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Cláudio Joaquim


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09/05/2009 13:52:01 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Poema Suave Para Todas às “Mamães!”

Sou Mamãe a Flor
Um jardim de Amor
Alguém que na Dor
Vive sem Temor
Estampando a Cor!

Por momentos Vou
Olhar mais quem Sou
E amando eu Vou.
Minha Luz Brotou
A Paz já Chegou!

Poema Suave
A você Mamãe
Rumo a uma Nave
A Estrela “Mãe!”

Tens olhar que Guia
Orando em Magia
Diz amar sua Cria
A chorar Envias
Seu: “Em Deus Confia!”

Amor sem definição
Sentimento Sublime, Bondade e Resignação!

Montando essa Rima
A “Mãe” sou por sina
Meu verso te Ensina
A lágrima de Estima
E assino Em Cima
Ser “Mãe” me Fascina!
 
09/05/2009 00:06:12 :: GORETTI ALBUQUERQUE


                     “VITÓRIA!”

Vitória não é somente
O nome de uma mulher
É superar sofrimento
Enfrentar o que vier.
Contra tudo e contra todos
Salvando-se quem poder.

Vitória de uma corrida
De carro, cavalo, ou a pé
Vitória é vencer na vida
Não tendo “Um feito sequer.”
Vitória é ter que ganhar
É lutar contra a maré.

Vitória alguém te conhece
Depois de muito “Lutar”
Não pense que é tudo fácil
Tens muito que se esticar
Nada é mole nessa vida
Mais pra frente tens que andar.

Vitória é a linda face
Daquilo que mais se quer
Desbravar sem se abater
Pois para a lida se nasce
Vais conhecer a “Vitória”
Montando sua própria História.


Goretti Albuquerque.
 
08/05/2009 23:52:30 :: GORETTI ALBUQUERQUE


O ONTEM E O HOJE.

Ontem eu sorria, hoje só sinto
Ontem eram planos, hoje enganos
Nem mesmo quero ter a certeza.
Se o novo dia, trará tristeza.

Ontem eu pensava como amar
Hoje me acanho, só dei azar
Mesmo que ontem eu me iludisse
Hoje me esqueço, do que já disse.

Ontem fui jovem, hoje anciã.
Poço restou-me, para o amanhã
Ontem me viste, sorrindo ao vento
Hoje é bem triste, meu pensamento.


Ontem lutei hoje eu tentei
Ganhei batalhas, dentro da Lei
Hoje sou frágil, muito mudei
São muitas dores, que eu suportei.

GORETTI ALBUQUERQUE.
 
08/05/2009 23:31:04 :: GORETTI ALBUQUERQUE


GENTE HUMILDE.

Sento sobre um parapeito
De uma casinha antiga
Sinto um cheirinho de mato
Vejo um Senhor sem camisa
Colhe seu feijão bem farto
Nem se importa com a fadiga.

Fico em silêncio pensando
Em como trás paz pra mente
Essa vida na fazenda.
Tem fartura pra essa gente
Tudo melhor que a encomenda
Vem do Pai Onipotente.

No curral vejo um bom gado
Pastando gordo e sadio
O homem lá continua
Trabalha horas a fio
Olha a criancinha nua
Brincar sem temor na rua.

Que beleza a passarada
Sobrevoando no Céu
Voam sobre a invernada
Faz um tremendo escarcéu
O beija-flor na sacada
Traz no biquinho seu mel.

Chapéu quebrado na testa
Botas surradas nos pés
Nunca foi a uma festa
Jamais comeu canapés
A vida que tem é essa
Segue dando os pontapés.

Seus olhos brilham no pouco
Seu coração mostra e diz
Tira a vida num sufoco
Buscando ser seu Juiz
Somente através do esforço
O ser humano é feliz.

Goretti Albuquerque.
 
08/05/2009 21:50:10 :: GORETTI ALBUQUERQUE


      O VELHO E O MENINO.

Um pobre velho sentado
Vê um menino tristonho
Com as mãozinhas estendidas
Pede um pedaço de pão
O velho então lhe pergunta;
Não te quiseram mais não?

A semelhança dos dois
Os faz amigos então
O que um ganha é do outro
E assim vão caminhando
Um ensinando seu pouco
Das dores do próprio corpo.

O velho já foi menino
Entende bem seu amigo
Vai lhe passando da vida
Lições que lhe servirão
No decorrer de sua lida
Vais precisar de um irmão.

O menino aprendeu
Tão somente a sonhar
Que vida de gente grande
É sempre sorrir, cantar
Do que essa vida maçante
Pensa o menino, ofegante.

O velho e o menino
Sofrem a mesma crueldade
Foram jogados na vida
Por entes queridos seus
E lhe fizeram na verdade
Tamanha perversidade.

                  MARIA GORETTI ALBUQUERQUE.
 
08/05/2009 21:20:45 :: GORETTI ALBUQUERQUE


ANJO DE NOBREZA!



Tal qual uma chama
De uma vela acesa,
Trago-te em minh’alma
Anjo de Nobreza!

Nosso amor em falas
Sussurros bramiam
Teu beijo me cala
Corpos silenciam.

Tal o equilibrista
Firmando em meu peito
Feito um alpinista
Escalas meu leito.

Beija-me agora
Amo-te querido.
Esquece o Lá Fora
Rouba-me o sentido.

Meu lindo Mancebo!
Sempre o Meu Menino.
No ventre eu concebo
Teu fruto Divino!

Vamos a galope
Rumo a Eternidade.
Para o Céu no tope
Com suavidade.

Algemas singelas
Deixastes em mim.
Serei tua Donzela
Do “AMOR Sem FIM!”

Goretti Albuquerque.
 
08/05/2009 21:06:26 :: GORETTI ALBUQUERQUE


NOITE    SOMBRIA.

Noite Sombria trás agonia
Guris brincando, nos alegrando
Mulher sorria em harmonia
Jovens se amando, vão se aninhando.

Dias sem brilho, tal meu exílio
Manhãs vazias, sem fantasias
Pedinte clama, por seu auxílio
Radinho mudo, sem sintonia.

Homem do campo planta o seu canto
Doce é aurora, de quem namora
Luar cinzento, de puro pranto
Criança chora me vou embora.

Pardais na fresta fazem seus ninhos
Galo cantando vai me acordando
A fé do pobre move moinhos
Lá na capela o Padre rezando.

Já cai a tarde, o sol vai indo
Passos levando o pó da estrada
Pasto verdinho, gado mugindo
A Mãe correndo, sempre agitada.

Pratos na mesa, comida fria
Faltaram todos, mesa vazia
Chove lá fora, no fim do dia
Marido grita, por sua Maria.

O cão tristonho busca o seu dono
Ao fim da tarde descansa a mente
Criança e velho, no abandono
Só Deus é vida... Eternamente.


A casa velha traz as lembranças
Madrinha Rosa, o algodão fia
Meus olhos negros guardam esperanças
Ao som do Coro da Ave Maria!

Goretti Albuquerque.
 
08/05/2009 10:09:56 :: GORETTI ALBUQUERQUE


E VIVA A “ROSA!”(A Mana Rosa)

A flor que luta, sem pensar na hora
Corre com sua prole, defendendo os seus.
Com serenidade, vai montando a História
Olhando seu tempo, pede Moratória.
Rosa Flor menina, espinho em roseiras,
Na escola eras, o terror da classe,
Aluna exemplo, fã das brincadeiras.

Sozinha aprontava, pela escola inteira
Nossa “Mãe” dizia, ao te por na escola,
Eras tu espinhos, viraste roseira.
Quando enfim formada, na calma se isola
Já não mais aprontas das suas zueiras.
Moça irreverente! trazia em sua mente:
Mudaria o mundo, de um jeito profundo.
Cerveja na mão, cigarro entre os dedos
Lançando a moda, fez ferver o mundo.
Cidade pequena, olhares maldosos.
Mais a Flor não muda, firma bem seus traços.
Pouco se importava, com os revoltosos
Vai ditando a moda, deixando seus rastros.
Fez-se enfermeira, ajudou Parteira
Com suor tentava uma vida Digna.
Chegando a São Paulo, seguindo carreira
Desbravou veredas, descobriu Enigmas
Hoje Mãe honrosa! Luz de uma Clareira!

Goretti Albuquerque.

 
08/05/2009 10:04:34 :: GORETTI ALBUQUERQUE


“MARIA!” A PRIMOGÊNITA. (À Mana Elizabeth)

“MARIA!”
O teu nome principia na palma da minha mão.
Para todos, Elizabeth: Mais não em minha canção,
Para mim tu és a “MARIA!” Corda do meu coração.
Elizabeth Segunda O Velho Zeca (PAI) assim quis
Que tu tivesses o nome, de uma Rainha Feliz.
Tu e a outra sois “Sisudas:” Mais honram o seu País.
“MARIA” de muitas lutas, “Mulher forte de Raiz.

Não tens Segunda em teu nome, a tua “Chara” já tem
O fato é que tanto faz se és Primeira ou Segunda;
Para nós importa um fato: Sua vida com seus feitos.
Tu és a nossa “Mileide,” ainda que não aceites.
Austero esse teu jeito, não se parece com o meu
Se alguém tem que mudar, não sei se és Tu ou Eu
No fundo é um desafio, ganha você, ganho Eu.

Vou embolar, agora vou embolar
Você diz que dá na bola, na bola você não dá.
Elizabeth pra Lá. Nossa “MARIA” pra Cá.
Uma está na Inglaterra,
A “Nossa” é prata da terra;
Construiu seus Pergaminhos
Salve! “MARIA!” Beijinhos.

Goretti Albuquerque.

 
08/05/2009 09:46:42 :: LUCIENE LIMA PRADO


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