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Cláudio Joaquim


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29/08/2012 15:49:49 :: MARLENE B. CERVIGLIERI


 
28/08/2012 12:53:53 :: CINÉZIA
Parabéns Agostinho M. da Costa. Outros sites te acolherão.
Beijos no coração que amo.
 
16/08/2012 11:55:37 :: AGOSTINHO M. DA COSTA
Queridos diretores do Melhor da Web.
Não consigo mais editar meus textos. Sempre da erro de validação do código.
Vejos que outros autores publicam normalmente. Já tentei com vários computadores dos amigos e não foi possível.
Dizem que o Site não me quer mais. Será?
Abraços,
 
10/08/2012 17:38:21 :: SOLANE GONZAGA PENA PASSOS
Gente, gostaria de dizer que estou muito feliz pela oportunidade de participar do maravilhoso projeto que é a folhinha poética e compartilhar com todos minha primeira poesia "A Janela da Liberdade"
Um abraço,
Solane.
poemança: 8 de agosto de 2012
folhinhapoetica.blogspot.com

FOLHINHA poética 2012. Que o mundo acabe em poesia! Preparação da de 2013, se não acabar.
Publicada por Café com letras em 00:01
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A Janela da Liberdade

Sonhei: Abrindo a janela da liberdade.
Senti-me livre, criança...
Pena que isso só o espírito alcança!
Pois voar em sonho não é o meu ideal.

Eu sou jovem,
Quero aprender a viver a vida material.
Crescer para merecer o sublime, o espiritual.

Criança eu já fui, adulta um dia serei.
Fico sentindo-me perdida,
Escondendo-me da vida,
Atrás de uma máscara que eu mesma criei.

Enquanto isso a vida rola, o tempo voa.
A juventude passa...
E eu?
De braços cruzados sofrendo à toa!

Eu quero me libertar dessa prisão.
Não mais prender o sorriso,
Preencher de amor meu coração!

Eu quero penetrar no íntimo de outra existência.
Sentir o milagre do amor,
Transformá-lo em páginas de minha vivência.

Eu quero acreditar na inocência,
Ser capaz de amar sem julgar a aparência.
Que os homens se preocupem apenas com a essência.

Que a paz seja uma lei sagrada.
Que o ódio não exista,
Só o amor; mais nada...

Eu preciso ser despertada.
Sonhar é bom para quem tem uma vida sacrificada.
Porém, a realidade mostra que ainda há vida.
Que o mal existe, mas o bem a torna redimida.

Senhor mostra-me o caminho que devo seguir.
Ensina-me a ser forte para saber o ódio destruir.
Cubra seu mundo de bênçãos, nos salva da maldade.
E abra para sempre, aos que sonham a janela da liberdade!

Jorge, parabéns pelo lindo trabalho!
Obrigada por me proporcionar tamanha emoção e alegria publicando "A Janela da Liberdade" Foi louvável e brilhante a idéia de criar um calendário poético. E como você mesmo diz, se o mundo tiver que acabar, que acabe em poesia!
Saudações literárias, amigo!
Solane Gonzaga Pena Passos.

Se te perguntares do que se trata, imagina 366 poemas escritos por amigos de todo o mundo e em todas as línguas, que dedicaram uma emoção para cada dia do ano.
Recolhidos num calendário 2012.

Edição no Brasil e Portugal!
Para a edição portuguesa: tatianapaoli@hotmail.com
 
06/08/2012 01:27:21 :: GORETTI ALBUQUERQUE


SEIVA DO BEM

Na esfera intensa entre o amor e a dor
Estão sempre presentes reversos de um amor.
São gravadas lembranças de um querer,
Brotam lágrimas e risos de um triste viver.

Vi meus passos deixados em minha dor gerados,
E meus sonhos calados em um viver abortado.
Quando o que eu mais queria era ser amparada,
Mas, o tempo é um rio corrente suga o naufragado.

Constatei que a soma perfeita é sempre ser “UM”
Juntei falas, fiz partes transformarem-se em dois.
Encontrei uma luz de beleza incomum,
Pensamento e amor eu deixei pra depois.

Eu chorei e troquei minhas dores por flores,
Caminhei e errei fui de encontro ao infinito.
No final supliquei por um “DEUS” em louvores,
Remontei minha vida em um mundo bonito.

Fui à lagarta e virei borboleta em metamorfose,
O gorjeio suave o sopro de uma brisa.
Troquei velha plumagem entoei em coro
Entre Anjos    e Arcanjos    eu sorri em choro.

Fiz meu ninho macio entre ciprestes
Quis pegar na lua, ver a imagem tua.
Vi um sol vermelho lembrei meu Nordeste,
Saí pelas ruas desejei ser sua.

Na terra, no mar ou nos ares,
Vou viver de Amores esquecendo as dores.
Sonharei voando por onde andares,
Sou Seiva do bem, não de dissabores.

Goretti Albuquerque
 
05/08/2012 19:04:12 :: MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA,IWA


VIII CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS            
               (inscrições de 10 de agosto até 20 de dezembro de 2012)

Realização do site    www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net e    do blog    http://marceloescritor2.blogspot.com

Apoio: Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências ;    União Brasileira dos Escritores/BA;
Site www.galinhapulando.com

Com o objetivo de estimular poetas de todo o Brasil e de outros países, o concurso premia os melhores trabalhos, comprovando o sucesso com sua 8ª edição.
Os interessados devem enviar uma única poesia, tema LIVRE (digitada ou datilografada) inédita sob pseudônimo, em duas vias, dentro de um envelope maior. No envelope menor, deverá constar a ficha de inscrição que    será criada pelo autor, com    o nome, endereço completo, idade, profissão, escolaridade, título da poesia, pseudônimo, telefone, e-mail (se tiver), comprovante de depósito de R$ 9,00, em nome de Marcelo de Oliveira Souza, conta poupança BRADESCO : No 5920 digito 0 Agência 3679 digito 0. Não se esquecer de dizer como tomou conhecimento do concurso e se já participou de outras versões.
Obs:    Não aceitaremos poesias por e-mail ; menores de idade podem participar desde que seja com a autorização dos pais ; Inscrições de países de outra língua também serão aceitas desde que estejam na língua oficial do concurso – Língua Portuguesa; Quanto aos trabalhos enviados, no final do concurso, serão incinerados;    Caso não haja autor menor e/ou estrangeiro a premiação se extinguirá; O autor poderá participar com mais de um trabalho, para isso terá que efetuar nova inscrição e pseudônimos diferentes;
O Livro Confissões Poéticas é do autor MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA, organizador do concurso; O Livro Varal Antológico II é    um projeto organizado por Jacqueline Aisenman.; Os Livros "30 Anos de Poesia" e "Memórias do Inferno Brasileiro" são do autor Valdeck Almeida de Jesus .

Formas de pagamento:
• Em espécie junto à ficha de inscrição (envelope menor)
• Depósito Bancário ou transferência de conta
• Fora do país:    Cinco    dólares / euros    ou em moeda vigente de cada pais no valor correspondente.

RESULTADO: Dia 10 de janeiro de 2013
No site oficial do concurso; nos blogs marceloescritor;    por e-mail, para quem enviar o endereço eletrônico e por carta para quem não tiver e-mail.
1°lugar: Troféu + certificado    + Livro Confissões Poéticas    + Livro Varal Antológico II
2° lugar: Troféu + certificado + Livro Varal Antológico II + Pen Drive 4GB
3° lugar: Certificado    + Livro    "Memórias do Inferno Brasileiro"
4° Lugar:    Certificado + Livro "30 Anos de Poesia"
5° Lugar:    Certificado + Livro "30 Anos de Poesia"
Menções Honrosas: Uma    para o autor Nacional Juvenil, menores de idade; outra para
o    autor Internacional;    cuja premiações    serão:    Nacional Juvenil: certificado + Livro Varal Antológico II + MP3 + Camisa Tamanho M do site “Galinha Pulando” ; Internacional:    certificado    + Livro Confissões Poéticas + Livro “Memórias do Inferno Brasileiro”

Todos os vencedores do concurso terão seu trabalho publicado no site www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net
Contatos: marceloosouzasom@hotmail.com e celular 71-81553677         
Enviar carta registrada para:
VIII Concurso literário: Poesias sem Fronteiras
A/c escritor Marcelo de Oliveira Souza Conjunto Edgar Santos Bloco 14/204
Engenho Velho de Brotas    Salvador    Bahia    BRASIL CEP 40240-550
 
31/07/2012 21:18:23 :: jardim


espero o momento de te tocar e sabes que há em ti algo que me envolve e me conquista. esta expectativa é um ensaio que atravessa o abismo entre nossa pele, é um prenúncio de algo em que me fizeste acreditar. algo que me tome quando este momento chegar e quando de mim tu te apoderares. me contento com o teu frágil sorriso e tuas promessas cuja interpretação se perde diante do timbre de tua voz. profeta da incerteza, aguardo do momento sua acontecência. me calo diante da fêmea úmida que sugere cios e sonhos, diante do encanto e do encontro aguardado por nossas línguas.

Mário de Andrade definiu para sempre: amar é verbo intransitivo. O amor atrai pela promessa do bem, mas cutuca uma ferida narcísica: expõe nossa carência, nossa falta em sermos completos como gostaríamos. Quando amamos, sofremos porque vemos no outro tudo o que nos falta e queremos. Sofremos porque temos medo de que o outro nos abandone, levando consigo uma parte nossa que nos desabita. Se não amamos, sofremos porque não temos com quem compartilhar o que temos. Se não somos amados, não adianta ter o que compartilhar.

Leia mais aqui:

http://www.youblisher.com/p/350381-Cronicas-do-Amor-Impossivel-Edicao-Brasil/

A venda:
Impresso:
Livraria Prefácio, rua Voluntários da Pátria , 39- Botafogo - RJ

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-431596167-cronicas-do-amor-impossivel-_JM

Digital:
http://www.amazon.com/dp/B007N9RE9G (.mobi)

http://www.lulu.com/shop/jardim/cronicas-do-amor-impossivel/ebook/product-20255921.html (.epub)

https://www.smashwords.com/books/view/163299 ( .mobi, .epub, .pdf, .rtf)

http://www.bookess.com/read/12570-cronicas-do-amor-impossivel/ (.pdf)

https://www.clubedeautores.com.br/book/131747--Cronicas_do_Amor_Impossivel (.epub)

https://www.agbook.com.br/book/131747--Cronicas_do_Amor_Impossivel (.epub)

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-431596192-cronicas-do-amor-impossivel-_JM (.epub)


 
23/07/2012 20:32:08 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Eu preciso falar!!!

Quando dois mais quatro somam apenas “UM”
Experimenta na boca a secura e o amargo sabor do fel.
Um corpo sangrando com ossos moídos, tenta suportar.
A alma maculada por tantos suplícios clama a Deus do Céu.

Quando Álvares de Azevedo repassa sua dor,
Não é covardia ou lamentação.    È a valentia sábia e sem cor.
Coloca seu luto e da tristeza faz seu sofrer transformar-se em seu reduto.
Gesto de nobreza o Poeta em rimas, chocando ele fala.

Quando bem distante lembrarei meus sonhos.
Ainda que as críticas venham dizer de minhas rimas tristes e negativas,
Não os recriminem, deixe-os. Ao menos eu falei da minha dor como eu    sentia.
Vomitei em versos brilhei na penumbra, fiz meu Universo.

Quando nada mais me inspirava contei relatos em alegria.
Canto o triste canto, silencio em pranto vivo à nostalgia.
Se em minhas prosas dizem do avesso e te contagia,
Faço um doce amargo, ouço meu gemido feito em melodia.

Quando o véu da noite vier como a brisa, mas com ironia,
Eu cobrirei à face enfrentarei, e avante segurei em meu disfarce.
Uma auditoria não terá valia sem sua expressão.
Chorando eu escrevo, declamo as batidas de meu coração.

Existem poetas que apenas dizem do amor.
Outros relatam pontos obscuros de uma grande dor.
Mesmo desfolhadas pétalas de rosas lembram aquela flor.
Eu digo de tudo, do mendigo ao príncipe, em forma de Amor.

Maria Goreti Albuquerque.
 
19/07/2012 18:28:57 :: ALAECE NUNES DA SILVA
Bela flor

                 
Você é como o sol da manhã.
Linda como metal reluzente que brilha cada vez mais.
Há mais linda de todas as flores do campo.
Todos os dias, alegra os olhos de quem te ver.
Você é mais bela flor que já pude contemplar.
Oh margarida companheira de todas as manhãs.
De todas as plantas que Deus fez. Você é a mais apaixonante.
   laecio Nunes da silva 11/07/2012
 
19/07/2012 15:38:09 :: GORETTI ALBUQUERQUE


                  Melancolia
.
Sem que eu pedisse, ela veio.
Sufocou-me à vida rasgando em feridas...
Ela veio aguçada e colada,
E se fez a mais cruel companheira Melancolia

Ela veio sorrateira invadindo,
Meus passos, meus rastros.
Sem que eu a desejasse, ela veio.
Corroendo e sugando como um calafrio.

Ela veio lenta e contínua,
Tragando meus sonhos, levando meus dias a fio.
Sem que eu permitisse, ela veio.
Arremessando um peito sonhador, deixando no vazio.

Ela veio retratando,
Um viver tardio de horas alegres tão raras.
E foi registrando as marcas, ela veio.
Fez-me esquecer do riso, afundou Minh’alma tão fria.

Ela veio inconseqüente,
Torturando e marcando a escala maior.
Demarcando à tristeza sem par, ela veio.
Dilacerando a vida e tentativa de um aprendiz.

Ela veio sem misericórdia,
Marcando a folhinha sem falhar um dia.
Supliquei distância da tal sintonia; mas, ela veio.
Versar em dilema, tendo em companhia à “Melancolia”.

Maria Goretti Albuquerque.







                                                                                                                                         
 

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