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08/01/2009 19:19:33 :: ARAUJO FRANCO
LEMBRANDO DE DEUS.
Seu moço me da licença, vou lhe contar a minha história
Em busca da fama e glória, sai sem rumo sem nada
Botei o meu pé na estrada e me lembro que naquela hora
Vi mamãe ajoelhada aos pés de Nossa Senhora, rezando e fazendo prece pro filho que ia embora.
Com a voz quase embargada disse adeus e fui saindo, sabendo que estava indo ao encontro dos sonhos meus, acompanhado por Deus lhe pedia proteção que me mostrasse e que não me faltasse o pão.
Fiz de tudo nesta vida, trabalhei como ajudante servente de pedreiro, fui padeiro e até caminhoneiro e foi nesta última profissão que eu me arrumei na vida, pois comprei o primeiro caminhão.
Esperto nos negócios e muitas vezes já lesando os sócios fui adquirindo fama e riqueza, agora eu mandava e não pedia, eu tinha muito dinheiro.
Passei a ser arrogante, mulher eu tinha aos montes prá satisfazer todos os caprichos meus, maltratava os empregados e vou ser bem sincero não gostava daquela gente pobre e doente que só me aborrecia e prá dizer bem a verdade eles tinham mesmo é que cumprir as minhas ordens gostassem ou não afinal de contas eu era o patrão.
Não preciso dizer que passei a usar e traficar o tal pó que alucina e mata, e foi com esta nova amizade que fiquei muito mais violento e respeitado até que um dia a casa caiu.
Num cerco bem planejado a polícia fortemente armada prendeu todos os amigos meus. Felizmente escapei com vida e não sofri nenhum arranhão no físico, mas por dentro eu tinha morrido, porque no canto em que fiquei fui viajando de volta no tempo relembrando os caminhos percorridos e descobri que a maior falha que tive foi tirar Deus da minha vida.
No longo retorno prá minha casa enfrentando as intempéries do tempo, a vergonha, a fome o descrédito, tudo isso caminhava ao meu lado. Após dias de viajem parei enfrente a minha casa empurrei de vagar a porta e não contive a emoção, mamãe estava ajoelhada no chão conversando com Nossa Senhora, e antes que ela me notasse ouvi as suas preces rogando proteção ao filho seu e que ele nunca se afastasse dos caminhos de Deus.
Pois é seu moço, hoje ando pelo mundo e sou conhecido apenas como um vagabundo que já teve fama e dinheiro, que se esqueceu de    orar e vigiar como recomendou Nosso Senhor, e por causa disto perdeu a fé no Cristo que apenas com alguns pães alimentou uma multidão e se hoje quero tomar um café    só se alguém me pagar porque eu não soube conservar tudo o que o pai    me deu, esta foto que lhe mostro seu moço, este sou eu, precisei ficar sem nada na vida prá voltar a lembrar de Deus


 
08/01/2009 10:32:50 :: LUIZ GONZAGA BEZERRA




Treme-treme!
A alma grita
O peito geme
Ai! Querida!
Estou feliz
Estou perdido
Louco da vida.
 
08/01/2009 10:31:40 :: LUIZ GONZAGA BEZERRA

Treme-treme!
A alma grita
O peito geme
Ai! Querida!
Estou feliz
Estou perdido
Louco da vida.
 
08/01/2009 05:35:07 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


ROSA AMARELA [SerrãoManoel]

Por vezes sem destino
flana o amor em fugaz rendição.
Noutras saco de gelo!

Onde cessa o querer?
São outros quinhentos.
Ofertai uma rosa amarela.


 
07/01/2009 19:21:52 :: ANDRÉ SESTI DIEFENBACH


Escrevo e solto no vento... se você ler, já me contento!!! Pessoal, convido a todos para acessarem meu blog no endereço: www.blogopoeta.blogspot.com    lá estão publicadas poesias com locução e algumas com esboço de melodias para futura gravação. Quem puder e tiver interesse visite, e se quiser deixar algum comentário será muito bem recebido! Abraços e um excepcional 2009 a todos!
 
07/01/2009 00:30:22 :: RICARDO DE BENEDICTIS
ACADEMIA DE LETRAS CONVIDA ESCRITORES DESTE SITE

A Apolo - Academia Poçoense de Letras está com seu Portal na net e convida os escritores do MELHOR DA WEB. Acessem e divulguem nosso link:    www.apoloacademiadeletras.com.br

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FELIZ 2009 PARA TODOS VOCÊS!

Ricardo De Benedictis
 
06/01/2009 23:26:10 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


A MODA É DOMA QUE NÃO AMOLA.

Moda a moda, foras de moda são    moda que a moda temporal há tempos Incomoda.
           
Moda a moda, dentre modas, dentro da moda incomodam-se às inquietas concepções que os põe aquém na nova moda.
           
Moda a moda, bem ou mal, velha ou nova, vai e vem, e no aqui    agora do seu tempo em que se tornou moda é doma que não amola.

É artigo não raro de efeito nauseabundo feito excremento gororoba que inflama a fleuma e o ego dos parvos, dos incautos e dos ota's; dos ricos e dos pobres; dos súditos e dos nobres. Tampouco, poupa os ditos cujos papas mídias pops dessa moda.
        
Saibas sem segredos e sem    delongas no frist time today    agora, mesmo em Havana, Angola, Bagdá, Paris ou Noves fora York moda que a passarela do mundo globalizado gira-roda, desfila sobre o próprio eixo feito uma bola. Que um dia tem 24 horas, que tudo conceitualmente deriva, gravita e circunscreve-se em torno dos padrões do sistema social de consumo descartável e de origem indubitavelmente duvidosa. Que segundo os segundos, minuto a minutos, ou de hora em hora, cria, aliena ti guarda à vista, governa, impõe, inspeciona, endoutrina, espiona, predica, parquea, controla, calcula, aprecia, censura, comanda, nota, registra, sela, mede, recenseia, tarifa, cota, avalia, patenteia, autoriza, rotula, impede, admoesta, licencia, submete, reforma, corrige, reenvia, extorque, utiliza, explora, monopoliza, resgata, pressiona, reprime, mistifica, multa, rouba, vexa e vilipendia, espanca, maltrata, acossa, desarma, garroteia, aprisiona, fuzila, metralha, deporta, traí, julga, condena, enforca, vende, exila, ridiculariza, desonra, ultraja.

A moda do modernismo e do pós e dos "is mos", a moda do style e dogmas ou    grosso modo a moda à sua moda sob pretexto da utilidade pública e do bem estar social também virou moda. Consome, costura e devora os servos e parvos foras de moda quão os filhos, e por ai vai sob a espada de Dâmocles passando o ferro, carimbando o passaporte e os rumos daquele que pela lei da repetição servirão à servidão como instrumentos esquecidos no camarim da vã estória.

No cardápio recheado o prato a lá cartel servido à moda da casa são tristes pax-vobis enrolados vítimas da dita moda de efêmero e fugaz reinado. Como a ordem dos fatores não altera o contéudo da moda, não importa, dentro ou fora; tarde ou sem demora; há um tempo em que sóis moda, há um tempo em que és "o fora de moda", e há o tempo em que sequer tu foste lembrado ou esquecido pela nora, pela madrasta ou pela prima dona droga dessa moda.

Vede então seu "filho d'moda"! Já que a moda do sistema não amola os foras da e os foras de, assim como os que andam na crista da onda da nova moda, o preço da conta a pagar o estilista Dealta costura manda ligeiro e sem demora. É glamour que vem com juros, multas, correções, trs, IPI, ICMS, IPTU, TAXA de LIXO, TAXA de ILUMINAÇÃO, DPVAT, ETC.

É glamour que vem com corrupção, falta de saúde e educação, segurança, transporte, etc.

Assim ó pá!    À parte os louros do podium como tesoura sem fio é cega e inútil sem a pedra de afiar que    amola, ora, pois, pois, tu podes me dizer então no agora já que o flash da máquina disparou a foto no último dia do ano bem na marca da hora quem afinal de contas inventou a diarréica merda dessa moda?


MANOELSERRAO - SZL/MA - O.S. S - 27.01.2004.
 
06/01/2009 23:12:12 :: AMARILIS PAZINI AIRES
http://i121.photobucket.com/albums/o207/bicfomh/rec/be7/007.gif

A LENDA DO BEIJO

BEIJO SONHADO, IMAGINADO,
ALMEJADO, ESPERADO,
TÃO DISTANTE E ANGUSTIADO.

MEUS LÁBIOS SEDENTOS,
ANSIANDO OS TEUS,
TREMEM EM FRÊMITOS,
NUM FRENESI DELIRANTE.

SUSSURRAM IDEANDO,
O ENCONTRO DESEJADO,
DEVANEANDO O ILUSÓRIO,
COMO UM ÓSCULO LENDÁRIO.

AMARILIS PAZINI AIRES
06/01/09
 
06/01/2009 00:07:21 :: OSVALDO VALÉRIO
O Que faço com meu diploma?

Rafael pegou seu diploma na mão, sentou no sofá e começou a ler. Agora ele era um administrador de empresas, encheu o peito de ar, olhou para o alto e sentiu orgulho de si mesmo, lembrou do sacrifício que enfrentou, meses de cursinho, horas de sono perdidas estudando para o vestibular e depois na faculdade, finais de semana perdidos fazendo trabalhos que não acabavam mais.
Fazia um ano que ele estava formado e nada de conseguir migrar da área de venda de material de construção para alguma empresa de administração. Quando estava na faculdade não poderia fazer estágio porque a bolsa não pagaria nem a metade do valor da mensalidade, mas tinha em si a esperança que assim que estivesse com o diploma nas mãos as portas se abririam.
Fazia algumas entrevistas, mas queriam experiência... Como posso ter experiência se acabei de me formar??? Infelizmente da faculdade saímos formados, mas não experientes. E depois se não derem à chance de trabalhar como vou ter experiência. Lágrimas chorosas escorriam pela sua face, ligou a TV o noticiário anunciava que o índice de desemprego cresce no país, ele olhou para o relógio e viu que já estava atrasado, levantou e limpou uma lágrima que havia caído na moldura do diploma. Ajeitou-o cuidadosamente na parede, pegou sua pasta de currículos e saiu para mais um dia de luta e de esperança.



 
05/01/2009 23:50:56 :: ROBERTO BETO SOUZA


Fulga Feliz

Eu estava tão perto... Quase podia tocá-la
Ela estava bem ali, ao meu alcance
Na distância de um toque, de um esticar de braço

Não, claro que não a toquei, e nem sei por quê
Assim como não sei por que diminui o ritmo
Por que a deixei voar mais e sumir... Fugindo

Como sempre meus melhores momentos são longe dela
E ela é quem sempre procuro, mas não é ela que está comigo
Ela não me invade o peito e pulmões, ela não me tira o sono

Ela que se acha tão importante, ela que se vê tão infalível
Não é minha preferida, e eu demorei tanto pra perceber
Por isso não corro mais atrás dela, e nem vou tentar tocá-la novamente

Quando estive perto quase a toquei, mas não era o que queria
Quando estive certo do que fazer, soube que não podia
A paz esteve a um toque de mim, e eu desejei ser o que sou
 

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