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Cláudio Joaquim


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08/05/2009 10:09:56 :: GORETTI ALBUQUERQUE


E VIVA A “ROSA!”(A Mana Rosa)

A flor que luta, sem pensar na hora
Corre com sua prole, defendendo os seus.
Com serenidade, vai montando a História
Olhando seu tempo, pede Moratória.
Rosa Flor menina, espinho em roseiras,
Na escola eras, o terror da classe,
Aluna exemplo, fã das brincadeiras.

Sozinha aprontava, pela escola inteira
Nossa “Mãe” dizia, ao te por na escola,
Eras tu espinhos, viraste roseira.
Quando enfim formada, na calma se isola
Já não mais aprontas das suas zueiras.
Moça irreverente! trazia em sua mente:
Mudaria o mundo, de um jeito profundo.
Cerveja na mão, cigarro entre os dedos
Lançando a moda, fez ferver o mundo.
Cidade pequena, olhares maldosos.
Mais a Flor não muda, firma bem seus traços.
Pouco se importava, com os revoltosos
Vai ditando a moda, deixando seus rastros.
Fez-se enfermeira, ajudou Parteira
Com suor tentava uma vida Digna.
Chegando a São Paulo, seguindo carreira
Desbravou veredas, descobriu Enigmas
Hoje Mãe honrosa! Luz de uma Clareira!

Goretti Albuquerque.

 
08/05/2009 10:04:34 :: GORETTI ALBUQUERQUE


“MARIA!” A PRIMOGÊNITA. (À Mana Elizabeth)

“MARIA!”
O teu nome principia na palma da minha mão.
Para todos, Elizabeth: Mais não em minha canção,
Para mim tu és a “MARIA!” Corda do meu coração.
Elizabeth Segunda O Velho Zeca (PAI) assim quis
Que tu tivesses o nome, de uma Rainha Feliz.
Tu e a outra sois “Sisudas:” Mais honram o seu País.
“MARIA” de muitas lutas, “Mulher forte de Raiz.

Não tens Segunda em teu nome, a tua “Chara” já tem
O fato é que tanto faz se és Primeira ou Segunda;
Para nós importa um fato: Sua vida com seus feitos.
Tu és a nossa “Mileide,” ainda que não aceites.
Austero esse teu jeito, não se parece com o meu
Se alguém tem que mudar, não sei se és Tu ou Eu
No fundo é um desafio, ganha você, ganho Eu.

Vou embolar, agora vou embolar
Você diz que dá na bola, na bola você não dá.
Elizabeth pra Lá. Nossa “MARIA” pra Cá.
Uma está na Inglaterra,
A “Nossa” é prata da terra;
Construiu seus Pergaminhos
Salve! “MARIA!” Beijinhos.

Goretti Albuquerque.

 
08/05/2009 09:46:42 :: LUCIENE LIMA PRADO


TEXTOS EM PROSA E VERSO:

http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_textos_autor.php?cdEscritor=1588

UM ABRAÇO VITAL!

 
08/05/2009 09:32:50 :: PERSÉFONE HADES
Leiam a interpretação de Rohden do Sermão da Montanha, é uma reflexão muito boa.

Na minha página de textos:

http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_textos_autor.php?cdPoesia=23995&cdEscritor=1077


Perséfone Hades
 
07/05/2009 11:35:48 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      O NOSSO AMOR CRIANÇA!

Olhar-te ao longe, envolve-me em tormentos
E apesar de tanto tempo, eu vejo.
Continuas em mim, em forma de desejo
Guardo a magia dos nossos momentos.

Saber que nosso amor é eterno: seduz-me.
Lembro-me as juras de real grandeza, bem sei.
Que para ti um barquinho a flutuar, serei...
Em um oceano de amor, em que tu sempre, conduzes-me.

Amar do jeito complicado e forte, que te amei.
Dois seres enlouquecidos e contidos, em um só.
O olho de um furacão nos reduziu a pó
Seremos um do outro sempre, eu jurei.

Bem longe agora nossos corpos sedentos, estão.
A relembrar estado raro de felicidade.
Nós bem sabemos, que agora, e na eternidade.
Seremos Luz em forma de canção.

Sonho real, que nos deixou lembranças
Delírios loucos, desejos de amantes
Se nos perdemos, feito dois errantes
Guardemos sempre o “Nosso Amor Criança!”

Goretti Albuquerque.

 
07/05/2009 02:42:36 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Um Cantar Choroso!

Cá dentro, existe um canto
De sonho e esperança.
Mesmo sem acalanto
Espero por bonança.
Que a vida brote o encanto
Não plantando a ganância
Vão-se os desencantos.

Ouço um cantar constante
Choro da Natureza!
O homem é o mandante
É bicho em avareza
Quando se faz errante
Faz-se Vil Comandante
Destrói com sua frieza.

Geme a Floresta Nua
Sua copa é decepada
Enchente alaga as ruas
Nascentes desviadas
As árvores que eram tua
Tombam ajoelhadas
Oh! Causa Nua e Crua!

O Canto lá de dentro
Maculam os corações
Invade a mata a dentro
Soluços em    comoções
As rochas clamam ao tempo   
Aplaquem as aflições;
Choram a brisa e o vento.

Os pássaros silenciam
Perderam os seus ninhos
Insetos anunciam
Roubaram-lhe os caminhos
Riachos que agonizam
Deixaram um pergaminho:
Homens! Mudem o “CAMINHO.”

Goretti Albuquerque



 
07/05/2009 02:40:50 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Essa Febre... Me mantém Desperta.

Anseio estar desperta
Mudar a vida incerta
Quero a cabeça esperta
Deixar o meu Alerta.

Mais tenho Febre...
De consertar o mundo
Sei, tenho que ser breve
O poço está profundo.

Plantar boa semente
De Amor e de Perdão.
Assisto a Humanidade
Chorar sem solução.

Mais sinto dores...
Ao ver tanto abandono
Crianças vivem horrores
Tal qual um “Cão Sem Dono.”

Quero invadir as ruas
Gritar aos quatro ventos
Temos barrigas Nuas
Danos e sofrimentos.

Mais choro agora...
Porque não foi possível
Fazer a nova aurora
De um bebê sensível.

Dentre em meu Ser consigo
Com sonhos idealistas
Crianças tendo abrigos
Idosos otimistas.

Mais oro a Deus...
Que tenha piedade
De todos os filhos seus
Que clamam sua “Bondade.”

Agora com febre de repulsa, e esse mundo ainda me Expulsa...
Nessa noite, a dor vem como
Açoites...
E o pulso... Ainda pulsa.

Goretti Albuquerque.


 
06/05/2009 16:24:41 :: ANGELA SILVEIRA
Raizes

O meu chão tem terra,
Terra que brota esperança.

O meu sangue tem força,
Que gera o ser uma criança.

As águas trazem à natureza,
A proteção e a grande certeza.

Do solo se extrai as riquezas,
E do homem as impurezas.

Os nativos cultivam a alma,
Já os tolos não sabem ter calma.

Vivemos num mundo moderno,
Desprezando a sabedoria dos velhos.

A mãe embala a criança,
No seio ressurge a esperança.

O meu chão tem terra,
Terra que brota esperança.
 
06/05/2009 16:24:03 :: ANGELA SILVEIRA
Menino Sonhador

Meninho, menininho,
Menino sonhador!
Sonhava ser um menino,
Sonhava ser criador.

Menino, menininho,
Sonhava como um sonhador!
Menino filho do homem,
Fruto de um grande amor.
Sonhava ser um gigante,
Motorista, aviador,
bombeiro, marinheiro, engenheiro,
Sonhava ser um doutor!

Menino, menininho,
Menino sonhador!
De sonho em sonho,
Foi construindo...
Hoje seu nome é escritor!
 
06/05/2009 12:17:34 :: Geraldo Altoé
OUTRO DIA DAS MÃES ( Altoé)


Perdi minha mãe...
Mas foi no jardim.
É que ela gosta de flores
Como gosta de mim...

Procurava minha mãe
Entre todas as flores,
Entre todas as cores...
Todas eram iguais...
Quando a mãe avistei,
Foi aí que notei
Que ela é muito mais...
 

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