dia escorre nos pingos da incessante chuva
desse inverno que se infiltra pela alma.
No horizonte infinito céu e mar se fundem
num cinzento e frio entardecer.
O vento impiedoso arranca tudo à volta
e estupefata desejo que com esta força,
também se vá a angústia e a dor
que tão intensamente me ameaça agora.
 
18/07/2010 07:42:03 :: sdfsdfsdfsdfsd


http://www.fotolog.com.br/alexcleans
VISITEM MEU FOTOLOG "OLHOS SOBRE POEMAS" E DEIXEM AQUI SUAS IMPRESSÕES.

http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=104      
 
16/07/2010 14:53:49 :: Verny Clovek


Mundo Vago

Pondaremos nesta dor
Neste mundo feito dominó
Que aflinge os escritos feitos a aflitos
Com espinha de insensatez
Vós poetas, aplausos pela coragem
E agem com descrição, sem mágoa, sem ironia vós
Diz o que este mundo precisa fazer
Dizem a quem ama
O que precisam amar
E somente nesta dor, que nós
Num crespúsculo da vida
Seremos exaltados e amados...!!!??
 
15/07/2010 00:20:24 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


LONGEVIDADE

Vivo neste mundo à mercê das horas, do tempo.
Busco algo que grita dentro de mim, mas não sei bem o que é.
Alhures, talvez, possa brandir meu estandarte de vigilante
e, como um nômade, desvencilhar-me dessa ansiedade
de querer ser o que não sou, pelo simples fato de não o ser.
O tempo devia desnudar-se das promessas que nos envolvem
para deixar que a vida transcorresse como a água de um rio
e nos conduzisse, silente, ao reduto do cristalino almejar.
Quero sufragar-me a ele, para que ele sufrague a mim.
A cada passo que dou, descortina-se o enigma do que devo perquirir,
porque o efêmero se esvai como todo sonho ao despertar.
Busco o que me aflige e, a um tempo, me impulsiona mais e mais.
A ambiguidade do que se me apresenta, reveste-se de certeza,
por isso me apego nela e me reputo estar certo.
Eis a insólita viagem que me transporta a lugares inconsúteis
e me tece, em sua planificação, a longevidade de um ideal.
Quero porque quero ser o que não sou, porque sempre tenho que ser alguma coisa,
e o que sou, já sou, não se cuida mais dele, o tempo o renega.
Preciso alvitrar a mim, cujo pensamento me estranha, que devo prosseguir.
A vida é um novelo de longuíssimas curvas e assimetrias.
Devo me convencer de que as nuanças da primavera que me acenam,
não são mero ilusionismo de um mundo repleto de promessas e incertezas.
Devo me convencer.
Não posso admitir ser fátua a raiz que me impregnou desde a infância,
ou os estigmas que me ficaram por afrontar o imnprevisível, o incontrolável.
Quero porque quero ser mais do que sou, porque o que sou é como o tempo estagnado, a impressão sem impacto.
Quanto tempo devo existir para ser o que quero ser?
Afinal, cada segundo de existência, vivido em sua plenitude,
sua verdade mais condizente com o deslindar da alma,
não justificaria esse afã,
esse despojar-se no colo do caminho?
Quanto tempo devo viver para concretizar o que não sei como fazê-lo?
E, viver só por viver, é viver?
Mas, nessa longevidade de um ideal, sigo certo de que, possa realizá-lo,
ou não,
não há volta!   
 

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