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16/01/2009 01:48:38 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      A MADRINHA “GERALDINHA”

De você, minha madrinha.
Guardo bastantes lembranças
Desde os tempos de criança
Com minha mãe sempre eu ia
Em sua casa acolhedora
Cheia de amor e alegria.

Seus filhos ainda pequenos
E seu esposo amoroso
Acolhia quem passava
Desde o mendigo ao vaqueiro
Doces, licor cajuína.
Serviam ao forasteiro.

Aprendi a te amar
Quando ainda era a magrela
Sempre o amor me puxava
Pra aquela casa singela
Tinham mais casas ao redor
Mais de todas, era a mais bela!

Hoje voltei ao lugar
Que guardei no coração
Encontrei você “Madrinha”
Com carinho e emoção
Com tantas lutas e sofrer
Teu viver é uma canção.

Eu sei “Querida Madrinha”
Um pouco de o teu sofrer
Por uma fatalidade
Encontraste o padecer
Gente ruim e maldosa
Mexeram com o teu viver.

Mais o “Deus Onipotente”
Nunca se esquece de ti
Deu-te filhos valorosos
Todos muitos corajosos
São anjos que “Deus” te deu
Protegem-te e são zelosos.

Minha Madrinha Querida
Teu nome é “Geraldinha”.
Como as estrelas no Céu
Deus te conhece por nome
Em uma Pia Batismal
Deu-te teu nome, Madrinha.

Em qualquer lugar do mundo
Vou me lembrar de você
Da casa feliz e cheia
Onde a família unida
Amam-te que nem Rainha
Eu também minha    “madrinha
                                                        

                                          MARIA GORETTI ALBUQUERQUE
 
16/01/2009 01:47:04 :: GORETTI ALBUQUERQUE


            LUA DE CETIM

Lua de encantos mil
Lua soberana
És bela é um poema
Tua Candura comove.
Teus raios quando se movem
Quando ainda estás pequena.

Quando já estás Crescente
A Meia Lua fascina
Irradia e faz lembrar-me
Dos meus tempos de menina
Teus raios emanam Amor
Teu resplendor me ensina.

Por que tens beleza tanta
Para os amantes és estigma
Todos que te olham ficam:
Admirando o Enigma
Por que não contas o Segredo
Pra aqueles que em ti se ligam?

Lua tão misteriosa
Estás Cheia e mais Bonita
Como é doce te olhar
Inebriando minha vida
Sonho em poder te alcançar
Um dia quando crescida.

Lua Nova és Majestosa!
De onde vem teu fascínio?
Que nos enfeitiça a ponto
De mudar nosso destino
Sempre irei ao seu encontro
Banhar-me com seu fascínio.


 
16/01/2009 01:45:39 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Memórias de um Burrinho Cadichum.
Memórias de um Burrinho.

O menino era feliz com seu burrinho Cadichum levava uma vida tranqüila, uma infância boa sempre dividindo seu tempo estudando e em casa alimentando e cuidando do seu burrinho. Passava horas escovando o pelo do animal banhava e alimentando com carinho enquanto conversava como sobre sua vida pois sabia em seu coraçãozinho puro que o mesmo não só podia escuta-lo como também compartilhava de seus comentários constantes. E assim vivia feliz com seu amigo e fiel companheiro o burrinho e com sua família bem instruturada e bondosa para todos. O tempo foi passando e o menino ia crescendo e tornou-se um rapaz e foi chegado a hora da ida dele para cidade para concluir seus estudos na casa de sua avó. Então o rapzinho o Pedrinho com profunda tristeza teve que separar-se de seu amigo querido por algum tempo e foi então despedir-se de Cadichum seu amigo de todas as horas e de sua vida até então.Prometeu ao burrinho vir sempre que tivesse uma folga acariciou- o e partiu para sua nova jornada de adulto. Enquanto o tempo passava a família começou a passar por dificuldades financeiras a chuva foi escassa e a colheita foi péssima, eles venderam o burrinho para um fazendeiro maldoso era famoso por explorar e bater em seus animais com trabalhos forçados até a morte, mais a família resolveu que para o bem do rapaz eles nada contariam até que a situação melhorasse para poderem comprar de volta Cadichum. Enquanto Pedrinho ia se formando em veterinário que era sua paixão os pais davam um jeito de irem nas férias para a cidade e sempre diziam que era para cortar os gastos e o tempo foi passando chegou o dia de sua Formatura mais Pedrinho tinha mais vontade de abraçar seu burrinho do que    qualquer festa que fizessem para seu bacharelado. Pensava agora em quando voltasse para casa quantas coisas da cidade grande teria para contar ao amigo quantas saudades. Em um domingo Pedrinho despediu-se de sua avó agradecendo por tudo e seus olhos estavam brilhando para o regresso a sua feliz morada. Doutor Pedrinho era agora o mais novo veterinário de sua região estava louco para fazer o seu melhor pelos animais e pelo seu Cadichum e foi com essa expectativa que entrou em casa jogando suas malas saiu correndo para a cocheira para matar as saudades de seu burrinho. Seus pais já o esperavam lá e aflitos contaram tudo ao seu filho que parecia não acreditar em nada do que eles falavam e de olhos arregalados e coração partido entendeu ser melhor não recriminar seus pais por nada pois era um bom filho e obediente e compreensivo. Pedrinho saiu para dá uma volta mais antes abraçou os pais e agradeceu pelo esforço que fizeram para que ele se formasse    e que tudo se dava um jeito. Passaram-se mais uns dias e o Doutor Pedrinho foi chamado para uma emergência em uma fazenda próxima onde o dono lhe disse que tinha um animal doente com uma pata quebrada imprestável para o trabalho, disse que o jeito era sacrificar o animal. Foi então com Pedrinho a te o local e lá para espanto de todos estava agonizando seu burrinho cadichum muito fraco mais como em um relâmpago o animal sentiu o cheiro de seu antigo dono abriu seus olhos e novamente tiveram seu diálogo como antigamente só que dessa vez muito triste porque os dois estavam se despedindo    pra sempre. Enquanto o maldoso fazendeiro aguardava ouvir o tiro um silêncio pairou sobre aquela fazenda. Pedrinho sentou=se ao lado de seu burrinho e colocou sua cabeça em seu ombro começando escovar carinhosamente seu pelo e a falar coisas tão lindas que somente os dois podiam entender naquela hora fatal. E foi assim que o Burrinho Cadichum morreu cercado de muito amor e carinho de quem soube amar um animal até seus últimos momentos.

                                                         Goretti Albuquerque.

 
16/01/2009 01:43:57 :: GORETTI ALBUQUERQUE


         MEU PRESENTE DIVINO.

Meu querido és minha vida
Te amo com emoção
Ainda quando mocinha
Acertaste-me o coração
Foi lindo puro e inocente
O nosso amor em canção.

A vida se encarregou
De mudar nossos instantes
A vida de cada um
Tomaram rumos distantes
Mais no coração guardamos
Nosso amor sempre constante.

O tempo passou depressa
Nenhum sinal nos chegava
Cada um com sua luta
Jamais nada esperávamos
Os nossos rastros na estrada
Sempre nos desencontravam.

A saudade do querido
Ficou em meu coração
Foi meu exemplo na vida
Uma eterna inspiração
Um dia ainda te faço
A minha revelação.

É o melhor em sinônimo
Que encontramos pra chamar
Como será esse encontro
Com meu “Gigante Menino”
Nos amamos de uma forma
Que só “Amor de Menino.”

                                                               GORETTI ALBUQUERQUE.



 
16/01/2009 01:40:41 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Naquela Noite...
Naquela noite chovia muito forte, ouvia-se as goteiras batendo nas vidraças    era um temporal com rajadas de vento e trovoadas parecendo que o Céu ia desabar com uma chuva torrencial que já se arrastava pela noite afora.
Enquanto em meu computador tentava digitar meus textos voltei meu pensamento para uma velha senhora que conheci a tempos atrás. A mesma escrevia como eu para preencher o vazio de sua alma e como para registrar suas lutas ferrenhas de outrora não muito longe porém já esquecida por todos.Todas as tardes ela sentava-se em sua cadeira de balanço na varanda e com seus óculos na ponta do nariz e começava rabiscar fatos históricos de sua caminhada desde o seu casamento a criação de seus filhos, sua viúves precoce que lhe obrigou bem cedo ainda a tomar as rédeas da família e da casa como tantas mulheres. Dona Anita era como era chamada tinha traços finos pele rosada e mãos de pianista uma postura de fidalga como se viesse de uma linhagem nobre. Mias então ela continuava ali por horas escrevendo suas    memórias por horas até que percebia que faltava iluminação e que chegara a noite era qando ela se recolhia para mais uma noite de solidão em seu casarão sombrio. Nele não mais se ouviam vozes de crianças brincando ou chorando nem marido esbravejando por sua roupa de sair a pobre senhora se alegrava somente com sua gatinha Fafá que como ela também já estava envelhecendo e caminhava com passos lentos atrás do calcanhar de sua dona por dentro da casa. Eu em meu computador fazia o meio do caminho já daquela senhora pois buscava encarar minhas noites de insônias e silêncio tentando registrar também minha vida em partes pela noite a dentro a escrever minhas recordações ou mesmo Poemas simplórios que me fizesse sentir-me produtiva de uma forma intelectual já que trabalho cuidando de idosos há anos e moro no local. Mais voltando para Dona Anita batalhou fortemente para criar seus seis filhos e educar em melhores colégios da cidade deu uma boa base para todos ela se orgulhava tanto de contar esse fato que chegava as lágrimas. Com o passar do tempo foram migrando para a Capital em busca de vagas no mercado de trabalho e se casando um a um suas vidas seguiram seu curso e a pobre senhora de repente não mais tinha uma voz sequer para ecoar naquele casarão agora tão quieto pela ausência de seus filhos. Como a vizinhança é curiosa e se mete na vida alheia, diziam sempre que    ela vivia abandonada e que uma vez por ano vinha algum deles para um ou dois dias com a mãe. Era um sorriso imenso para Dona Anita    corria a pegar as melhores frutas, carnes e doces para agradar, fazia quitandas de e noite e guardava para o final do ano e fazia uma linda ceia para os seis que nunca conseguiu juntar mais em sua mesa desde então.
            De volta ao meu computador pensei se seria assim para mim eu que tinha quatro filhos sempre dois vivendo em outro Estado e dois na mesma cidade que eu pensei comigo mesma que teria eu que está preparada para essa realidade cada vez mais constante no dia a dia na sociedade. Não meu coração falou para eu me acalmar que isso não aconteceria comigo e que meus filhos eram amorosos demais comigo. pode ser que Dona Anita pensou sempre como eu pensara nesse exato momento e que mais tarde ela viu que se enganara com a vida crua. Prefiro escrever meus textos e não mais pensar em como será... Lembrei de que uma tarde eu passava por a calçada daquela senhora quando ao olhar para dentro percebi que ela não escrevia mais sim tinha nas mãos um lencinho que enxugara suas lágrimas disfarçando dela mesmo sua amargura e suas comprovações interiores.    Com receio me aproximei e falei boa tarde perguntei se eu a atrapalhava ela disfarçou um pouco forçou um sorriso me mandando entrar e oferecendo-me uma cadeira junto a ela. Comecei a falar de minha vida e que também gostava de escrever e então ela foi se fechando quanto ao que escrevia. Disse-me que seus filhos não estavam lhe visitando porque estavam com muito trabalho mais que eram filhos maravilhosos não tinha nada a reclamar da vida. Mais olhou para mim e disse: Nunca pare de registrar seus dias, pois pode ser que alguém lá no futuro leia e saiba reconhecer seus valores suas batalhas e que Dona Anita estava assinando sua própria confissão de abandono para mim naquele instante.Abracei-a bem forte senti um pavor de como seria minha história ao chegar ao tempo dela. Continuamos a falar de coisas alegres ela serviu-me um chá e retornei para meus afazeres com tamanho pesar em meu coração por comprovar a realidade dos idosos nesse País . Agora após tantos anos lembrando esse fato pude ver que já casaram ou mudaram-se dois filhos que estou me sentindo muito só com Dona Anita, mais que remédio para esse tédio. Tenho que tocar a vida dando o melhor de mim para aqueles que não mais fazem as coisas corriqueiras e valorizar cada minuto de minha vida agora. Mais tarde sei que Deus proverá.

                                       Goretti Albuquerque..

 
16/01/2009 01:39:20 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      De volta a realidade.

Hoje, depois de um ano
Que em meu estado cheguei
Pergunto para mim mesma
Onde foi que eu errei
Porque em minhas investidas
Quase sempre fracassei.

Tentei encontrar meu chão
Na Cidade onde nasci
Mais era frágil o piso
Isso eu logo percebi
Lá em nada afirmar-me
Nunca, jamais, consegui.

Também na vida amorosa
Busquei concertar “um tempo:”
Que com inocência infinda
Sofri um golpe tremendo
Perdi créditos da família
E um “Amor de menina.”

Então me isolei de amores
Por tempo indeterminado
Não quero os dissabores
De um amor mascarado
Sigo buscando valores
Para muitos, ignorados.

Tenho sonhos desvairados
Sou meio intransigente
Quero um mundo onde os amantes
Viajem ao inconsciente
Amem sempre em avalanches
Em romances bem picantes.

Nosso corpo e mente buscam
Reações aprimoradas
Onde quem faz o amor
É também o mais amado
E assim, o amor é lindo.
Satisfaz o ser amado.

   Goretti Albuquerque.

 
16/01/2009 01:38:10 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Sigo os impulsos.

De azul e branco faço o meu ninho
Para acalanto do amor primeiro
Quem sabe um dia um belo passarinho
Trás o recado de uma vida inteira.

Sou viajante de um planeta mágico
Conjugo paz amor e um sorriso
Sempre farão meu mundo intergaláctico
Cheio de amor e meu olhar de riso.

Que a brisa doce que me roça a boca
Possa também tocar meu coração
Vivo feliz sendo sensata e louca
Assim sou livre feito uma canção.

Desejos loucos de uma vida plena
Carrego caixas cheias de emoção
Porque assim a vida vale a pena
Adrenalina em forma de oração.

Vidas se cruzam em um olhar somente
Em um segundo trás nosso destino
Mas falta pulso no incoerente
Perde-se a chance por um desatino.

Razão não é a marca registrada
Dos corações ardentes dos amantes
Trocam o percurso vão por outra estrada
Por um crepúsculo todo em diamantes.

Chamas de vidas que se entrelaçam
Jamais se apagam ainda que distante
Depois da vida lá no Céu se enlaçam
Viram estrelinhas, brilham a todo instante.

Algo me fez lembrar como é bonito
Olhar sorrindo para o semelhante
Por onde passo    deixo um riso escrito
Quero por fim que lembrem meu semblante.

                                                                        Goretti Albuquerque.

 
16/01/2009 01:36:44 :: GORETTI ALBUQUERQUE


            A Vida é bela!

Assim como a batida do meu coração
De forma tal é agitado meu viver
Mais sempre inspirada por uma canção
Sorrindo eu vou buscar o meu prazer.

Quando em angústias deito-me a pensar
Contorço a alma e o coração ferido
Talvez com calma eu possa imaginar
Porque não tenho o meu amor querido.

Já de manhã pergunto ao próprio vento
Se por aí ele viu um amor
Se possa vir junto ao meu pensamento
E apagar as marcas dessa dor.

O sol radiante afaga minha testa
Por um momento eu volto a sonhar
Com tudo lindo como em uma festa
Um grande amor a me acompanhar.

Vidas e mentes como “EU” sensível
Guardam memórias lindas do passado
Tentam mesclar um mundo impossível
Para enfeitar esse viver traçado.

Minhas lembranças de uma vida inteira
Guardo na alma com tanto desvelo
São jóias raras a minha maneira
No coração serão meu próprio selo.

Músicas tão belas fazem a diferença
De um mundo mal que eu tenho que esquecer
Poemas, filmes sem raça sem crença
São pérolas raras para meu viver.

                                                                     Goretti Albuquerque.
 
16/01/2009 01:32:13 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Deu Branco.

         Deu-me um branco
         Como é possível
         Estou sensível
         Deu-me um tranco.

         O dia finda
         Peito ferido
         Ente querido
      Tragou-me a vida.

      Tudo em sequências
      Hoje seguiram
      Todos infligiram
      Minha consciência.

      Ja era noite
      Na internete
      Alguem remete
      Falas de açoites.

      Palavras falam
      Quão traiçoeiras
      Ja com terceiros
      Nos matam e calam.

      É madrugada
      Fui massacrada
      Alma sagrada
      Só Deus me agrada.

   Tento um sorriso
   Para esquecer
   Ao amanhecer
   Nasce meu riso.

                              Goretti Albuquerque.
        
     
 
16/01/2009 01:30:49 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Família.
Em uma terra distante
Vive uma mulher guerreira
Que luta pelos seus sonhos
Sem nem pensar na canseira
Briga pela vida afora
E se vai na dianteira.

Tentou viver outra vida
Que não entrasse seus frutos
Não foi capaz largou tudo
Pois bendito são seus frutos.
Vela a vida de seus filhos
Quando pequenos e adultos

Tentou ser independente
Mais de nada adiantou
O que provou nessa vida
É que a seus filhos amou
Sem se importar com seus sonhos
Foi ser mãe que lhe agradou.

Distante da vida amorosa
Que sonhou pra si um dia
Distante também das coisas
Que almejava e queria
Deu seu peito e deu seu colo
Pra seus filhos com alegria.

Vive essa mulher guerreira
Sem mágoas e sem fracassos
Pois o que Deus lhe entregou
Foram batalhas sem cansaços
Foram tesouros queridos
Pra eles deixo meus traços.

Olho um dia de canseira
Já penso que vai passar
Pois se nasci sou “Guerreira”
Tenho que me superar
E das agruras da lida
Procuro não me lembrar.

Meu mundo é um faz de contas
Porém vivo na real
Se está ruim eu contorno
A vida fica legal
Em uma terra distante
Minha força é fatal.

   Goretti Albuquerque.
 

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