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Cláudio Joaquim


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31/01/2009 16:00:10 :: FER FONTES(Cöllyßry)


Eterna Mãe...


Dos Céus descestes por entre Elos

Da sagrada Luz…

Dos Anjos e Arcanjos, mensageiros de Luz...

Em Teu colo minha cabeça repousei,

Sem antes primeiro, sentir Teu abraço…

Tuas sedosas mãos me afagaram

Teus lábios me beijaram,

Tua límpida melodiosa voz

Me embalava, com orgulho falado

De o ser Tua Filha,

Adorada e Excelsa MÃE minha,

Teu amor é pérola única…

És um pedaço de mim.

Sou... Tua Eterna menina

És... Eterna MÃE minha…



Fer Fontes
 
31/01/2009 15:58:01 :: FER FONTES(Cöllyßry)


"Se a noite vem e o som agride…
Refugia-Te no silêncio,
Mas…
Se a noite vem e o som adoça…
Grita no prazer do sentir."

Cõllybry
 
31/01/2009 15:54:44 :: FER FONTES(Cöllyßry)


Cõllybry
 
31/01/2009 15:53:54 :: FER FONTES(Cöllyßry)


"Nunca queiras saltar muito longe

A distância entre ti e DEUS é muito maior…

Da distancia entre DEUS e tu."


Cõllybry
 
31/01/2009 15:15:15 :: ADRYA
Redemoinho

Quando o dia
abre suas asas
despertando borboletas
em meu olhar
em oração,
sinto-me
andorinha sob nuvens,
que se dissolvem
ao rodopio do vento,
entre as curvas e
montanhas
insinuando para o marinho azul
E a luz
Esvoaçando,
colorindo,
o algodão
imagens recolhidas
em papel de seda
do dia
e eu ainda
vivo.   
 
31/01/2009 11:33:17 :: Godinho@Godinho



DEGRADAÇÃO DA ESPÉCIE

O mar engole aos milhares
Aviões explodem nos ares
Mosquitos são malditos
Levam doenças aos lares

Pedras que viram água
Águas que viram pedra
Homem perdendo o valor
Sangue virando moeda

Ventos,sol,tempestades
Vem e arrasam cidades
Crianças nascem sem tempo
Velhos encurtam a idade

Toda a água do planeta
Já está comprometida
O ódio excita a violência
Falência múltipla da vida

Vidas que pedem comida
Respiram se contaminando
Assistem a despedida
O sopro da vida acabando

A lua rejeita a visita
O sol queima e envelhece
O mar a ressaca vomita
Terremotos a terra extremesse

O vento trás o tormento
O ar corroe,apodrece
A terra berço das sementes
Sepulta suas espécies

O homem maior culpado
Insiste acabar com a terra
A ira inspirou a violência
A ganância gerou a guerra

Tudo isso é um alerta
Para a degradação da espécie
Tudo foi Deus quem criou
Pena que o homem esquece

Mas ainda não é o fim
Deus renova o que consomem
A criança que nasce é a prova
“Que ainda há esperanças no homem”

by:Godinho@Godinho
 
30/01/2009 18:20:25 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


Navegar é preciso, viver é saber que enquanto capitão-mor Cabral completamente perdido feito bosss... n'água tentava a contragosto desesperadamente encontrar o caminho, a rota para as Índias [e por falar em índias peladas da tribo tupiniquim, dizem às más-línguas que a capitã não era lá muito chegado nas “mina”], tal qual o mala do Pero Vaz que só era Caminho mas não era rota e sim uma mão na roda, opa ai! Ai jisus! Passava a pena nos olhos das costas    de tanto apreciar vasta abundância e a vermelhidão do pau-brasil, enfim, mirar lá do alto mastro da cesta, isto é, lá do caralho toda aquela dureza vertical que não era mole não, assim como toda aquele tribo sacudindo a mãozinha, balançando a bundinha e levantando o pé do chão, ficou no maior axé!

No balançar de cá, no balançar de lá [era o Brow e o Araqueto?], eis então que num daqueles rompantes - pura miragem da maresia salgada de quem ficou muito tempo a ver navios - Água...água...água mineral? Nasceu o célebre e histórico refrão de Pero Vaz de Caninha, digo, Pedro Vaz de Caminha que mandou vê esta linda pérola: "Ó paiÓ! Ó meu Rei aqui em se sentando, tanto dá como tudo cresce e se torna um grande trio elétrico de Dodô e Osmar”. Vai uma dança da manivela?

 
30/01/2009 11:56:12 :: ALEXANDRE BRUSSOLO


Brasil

Brasil terra de ninguém
terra que os portugueses tomaram também.
Terra que Deus abençoou
mas que o reino veio e roubou.
Índios aqui encontraram
tão simples eram que os enganaram.
Terra boa, terra nativa
em pouco tempo se tornou produtiva.
Suas riquezas foram roubadas,
para Portugal serem levadas.
Terra que feliz era outrora,
perante o nascer de sua aurora.
Muitos justos e defensores apareceram
mas muitos por ti morreram.
Terra boa, terra explorada
por corruptos é enganada.
Terra que não chegou ao desenvolvimento
porque em ti não pensaram um só momento.
Terra forte e de solo grandioso
onde o sol é quente e luminoso.
Seu verdadeiro povo aqui nasceu, aqui morrerá
e mesmo em pensamento nunca te esquecerá.



Alexandre Brussolo (25/10/1990)


"O poeta e o escritor são além de tudo historiadores."


TEXTO: 14

 
30/01/2009 04:35:44 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA


ANARCHISM [SerrãoManoel]

A
AN
ANA
ANAR
ANARQ
ANARQU
ANARQUI
ANARQUIA
ANÁRQUICA!

ANARCO-ANARCO
ANARCO-MUTUALISTA
ANARCO-COLETIVISTA
ANARCO-SINDICALISTA
ANARCO-INDIVIDUALISTA

ANARCO-ANARCO
ANARCO-MODERNISTA
ANARCO-PÓS-ANARQUISTA
ANARCO-PÓS-MODERNISTA.
ANARCO-RETRÔ-ANARQUISTA

ANARCO-ANARCO
ANARCO-COMUNISTA
ANARCO-PRO-ANARQUISTA
ANARCO-ANTI-MONARQUISTA
ANARCO-CONTRA-ANARQUISTA

ANARCO-ANARCO
ANARCO-NEM-CONTRA
ANARCO-NEM-A-FAVOR
ANARCO-PELO-CONTRÁRIO
ANARCO CONTRA O PODER DOMINADOR.

ANARCO-ANARCO
ANARCO SIM SINHÔ?
ANARCO CONTRA O PODER DE PODER PHUDER CONTRA O SENHOR!



 
29/01/2009 21:22:10 :: GORETTI ALBUQUERQUE


                           Verdades de um silencio.

Amor igual a nenhum
Sonhos abafados em mim
Lembranças de uma vida
De um amor jamais vivido
Pois me perdi no caminho
Por uma dor de menina
De um lar sem provedor
Tive que pagar bem cedo
As contas que o mundo inteiro
Em um só dia: aprontou.

Vivi sem dignidade
Acreditando nas falas
Que tentavam convencer-me
Que a pureza de corpo e alma
Sumiram juntos comigo.
Guardei por mim um respeito
Pois sabia que eu valia
Mais que o ouro refinado
Pois Deus tinha me guardado.

Meu amor não segurei
Nossos filhos eu não gerei
Carícia infinda perdi
Seu corpo eu não conheci
O lar ao lado do amado
Foi por outra, ocupado
Meiguice e candura tamanha
Guardei comigo pra sempre
Pra aquele que tanto amei
Que jamais soube a Verdade.

Amor que não pude ter
Seu perdão eu não ganhei
Seu peito eu nunca toquei
Seu mundo eu não explorei.
Orgasmos eu não conheci
Só pureza eu guardei
Desejo febril senti
Mais meu coração guardei
Pra aquele que sempre amei.

Cada dia que passava
Toda lágrima que corria
Era como se meu peito
Aguardasse pelo dia
Em que meu amor soubesse
Que o resumo de minha vida
Não era o que lhe marcaram
Em vão tentei uma chance
De um perdão desesperado
Da boca do meu amado.

Corriam dias e anos
E mais dores e desenganos
A vida ia me entregando
Fui gerando novas vidas
Do meu umbigo sangrando
De cada um    fui cuidando
Mais dentre em mim eu sabia
Que todo amor do passado
Estavam presos a mim
Desde os meus dezoito anos.

Meu amor lindo se foi
Não pude exigir respeito
Fiquei sempre dividida
Entre provar ser igual
As moças daquela época
Por certo eu não consegui
Engoli todas as mágoas
Guardei pra chorar um dia
Se meu Deus me permitisse
Nos braços do meu amado.

Meu amor se tu soubesses
Do amor que guardo comigo
A dor que sinto escondida
Do amor que não te dei
Meu corpo eu não te entreguei
Nossos filhos eu não te dei
Por causa de um erro meu.
Às vezes em pensamentos
Vejo-te em um lamento
E como que em um sobressalto
Vejo o amado ao meu lado.

                        Maria Goretti Albuquerque.
 

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