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20/01/2009 03:31:49 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


SACCO & VANZETTI - E A IRREPARABILIDADE DA PENA DE MORTE. [SerrãoManoel]

Com o avanço da violência e a ineficácia do Estado no combate à criminalidade, mormente, aos crimes tipificados como hediondos, não obstante o sistema normativo pátrio não tenha consagrado o famigerado instituto da pena de morte, é recorrente que o debate sobre a pena capital venha à baila, sendo uns contra e outros a favor de que o legislador       um dia aprove a pena capital.
Debalde o incauto desavisado, alheio e mal informado sobre os horrores e efeitos devastadores que indigitada pena causa a sociedade, pois é ponto pacífico que os países que a adotaram os resultados são inêxitosos diante do efeito inútil que não inibe e nem ameniza a violência reinante que se polifera em escala geométrica, e o que é pior, a constação de não há qualquer indícios de recuo nas estatísticas mais recentes que possam justificar a razão da sua existência.
Alerta-se que, ante a ausência da relatividade e a presença imperiosa do absolutismo, ou seja, por conta da sua própria natureza, uma vez aplicada, não dá chance e nem oferece a possibilidade a quem quer que seja de recurso contra possível erro do judiciário que a reverta.
Um caso de erro judicial que mais repercutiu no mundo relacionado à pena de morte, foi o caso da execução dos irmãos operários italianos de nome Sacco & Vanzetti, ocorrido nos Estados Unidos. Há registros de que confundidos como autores de um crime de homicídio pela morte de uma caixa e um vigilante de uma indústria de calçados, além de serem acusados de terem roubado mais de 15 mil dólares da referida indústria situada em Massachustte no ano de 1920.
Uma vez condenados, a execução de ambos causou o maior clamor, sendo reprovada veementemente pela comunidade internacional.
Com efeito, infelizmente após aplicada a pena capital, pouco tempo depois foram identificados e presos os verdadeiros criminosos, quando já haviam sido mortos dois inocentes sem que houvesse a possibilidade de se voltar atrás e reparar-se o erro cometido.
Destarte, mesmo o Estado reconhecendo o erro absurdo, tardio, infelizmente já não havia a possibilidade de recuperar-se o mal causado, que intencionalmente, ou não, mandara dois inocentes para os braços da morte.
Pena de morte, jamais!

 
20/01/2009 02:04:38 :: FER FONTES(Cöllyßry)


As palavras que frem...


"Se...

Te abrigas do Sol que te queima
E da chuva que te molha

Assim…

Deve ser feito em relação às palavras que ferem…"

Cöllyßry
 
19/01/2009 19:43:41 :: LADISLAU FLORIANO


PASSAGENS BIBLICAS EM POESIA-PARÁBOLA DO SEMEADOR(Lucas-8.4)

saia de casa o Mestre
e assentava se junto ao mar
seguidopela multidão
que o vinha escutar.
conta-lhes o Senhor
sobre um semeador
que saira a semear.

e enquanto semeava
uma parte caiu no caminho
sobre o solo ficou
vieram uns passarinhos
ja que estando no solo rentes
comeram as sementes
ou levaram a seus ninhos.

Já uma outra parte
nos pedregais foi cair
onde aterr era pouca
logo ela veio a surgir
vindo o sol abrasador
a semente se queimou
até sua raiz.

uma outra semente
nos espinhos foi parar
foram os espinhos crescendo
e a semente sem respirar
tanto o espinho cresceu
que a semente morreu
sem poder frutificar.

mas nem tudo estava perdido
seu trabalho não foi em vão
pois outra parte caiu
num terreno muito bom
crescendo e rendendo muito
multiplicaram seus frutos
para sua satisfação.

seus discipulos sem entenderem
foram em busca do Messias
Jesus então explicou
que a semente que ao chão caia
o inimigo que espreitava
logo vinha e as arrebatava
e assim sendo não crescia.

E a dos pedregais
é como o que ouvia
atento a palavra
ate que com alegria
só que não tinha raiz
e aos    poucos começa a sumir
perde o amor antes tinha.

e aquela dos espinhos
morrem ao terem nascido
é o que ouve e esquece
pelo mundo seduzido
se preocupa com as riquezas
é levado ao que deseja
não dndo a Deus ouvidos.

Mas aquele que foi
em boa terra semeada
é o que ouve e compreende
a palavra que foi pregada
da seu fruto em Jesus
mais e mais ela produz
sem poder ser arrancada.



LADISLAU FLORIANO
POETA DE CRISTO
DIR.AUT.RES.EDA/FBN
 
19/01/2009 19:31:58 :: LADISLAU FLORIANO


PASSAGENS BIBLICAS EM POESIA-CRUCIFICAÇÃO(Lucas-23.33)


Ao Gólgota,lugar da caveir
o haviam levado.
Por pregos pontiagudos
era esoerado.
Sem nenhuma compaixão
em cada lado u m ladrão
foi Jeus crucificado.

La do alto da cruz
pode Jesus contemplar
toda a grande multidão
a esperar.
Parecia ser muito tarde
o povo esperar mais um milagre
que o pudesse salvar.

Por amor ao ser humano
o fizerm prisioneiro
por amor a verdade
entregou se a si primeiro.
Mesmo em tal situação
perdoou o ladrão
aind pretgado no madeiro.

Não suportou sua carne
e antes de expirr
implorou ap pai perdão
sim,não quiis condenar
tendo pregado seus braços
pedoou ate o carrasco
por quem veio se entregar.

foi no ultimo suspiro
que Jesus da cruz bradou
Pai,perdoai-lhes.....
e dito isto expirou.
A terra estremeceu
o céu escureceu
e a multidão se calou.

LADISLAU FLORIANO
POET DE CRISTO
DIR.AUT.RES/EDA/FBN
 
19/01/2009 18:42:38 :: JOSE APARECIDO BOTACINI


Arte nua

O quadro dos meus sonhos
Emoldurados com minhas fantasias,
Ainda cheirava a tinta
Quando o contemplei.
Um óleo brilhante, cativante,
Nas cores dourada, púrpura,
Azul e vermelho carmim.
O dourado dos seus cabelos contrastava com
O púrpuro dos seus dois suculentos mamilos,
Azuis, imaginei que fossem os seus olhos.
Sob o seu corpo um lençol vermelho carmim,
Do mesmo tom era a cor do seu batom
Que enfeitava os seus lábios pra mim;
O dourado também realçava, seus lindos pentelhos.
 
19/01/2009 16:51:47 :: DENISE CARVALHO


Teu corpo são meus livros

Que gênero hei de escolher?

A página sempre aberta:amor,amor,amor

Livros embevecidos de carinhos cartilaginosos

Cobriram meu corpo em chamas

Deram-me abrigo

O retorno do riso contemplativo

O calor contíguo da paixão

A chance de renascer.
 
19/01/2009 13:41:01 :: AMARILIS PAZINI AIRES
http://lh5.google.com/roseh2/SBpIAGeC7xI/AAAAAAAAAUM/mVt9Xjzf47A/8001748351.jpg
VOA LIBERDADE

Voa , minha liberdade
bata as asas em compasso
liberte os sentimentos
abranda o coração,
entoe uma canção
aprenda a lição.
Solte as amarras
invada a imensidão,
transmute os valores
busque a verdade,
alegre a vivência.
Suba alto,
no topo da montanha,
abra as asas,
exale a vida,
e imortalize-se.

Autoria : Amarilis Pazini Aires
15/07/08
 
19/01/2009 07:38:33 :: JOSE APARECIDO BOTACINI


Ternura (Soneto)



Ternura... é como uma estrela de ouro
Que para muitos passa desapercebida
São fragmentos de um reluzente tesouro
Que deixam nossa aura mais colorida.

Ternura... é um sol quente e louro
Que aquece o inverno da nossa vida.
E que ás vezes por simples desdouro,
Permanece como relíquia bem escondida.

Ternura... é como a brisa soprando
Pelos prados de trigais ondulantes
Com os rouxinóis alegres cantando

Nas Campinas floridas e verdejantes.
Ternura... é um sorriso de aurora,
Quando a noite termina e o dia aflora.

 
18/01/2009 20:18:32 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


NINGUÉM ESQUECE [SerrãoManoel]

Donde venho só há duas espécies de amor: os que sempre lembramos e os que ninguém esquece.
 
18/01/2009 13:21:46 :: GIULIA DUMMONT


Coletânea

Giulia Dummont
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