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Cláudio Joaquim


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02/06/2009 17:00:27 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Lírio do Campo.

Vem de mansinho
Não tenho pressa
Com teu denguinho
Já me arremessas.

Teu corpo é leito
Magia e encanto
Vem pro meu peito
Meu acalanto.

Tudo é pureza
Doce paixão
Anjo Nobreza
Linda canção.

Lírio do Campo
Sorri pra mim
Serei teu canto
Sou tua enfim.

Olhos ardentes
Alma divina
Amor latente
Sou tua menina.

Na madrugada
Fusões perfeitas
Sou tua amada
Entre as eleitas.

Goretti Albuquerque.
 
02/06/2009 16:53:23 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Somos Prometidos.

Metade de mim
Vem somar comigo
Sou o amor sem fim
Viverei contigo.

Nada é mais bonito
Do que o nosso amor
Temos o infinito
E um amor em flor.

Sedução no olhar
Doçura em vida
Delícia é te amar
Sou tua querida.

Beija-me de um jeito
Tira-me o ar
Cola-me em teu peito
Louco a me amar.

Promessas partidas
Marcou meu viver
Parte de uma vida
Tentei te esquecer.

Então o destino
Uniu novamente
O amor de menino
Entre dois viventes.

Somos inocentes
Somos vagabundos
Somos tão carentes
Somos de outro mundo.

Goretti Albuquerque.

 
02/06/2009 16:45:00 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Silêncio dos Amantes.

Ainda eu não era
Tu já eras meu
Depois sendo a bela
Meu amor foi teu.

Antes da chegada
Encontrei saída
Sendo tua amada
Antes de uma vida.

No amanhã sou luz
À noite a saudade
Teu beijo me induz
A mais tenra idade.

Lágrimas caindo
Corpos amassados
Amor se esvaindo
Beijos tresloucados.

Mãos que acariciam
Olhos fulminantes
Vidas se iniciam
No toque de amantes.

Meu anjo me escuta
Ouves meu dizer
Teu jeito me insulta
Sou teu bem querer.

Amor não comum
Amor de valor
Que jeito incomum
Tem o nosso amor.

Sentes meu calor
Diz que sentes dor
Beija-me com ardor
Mata-me de amor!

Goretti Albuquerque.
 
02/06/2009 09:39:24 :: Godinho@Godinho
  
DEGRADAÇÃO DA ESPÉCIE

O mar engole aos milhares
Aviões explodem nos ares
Mosquitos esquisitos
Levam doenças aos lares

Pedras que viram água
Águas que viram pedra
Homem perdendo o valor
Sangue virando moeda

Ventos,sol,tempestades
Vem e arrasam cidades
Crianças nascem sem tempo
Velhos encurtam a idade

Toda a água do planeta
Já está comprometida
O ódio excita a violência
Falência múltipla da vida

Vidas que pedem comida
Respiram se contaminando
Assistem a despedida
O sopro da vida acabando

A lua rejeita a visita
O sol queima e envelhece
O mar a ressaca vomita
Terremotos a terra extremesse

O vento trás o tormento
O ar corroe,apodrece
A terra ventre das sementes
Sepulta suas espécies

O homem maior culpado
Insiste acabar com a terra
A ira inspirou a violência
A ganância gerou a guerra

Tudo isso é um alerta
Para a degradação da espécie
Tudo foi Deus quem criou
Pena que o homem esquece

Mas ainda não é o fim
Deus renova o que consomem
A criança que nasce é a prova
“Que ainda há esperanças no homem”


by:Godinho@Godinho


 
01/06/2009 19:11:57 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Serei teus... Versos!

Venha para ficar...
Prometo que nunca deixarei
De te amar!

Preciso contigo estar...
E dividir contigo o brilho
Do meu olhar!

Quero-te assim...
Ardente e infiel tal qual
É o meu mundo!

Sei que o querer...
Também é divisão do amor
E assim te quero!

Em versos posso...
Ser sua musa sua Dulcinéia!
Em delírios eu sou!

Criar é ter um Universo a conspirar no peito...
É ter por ninho o berço de um poeta
É adorar um luar!

Antes que o Mar bravio...
Leve minhas ilusões de amante
Abraça-me Oh Amado!

Constelações são solos dos Poetas...
Onde um Ser lindo escreve, chora e ama
Beija-me! Serei teu verso!

Os anjos algum dia dirão...
Que o “Grão de Areia encontrou sua Estrela!”
Então serei o que sobrou dos “Dois!”

Goretti Albuquerque.


 
01/06/2009 16:14:52 :: LOURDES NEVES CÚRCIO



   A ESTAÇÃO DO AMOR

Nasce enfim a primavera!
Doce império das verbenas,
Azaléias, açucenas
Petúnias, rosas, tulipas...
Violetas, acácias, camélias...
Sempre-vivas e bromélias.
Renasce enfim a esperança!
O meu ser se faz criança
No canteiro surgem flores...
No peito brotam amores!
É tempo de ternas floradas
De almas enamoradas
De suspiros e delírios
De cravos, miosótis e lírios
Ornamentando os jardins,
Num gesto de preito e louvor
À eterna estação do amor!
Há orquídeas e jasmins
Crisântemos e papoulas
Hortênsias e copos-de-leite
Gerânios e margaridas
Que dão cor e encanto à vida,
Contentamento e deleite!
Que tornam o ar puro, fragrante...
E o coração saltitante
Sorrindo e fazendo festa,
Liberto da dor e do medo.
É a natureza em folguedos
Prelúdio de encanto e de cores...
Numa saudação modesta
À eterna estação das flores!

 
01/06/2009 01:49:51 :: RAFAEL MATOS


# Realidade imperante (poesia - social)

Milhares de pessoas saindo do campo para irem viver nas grandes cidades.
Esta é a cena que se reproduz constantemente no cotidiano rural.
Saem do campo com a ilusão de que na cidade poderão ter uma vida melhor.
Mas a realidade urbana é ainda pior do que aquela do campo.

Assim, chegando à cidade, em um primeiro momento, tudo parece maravilhoso.
Mas com o tempo, conviver no espaço urbano vai se tornando cada vez mais complicado.
Não se consegue ter um trabalho digno,
Na falta dele, são obrigadas a se sujeitar a trabalhar como catadores nas ruas.
Não se pode ter uma moradia, por mais simples que seja,
Com isso, a alternativa é viver na favela, dentro de um barraco, casebre ou seja lá o que for,
Buracos inadmissivelmente apertados e extremamente imundos.
Qualidade de vida?, não existe.
A saúde está sempre em perigo.
Sem se falar na questão da educação.

Então, se no campo a situação estava ruim,
Adianta alguma coisa ir para a cidade e ter um futuro pior do que o passado que tinham?
Esse é o objetivo do capitalismo:
Alardear que a realidade no meio urbano é melhor do que a do campo.
Isto faz as grandes cidades incharem e tornarem a contradição cada vez mais evidente.
 
31/05/2009 14:37:15 :: DJALMA FILHO


" O CESTO"
- um bloguinho para quem gosta de boa poesia -

Leiam!...

Blog - O CESTO
http://www.ptshot.com/Deja/45069/
 
31/05/2009 01:07:11 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Um Alerta... ALERTA!

O que fizeram com nossas matas
Bela Floresta quem te devasta?
Por que te calas, velha Cascata?
Rouxinol triste parou seu canto
As borboletas voam em pranto
E o homem insano: Tirou seu manto.

Abraçada a ti faço um juramento
Junto ao teu coração chorar o seu lamento
Vejo teus galhos copados como um monumento
Por que te sugam te destroem assim dessa maneira?
Choro pelo canarinho, o beija-flor e também por ti.
Floresta escassa tão desfigurada sou o teu sentir.

Minh1alma entristecida se enluta na dor
Rios, afluentes, fontes e animais
Sou o teu grito nas horas fatais
Teu orvalhar expressa o teu clamor
Vil animal o homem e suas façanhas
Vai ter comigo e com minhas entranhas.

Quando criança cobria-me as tranças
Braços abertos a me guardar na sombra
Meus Piqueniques eu sentada em teu chão
A mesa posta os pássaros em canção
Saudade e sonhos minha árvore querida
Infância linda seiva de tua vida.

Quando chegarem os falsos lenhadores
Pranteia o orvalho demonstra tuas dores
Não percas nunca o manto de tuas cores
Luta e reage contra os opressores
Confiam em mim e em teus defensores
Amando iremos te render louvores.

Goretti Albuquerue.

 
31/05/2009 01:04:18 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Por mais que eu tente...

Esquivo-me de ti...
Mais lá na mente está a sua imagem
E em meu leito    vejo sua miragem.

Achego-me a ti...
Na centelha do luar mais brilhante
Nos desejos carnais de um corpo de um amante.

Adormeço em ti...
Imaginando loucas fantasias e desejos
Viajando em teu corpo tenho mil ensejos.

Choro por ti...
Querendo que não sofras nunca meu amor
No Céu o amor gira em nosso favor.

Lamento por ti...
Porque por outra me abandonaste
Sem que eu soubesse tu me enganaste.

Pergunto por ti...
Aos quatro ventos tento te encontrar
Mais tu sequer sabes do meu penar.

Canto por ti...
Qual o canto triste de uma sereia
És meu amor da praia, a minha areia.

Quero a ti...
Mesmo distante dessa ou de outras vidas
Sigo te amando em dores tão sentidas.

Goretti Albuquerque.


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