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Cláudio Joaquim


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25/06/2009 07:04:40 :: MARCO ANTONIO GOULART COSTA



VIDAS CÁLIDAS



CAIDO A FRONTE SOBRE O PAPEL

CAIDO, CARREGADO, CANSADO

SABOREIO O DELICIOSO FÉL

QUE HOJE ME PÕE PROSTRADO

LEVANTO CHEIO DE LINDOS DESEJOS

LEVANTO CHEIO DE LINDOS SONHOS

O QUE PENSAR DESSES SOFEJOS

QUE DESCOMPASSADOS UM PÕE A AMAR

NÃO HÁ VERTIGES OU ARREPIOS

NÃO HÁ TRISTEZAS NEM ALEGRIAS

NÃO HÁ ESPERANÇAS ARTEIRAS

NÃO HÁ PORÉM DESVENTURAS

A EMANCIPAÇÃO DE SENTIMENTOS

O TRILHÃO DE PAIXÃO

SÃO EXTREMOS MOMENTOS

QUE NOS SUBMETE A EMOÇÃO

MEU DEUS...

QUANDO SEGUREI PÉTALAS

COLHI FLORES

ENTRE ARDORES

DE VIDAS CÁLIDAS...
 
25/06/2009 07:01:52 :: MARCO ANTONIO GOULART COSTA



BONS AMIGOS



O COPO VAZIO

O CORPO CHEIO

O CORAÇÃO INDECISO

A CORAGEM, O DEVANEIO...

A DESCOBERTA PARADA

A SAUDADE CALADA

A ESPERANÇA CANSADA

A VONTADE DE SER AMADO...

O MEDO DE PERDER

A ANGUSTIA DE ESQUECER

A INCOERENCIA DE NÃO VER

A DESVENTURA DE NÃO TER...

OS BEIJOS ROUBADOS

OS ABRAÇOS DADOS

CORAÇÕES APERTADOS

DELÍRIOS EVAPORADOS...

OS GRITOS ROUCOS

OS DESEJOS LOUCOS

A VERDADE DE POUCOS

A MENTIRA DE OUTROS...

O COPO ENCHEU-SE

O CORPO PERDEU-SE

O MEDO ESQUECEU-SE

A MENTIRA ABANDONOU-SE...

POR ISSO NA INCERTEZA

DE SERMOS:

APENAS BONS AMIGOS...
 
24/06/2009 02:30:00 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Lúcido da cabeça???

Quando me retrato
Em versos que eu faço
Falo dos meus fatos
Honrando os meus traços.
Jogo o meu enfado
Livro-me do fardo
Às vezes em retardo
O tema é cortado.
Brilha o meu passado
Falando do amado
Presente clonado
No cheiro abstrato.
Suspiro é cortado
Mosaicos montados
Trago olhar fisgado
Mando meu recado.
Uma poesia, palavras achadas
Algumas felinas outras aplacadas.
Mais vida pacata
Meu pensar empata
Preciso da pauta
É tal qual a flauta
Belo som ressalta
E a canção exalta.
Sou pés na cabeça
Pés no chão... Esqueça!
Miragem espessa
De alma bem travessa.
Antes que aconteça
Que alguém pereça
Sem que permaneça
Lúcido da cabeça...

Goretti Albuquerque.



 
24/06/2009 00:46:38 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Vento que ao longe sopra a poeira
Olha meu peito só trás canseira.
Sofri, chorei mais consegui ser tua por inteira
Agora sinto tua falta, choro e lamento pela vida inteira.

Chuva caindo bem de mansinho
Não molhes nunca esse mocinho
Tenho por ele, zelo e carinho
É dele o encanto do meu caminho.

Sol com teus raios banham o meu moreno
Cora sua face, feito um veneno
Beija-me o colo com a luz amena
Trás meu amado trás o meu pequeno!

Estrela cintilante beija o meu amante
Que está longe agora feito um caminhante!
Lua acredita, quero o sorriso desse galante
Em brancos raios entrega o meu amado nesse instante.

Embriaga-me com tua ternura
Tenho os pés presos em sua armadura
Tens o encanto do luar em tua formosura
És meu menino eu sou somente a criatura.

Invoco a branca espuma das ondas do mar
Para que no fundo do oceano possam te encontrar
Inseguranças nos impediram esse nosso forte amar
Por Deus eu quero e vou te encontrar.

Goretti Albuquerque.
 
23/06/2009 17:35:50 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Eternamente...

Amor dengoso e sempre tão manhoso!
Estou assim de um jeito tão carente.
Tua camisa aqui em meu armário,
Teu cheiro e riso no imaginário...
Novamente alguém te viu chorar.
Por que precisas ser tão coerente?
Amor escuta-me! Não fui eu a fraquejar.
Então não te procurarei até que entendas o que é “Amar.”
Bem sei... Outro jamais terá meu coração
Depois de mim... Não amarás mais ninguém.
Podemos mascarar beijando outras bocas,
Vivendo assim de ilusões tão loucas
Mais dentre em nós levamos o “Ser”    um do outro
Em cada instante um ligado noutro.
Veio do Céu das mãos do Criador
Junção de almas já abençoadas.
Ninguém na terra mudará a história
O mundo há de guardar na memória!
Nossos carinhos alimentarão
Cada membrana desses corações.
Em meus poemas serás o Amado
Já noutras falas, somos prometidos
Em um soneto és o Meu Menino
Chamo-te então: Meu Presente Divino!
Nem sei de quantos nomes eu já te chamei,
Se Anjo de Nobreza ou Meu Louco Tormento
Por Talismã com Frescor de menino
Ou Meu Amor Criança ou Um Amor Menino...
Meninos para sempre cheios de carinho,
Vem meu Peter Pan buscar tua Sininho!

Goretti Albuquerque.

 
22/06/2009 13:55:03 :: LOURDES NEVES CÚRCIO


                     MEU SONETO

O poeta retrata a felicidade
O amor, a ilusão, o sofrimento...
Em palavras transforma seu pensamento
Em poesia transforma a realidade

Insiste sempre em poetizar a vida
Em decantá-la aos quatro cantos do universo
Deixando um pouco de seu ser em cada verso
Extravasando sua emoção reprimida

Lá vai ele solitário em seu mundo...
Na bagagem transportando devaneios
E na alma os sentimentos mais profundos

No caminho sempre encontra seguidores
Com os quais vai partilhando seus anseios...
Risos, prantos, amores e desamores





 
22/06/2009 01:42:40 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Pouco me importa...

Pergunta-me somente o que é racional
Que satisfaça a tua falsa moral
Os meus “por quês” não tenho que te repassar
Do meu interior nada de mim ouvirás.
Nem toda alma tem o canal do amor,
Então não me investigues: Faça-me o favor.
Armazenado eu tenho um álbum de recordações
Por vezes cerrado, depende das situações
Esse conteúdo agora tomou rumo fora do seu esquema?
Pouco me importa dito meu próprio sistema.
Pensar, viver dizer sempre terá o meu tema,
Jogo palavras rudes, junto tudo e retrato o meu dilema.
Sou bem sensível, dócil, irreverente
Nem tudo que escrevemos é coerente
Não facilito, tens que usar o seu consciente
Ouço, observo e não posso em tudo ser conivente.
Porque esse relato diferente é o meu “EU” pensante,
Tenho a dor dos malefícios da “Sociedade” degradante
Situação de caos exibidas na TV enoja-me de forma irritante
Leis que protegem os “Tais podem tudo” desprotegem o protestante
Quem protesta contra o óbvio é perseguido.
Na consciência reprimem seu grito inibido,
Viajo em busca de lugares excluídos
Das desigualdades, do “Ser” desprovido
De um olhar firme ou um sorriso compreendido
Sou todos os pés trincados, os descamisados sofridos
Sei, pouco posso fazer, mais gritarei sempre pelos “nunca existidos”,
Visto assim na visão doente e insensata dos mais “assistidos,
Enquanto isso em silêncio a massa sangra de dores, sem soltar seus gemidos.

Goretti Albuquerque.
 
21/06/2009 12:53:53 :: LUCIENE LIMA PRADO


DO ABORTO

Um dos piores crimes, o aborto,
Deixa o vil assassino absorto;
Uma mãe que mata por vaidade,
Tendo no coração tanta maldade!

Não existem justificativas
Para essas atitudes altivas.
Aborto é humana decadência;
Da alma, grande deficiência.

Mas como continuar as rimas
Em meio à extrema crueza?
A vida é, desde a concepção, sagrada.
Por que matam, mães, seu próprio sangue?

(Luciene Lima Prado)

Texto relacionado: O DIÁRIO DE RENATA.
 
21/06/2009 12:52:12 :: LUCIENE LIMA PRADO


POBRES ANIMAIS CIRCENSES

Meus olhos fecham, meu coração chora
Por esses pobres animais de circo,
Indefesas criaturas em mãos humanas;
Homens vis, impiedosos, ambiciosos.

Animais que fazem o público delirar,
Mas vivem solitários na sua tristeza;
São explorados, feridos em sua dignidade
Por esses homens que não sabem amar.

O mundo se cala, não sente a dor
Que no olhar dos animais se faz mostrar;
Eu já não consigo suportar e choro
Por esses seres que Deus fez com amor.

(Luciene Lima Prado)
 
21/06/2009 12:51:05 :: LUCIENE LIMA PRADO


UMA LEVEZA DE AMOR

Não jure em vão,
Com teu amor breve,
Apenas me dê a mão.

Cala-te sob esse amor leve,
Que nesta noite, em canção,
Em meu peito ferve.

Há um quê de verve,
Neste amor sem refrão;   
Mesmo pouco, nos serve.

Amor que não tem imensidão,
Vem devagar como neve,
Vai embora sem ilusão.

(Luciene Lima Prado)
 

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