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Cláudio Joaquim


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16/01/2009 01:21:35 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Ser ou não ser...
         Crer ou não crer...

O mundo é um mistério
Tão belo que o ser humano
Não conseguiu explicar
Nos termos da Geografia
O homem tenta explorar
Mais, sem nada comprovar.

Os cientistas avançam
Com pesquisas vão a fundo
Querem saber como foi
Que se formou esse mundo
Continuam a procurar
Esse mistério profundo.

A igreja tem em mente
Que o mistério é confirmado
Nas Escrituras Sagradas
Tudo lá é comprovado
Explicam com mais lisura
Fatos menos complicados.

Na idéia popular
Muita dúvida se criou
Fazem perguntas freqüentes
Se o mundo então se formou
Pelas mãos do Criador
Temos que acreditar.

Na minha concepção
Não preciso explicação
Tudo que sinto e que vejo
Tem a essência de Deus
Criou tudo e o firmamento;
Só com seu consentimento.

      MARIA GORETTI ALBUQUERQUE
 
16/01/2009 01:19:25 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Jesus Menino!

Quem de mansinho
Faz o seu ninho
Tirando espinhos
Troca por linho
Voa cedinho
Busca caminhos
Faz seu moinho
Girar sozinho
Mesmo quietinho
Em seu cantinho
Leva aos vizinhos
Seus “pergaminhos”
Fala baixinho
Leia o versinho
Fiques pertinho
Ver com carinho
Peça pouquinho
Olhe o caminho
Pisa os pezinhos
No algodãozinho
Não é um coro de passarinhos:
É “Jesus Cristo Jesus Menino!”

                                                         Feliz Natal para todos os corações
                                                         Em todo mundo entre as Nações.

                                                         Goretti Albuquerque 24/12/2008
                                               
 
16/01/2009 01:15:47 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      O VELHO E O MENINO.

Um pobre velho sentado
Vê um menino ao chão
Tem as mãozinhas estendidas
Pede um pedaço de pão
O velho então lhe pergunta
Não te quiseram mais não?

A semelhança dos dois
Os faz amigos então
O que um ganha é do outro
E caminhando assim vão
Um ensinando ao outro
Como vive um pobre cão.

O velho já foi menino
Entende bem seu amigo
Vai lhe passando da vida
Lições como tem vivido
No decorrer de sua vida
Vais    precisar de um abrigo.

O menino aprendeu
Tão somente a sonhar
Que vida de gente grande
É um alegre cantar
Mais de olhos no futuro
Começa a desanimar.

O velho e o menino
Sofrem a mesma crueldade
Foram jogados na vida
Com requintes de maldade
Família e País fizeram
Tamanha perversidade.

      MARIA GORETTI ALBUQUERQUE.


 
16/01/2009 01:10:39 :: GORETTI ALBUQUERQUE


         ADEUS CIDADE NATAL!

Guardei um pouco de ti
Em uma infância sofrida
Minha inocência perdida
Na boca dos filhos teus.
Porém de nada tens culpa
O erro foi sempre meu.

Cresci sem dignidade
Desde a mais tenra idade
Enquanto todos saíam
Vivendo sua mocidade
Eu, um botãozinho em flor
Murchei em realidade.

Vivi meus tempos moleca
Pelo “Quadro” a cirandar
Troquei meu rótulo por tarja
Forçaram-me a desanimar
Que o sonho de um casamento
Eu não deveria ousar.

Porém sou pura ousadia
Fui teimando em desafios
Alguns me arrebentavam
Em outros só valentia
Mesmo baixando a cabeça
Era fachada: Eu rompia.

Rompia com os tabus
Que circulavam na época
Era franzina por fora
Por dentro como a pipoca
Pulando nas brasas quentes
Me arrastei qual uma foca.

Daqueles tempos até hoje
Sou queimada como a lenha
Dos meus carvões tiro forças
Pra clarear meu caminho
Dei nó em cipó bem verde
Da flor eu tirei espinhos.

Tenho quatro diamantes
Gerei em minhas entranhas
Todos se orgulham da mãe
Que aqui, sou como estranha
Chamam-me mãe valorosa
Sinto gratidão tamanha.

Adeus Cidade Natal!
Que um dia me viu nascer
Saio da tua história
Nem mesmo entrei ao crescer
Deixo a “Ti: OH Cruz Singela”
Meu berço nunca encontrado.

      Maria Goretti Albuquerque.
 
16/01/2009 01:07:29 :: GORETTI ALBUQUERQUE


         BRILHA O SOL

Pela fresta da janela
O sol vem me iluminar
Tanto brilho tem seus raios
Que me ponho a contemplar;
Não cobra nunca o seu brilho
E a todos vem banhar.

O Sol é como uma chama
Foi feito pra clarear
Logo bem demanhâzinha
Ele vem nos acordar
Quando o dia está nublado
Falta o sol pra me esquentar.

Sol que corre o mundo inteiro
Me conta, como é por lá
Será que as pessoas gostam
De com teu brilho acordar?
Tira do meu coração
Essa dor que é de amargar.

Sol de luz tu és a vida
Para quem não vê a luz
Com teu calor escaldante
Me ilumina e me conduz;
Nas plantas põe Clorofila
E a lavoura produz.

Sol que trata dos enfermos
Com seu banho matinal
És mesmo um bom enfermeiro
Curando com teu astral
Quero ser teu jardineiro
E dormir em teu quintal..

                     MARIA GORETTI ALBUQUERQUE


 
16/01/2009 01:05:22 :: GORETTI ALBUQUERQUE


   A CRÍTICA

Esses versinhos tão bobos
Talvez você veja assim
Para mim são palafitas
Sustentando tudo enfim
Ponho aqui nesse papel
Um coração que há em mim.

Você que pensa pequeno
Acha tudo sem valor
Saiba que toda escrita
Contém a vida do autor
Porque procuramos ver
Em uma lágrima o amor.

Quem escreve é sempre alguém
Que olha e retrata o mundo
Com um querer tão profundo
No conteúdo descreve
O que do peito recebe
Pois seus sonhos o mantém.

Eu aqui, estou lhe deixando
O direito a sua Crítica
Acho que todo Escritor
Tem que entender que precisa
Dos que leiam sua Obra
Ainda que mal escrita.

Não existe essa conversa
Que conteúdo só é bom
Se for de um renomado
Existem os contemplados.
Sabedoria vem de Deus
Para seus filhos Letrados.

      MARIA GORETTI ALBUQUERQUE


 
16/01/2009 01:03:35 :: GORETTI ALBUQUERQUE


            FAZES O BEM.

Hoje me pus a pensar
Um pouco em minha vida
Já passei por tanta lida
Nem vi o tempo passar
Será que fiz algo bom
Para os meus filhos deixar?

Ainda assim quero alcançar
Um bom chão pra caminhar
Ou talvez a força física
Já comece a me faltar.
Tremo as mãos, me sinto zonza
Mais insisto em caminhar.

Sinto que fiz um pouquinho
Do que podia fazer
Olhei meu irmão, mais fraco
Dei-lhe a mão em seu viver
Falta muito eu sei confesso
Mais com fé, hei de vencer.

Estenda suas mãos agora
A quem precisa te ouvir
Não deixes que a vida passe
Sem nem mesmo admitir
Não fizestes nada em prol
Dos que precisam de ti.

Deus lá no Céu nesta hora
Derrama na terra agora
Chuvas de bênçãos sem fim
Sobre o justo e o injusto
Então, porque tu escolhes
A quem ajudas enfim?

               MARIA GORETTI ALBUQUERQUE


 
16/01/2009 01:02:12 :: GORETTI ALBUQUERQUE


                        Se...

Se o mundo olhasse o homem
Como o homem assim o faz
Puniria o ser humano
De uma forma brutal
Pois queima e destrói a terra
É o pior bicho voraz.

Pobre planeta falido
Em seus relevos e matas
O ser que se diz humano
Ambicioso te assalta
Fauna, flora e oxigênio.
\Riachos rios e cascatas.

As ribanceiras dos rios
Riacho por onde passam
A nossa água da vida
Já está sem seu repasse
Desviaram o seu curso
Como se o renegasse.

Nossas matas verdejantes
Já não se parecem tantas
O homem tira a madeira
Abre crateras que espanta
Um dia ele(homem) provará
Amargura e desencanto.

O homem tem que pensar
Em reparar os seus danos
Antes de ter que provar
Seu veneno em todo o canto
Vamos salvar o planeta
A natureza reclama.

         Goretti Albuquerque.

 
16/01/2009 01:00:48 :: GORETTI ALBUQUERQUE


               Retrato de Uma Vida.

Através do que acontece
Durante o tempo de vida
Se prestarmos atenção
A história vai contando
Do ventre em que nós nascemos
Uma herança vem traçando.

Às vezes o nosso destino
Nos faz pessoa letradas
Burlamos os desalinhos.
Outras vezes a própria sorte
Nos entrega a “Mãe Gentil:”
Daí nascem os expurgados
Ou ainda os rejeitados
Para virarem o “Cenário”
De um País em “seminários”

Quando então questionamos
Visíveis desigualdades
Nesse “Brasil” de riquezas
Ouvimos autoridades
Aumentarem seus salários
De forma tão descarada
Que os menos favorecidos
Se metem em enrascadas
Por serem tão esquecidos.

Mais pra alívio dessa dor
Não tem remédio Doutor
Temos que ficar no tédio
Não temos as estratégias
Para roubar sem pudor
Vivemos uma utopia
De um bom mundo compor
Que nos tire essa agonia.

            Maria goretti Albuquerque

 
16/01/2009 00:59:17 :: GORETTI ALBUQUERQUE


         E o Advogado?

E de quem é e de quem é?
Esse tal advogado
Que tem cara de gaiato
Mais é um rapaz centrado
Lutou criando seus filhos
Mais ganhou seu “Doutorado”
Quem vê suas brincadeiras
Não sabe das quebradeiras
Que a vida te fez passar
Quem não te conhece, pensa:
Que tua alegria constante
Vem de um viver sem pensar.

Como meu “Pai” usa em versos
Mostraste o teu “Pra que Veio”
És antes de tudo, um “forte”
Da genética trouxe um “Porte:”
Meu irmão, meu “Malandreco”.
Lutaste por tua sorte

Lembras do “Paroquial”
Salão da Cidadezinha
Onde todos nós nascemos
Azarando as menininhas.
E os caracoes dos cabelos?
Invocado esse “Mancebo”
Hoje já todos adultos
Com família pra zelar
Às vezes somos sisudos
Em outras a gargalhar
Somos eternas crianças
Crescendo sempre no “Amar”.

               Maria Goretti Albuquerque.
 

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