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Cláudio Joaquim


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12/08/2009 13:22:58 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Biológico ou não... Papai Coração!!!

Autor(a) Goretti Albuquerque

Pai não trás uma bula perfeita
Mesmo que distante
Certo ou um errante
Ele é soberano de perfil marcante.
Papai quando eu oro
Em dias tristonhos
Aqui em terra distante
Estás em meus sonhos.
Pais de mãos ásperas
Doando seu tempo
Sua força é meu alimento
Sua coragem meu alento.
Pais que amam e choram
Ao perderem seus filhos queridos
Muitas vezes o mundo os devoram
Pobres Pais, quase perdem os sentidos.
Pai da lavoura, empresário ou Doutor
Deus te formou para o Seu Louvor!
Perpetuas a vida no ato de amor
Infla esse peito, Papai protetor!
Pai rico, pai pobre e nobre...
Tua lágrima em risos encobre
Cumpre os deveres e zelas das vidas
Uma a uma de Ti, bem nascidas.
Papai coração
Ternura em canção
Papai meu amigo
Meu mundo é contigo.
No meio do caminho havia uma pedra...
Mais o Pai saltou
Não se embaraçou
Nem se machucou
Pois que me amou
E jamais deixou
Esse seu amor
Por mim que ficou.
Guardo na lembrança
Eu com minhas tranças
Coração criança
De um Papai bonança
Trazendo esperança
Com olhar que canta
Projeta e alcança
Seu corpo não cansa
Meu Herói descansa!!!

Quero nesse dia ser teu bem maior.
Deixo meu carinho ao Papai zeloso
Beijo-te às mãos e seu coração,
Lindo Pai poeta de um pensar formoso
Toma meu sorriso te parabenizo
“Vida longa ao Rei!”
De um versar bonito
Faz seu infinito
Pai poeta amigo!
 
12/08/2009 11:09:12 :: Godinho@Godinho


A COR DOS OLHOS

Os olhos verdes,
São como as folhas,
Na primavera,
Sopradas pelo vento,
À bailar...
molhadas pelo orvalho,
Que no relento,
Das noites de luar,
Às fazem brilhar...

Os olhos azuis,
São como,
Pedacinhos de céu,
Que por um instante,
Se desprenderam,
Do firmamento...
E encontraram,
No seu semblante,
Os mais nobres
Aposentos...

Os olhos negros,
São como,
A sombra da lua cheia
E despida,
Na areia do mar,
Esculpida...
Ou como a lua pálida
E contida,
De nuvens vestida,
Nas águas do mar,
Refletida...

Os olhos de mel,
São taças raras,
E encantadas,
De águas rasas,
E douradas,
Que brotam
De seus vitrais...
Olham pro céu,
Sem se ver,
Brindam o entardecer,
Com o mel,
Dos seus cristais...

Castanhos,são os meus,
Mas não brilham,
Como os seus,
Não conseguem se ver,
Sem te ver...
Pois só você,
Sabe como,
Os descrever...

byGodinho@Godinho
 
11/08/2009 18:37:23 :: JUNIOR OMNI


O FIM DO MUNDO


Tem pornografia
Tem ilusão
Tem fantasia
Tem maldição,
Tem apostasia
E um monte de outras coisas que aqui eu não posso falar...

Tem gente folgada
E preguiçosa
Não faz nada
Só de prosa
E ainda quer ter grandes bênçãos pra contar

Tem padres “pedófilos” na igreja
Tem pastores “visionários”, “vagabundos”
Tem também homens que querem ser “mulher”
Com seus rostos maquiados, tristes e moribundos.

Tem Bispo dizendo que é "SANTO"
Mas sua vida é um espanto
O pior cego é o que não quer enxergar

Tem vampirismo e satanismo
Explícito na tela
Na Rede Globo e em outras novelas
Onde será que esse mundo vai parar?

Tem marido trocando de esposa
O divórcio hoje é moda,
E a TV diz que isso é normal
E tudo um dia deve mudar!

Tem jovens rebeldes, perturbados
Que deixam seus pais de lado
E saem por aí sem saber aonde parar

Tem a nova pílula do aborto
O pobre feto já sai morto
Assim de novo, a mulher pode então “transar”

Tem seres mutantes e violentos,
Nos jornais, terror sangrento,
Choro, angústia, pranto
E muito ranger de dentes...

Tem os sinais do Apocalipse
Mortes, guerras, grande eclipse
Terremotos e as gripes
O que mais grave podemos esperar?

Tem rock ‘n’ roll
Tem droga na veia
Tem a música eletrônica
E o 'ÊXTASE' que faz dançar sem parar

Tem também o 'PODER PARALELO'
O bem e o mal fazendo um “ELO”
E num duelo as milícias a bailar...

Tem sexo livre
Tem orgias
Tem macumba
Tem magia
E a bruxaria
Corre solta pelo ar

Tem opressão
Tem quem passa fome
Tem quem muda até de nome
Com vergonha de sua terra natal

Tem escândalos
Tem palhaçada
Tem vândalos
Nas madrugadas
Que consomem o CRACK
Até passar mal...

Tem comércio de órgãos humanos
Tudo debaixo dos panos
Escondido, pois ninguém pode saber   

Tem “RÁDIO-PIRATA”
Interferindo nos sinais
E os aviões começam a desaparecer

Tem políticos “LADRÕES”, “CORRUPTOS”
Roubam em tempo ininterrupto
E sempre arranjam um desculpa pra contar

Tem poetas que não escrevem nada
Fazem das letras “SALADA”
Mas aqui hoje venho te alertar...


É o fim do mundo!

É o fim do mundo!

É o fim do mundo!


Jesus está voltando!

Prepare-se!


© JUNIOR OMNI – 2009   
 
11/08/2009 16:23:10 :: ROGESSI DE ARAUJO MENDES
Solidão

Quem dera...
Que o que sinto sentisses,
que comigo estivesses, sendo meu.
Que totalmente tua, então, eu fosse.
E assim... também tu fosses meu.

Que eu, não tivesse que partir, deixando-te...
E, que quando partisses... contigo eu fosse,
para que a minha alma não ficasse chorando,
quem dera... o amargo tornar doce!

Contigo andar de mãos dadas,
anunciando que somos um...
Contemplar-te dia e noite..., madrugada
nada temendo, sem espanto algum.
Quem dera...


EstherRogessi.Poesia Livre: Solidão. Categoria:Poética.10/08/2009. Copyright.
 
10/08/2009 11:40:01 :: ROGESSI DE ARAUJO MENDES


BOM DIA...

Sei o que é fome, pobreza, crueldade e a dor. Quero saber o que é ser criança, respondam-me por favor.
Meio a implacável fome, conheci o lobisomem...
Ferocidade!
A minha mãe me negociou... por tão pouco!
Maãe! Não quero ir! Livra-me do lobo...
Arrastada segui, fui de encontro ao que jamais pensei existir...
Aos gritos: Maãe!...Não quero irrr!...
Chorando, olhei pra trás e vi...mamãe, que,nunca mais eu vi...
Senti na minh’alma que era o fim!
Mamãe me vendeu    por pouco dinheiro, queria comer carne.
Não sentiste mãe, que comias a mim?...
O falar cruel do meu dono, e eu à soluçar num cantinho dormi, sem que viesse à sonhar.
Aos oito anos, de uma infância sofrida, fui como filhote de cachorro, vendida, para aplacar a fome momentânea dos que me geraram e dos meus irmãos, que estavam na engorda... enquanto não lhes era chegada a maldita hora!
Enquanto fortemente,    o lobisomem me puxava pelas mãos, vi madames na praça, com cachorros nos braços vestidos, tal qual, gente, a me olhar indiferente...
Ah! Minha mãe..., minha boneca de pano..., meu sexo!
Frágil de criança, jamais tocado. Agora, dilacerado, esfacelado, por um, dois, três. Punhais de carne!
Meu sangue desce quente, por todos os lados...
Maãe!... Que alimento atroz te enche às entranhas...
Vomita-me mãe! A dor é tamanha...
Que brincadeira é essa, que me fizeste brincar?!
Que médicos são esses, que estão à me matar?
Eu não sabia disso... Qual o nome que se dar?
Comigo, tantas outras, em um quarto fechado...
Tem uma pequenina, à chupar sua chupeta... Coitadinha!
Somos, tais quais, comodongos no canto da parede acuados, alimento pras cobras...
Tremendo num canto à cada abrir da porta...
Quem será a próxima? Será que volta?...
Homens de todo tipo: moços, velhos, fétidos, ricos...
Nos pegam pra brincar de boneca.
Sou boneca de pano – a que conheço -! Elas não sangram...
Estou à sangrar!
Não há ninguém pra nos ajudar...
Quantos de nós chegaremos a adolescência?

Tem misericórdia, oh! Deus!...
Das vítimas da pedofilia, dos malditos punhais de carne,
Da sangria!
Armas cruéis...agonia - não foste tu que disseste: “vinde a mim às criancinhas?!”
( Lc 18.15-17).
Pois, olha, livra Senhor, à todas elas, do destino que foi meu.
Transforma os corações de pedra dos inimigos delas e dos inimigos meus!...


EstherRogessi. Prosa Poética: Malditos Punhais de Carne! Categoria: Poética. 06/08/09. Copyright.

Nota: Esse texto, pode parecer frio, cruel, impróprio, impertinente, escandaloso, surreal...etc., não se feche a ele! Pois, é a mais pura verdade, descrita poéticamente – poesia também é dor -, com o único intuito, de chamar-te a atenção, convidar-te a um mover santo, em prol da criança vítima completamente indefesa, das mais variadas molestações.
Há “Movimentos” em prol de quase tudo: a favor da Preservação Da    Natureza, Direitos Humanos etc., tudo é muito pertinente, aplaudo. Porém, os abusos a criança e ao adolescente, deve ser olhado com igual esmero.
Pedofilia é o sinônimo de: Máxima    Crueldade!
Onde estão às autoridades? Por que fecham os olhos e ouvidos a tão brutal prática?

EstherRogessi. Texto Explicativo: Prosa Poética: Malditos Punhais de Carne! Categoria: Poética. 06/08/09. Copyright
 
10/08/2009 00:49:39 :: WILSON CARLOS ROBERTO


Meu pai, meu amigo.



Meu pai, acima de tudo, um amigo. Um trabalhador honesto, um exemplo de pessoa. Tão bom, no seu jeito de ser. Áspero, na maioria das vezes. Gostava das coisas certas. Ensinava sempre como amar a Deus e a respeitar as pessoas. Aprendi muito com ele.

Lembro com saudade, o seu gosto pelas coisas simples. O almoço no domingo, quando a família se reunia para louvar e agradecer pela refeição exposta sobre a mesa, fruto do seu trabalho semanal. Um pequeno detalhe me veio à memória, não podendo ficar de fora. Mesmo em meio a todas as dificuldades, ele fazia questão de ter à mesa o tradicional frango (caipira) com quiabo.

Hoje, ele se foi. Deus o chamou para junto de Si. Com certeza, cumpriu sua missão aqui na terra. Deixou um legado importante: como manter a união da família, o respeito mútuo e como ser honesto. Fez muitos amigos em sua caminhada terrena. Em sua peregrinação final, sofreu bastante. Sofremos todos juntos.

Ao recordar todos esses momentos, penso como seria bom tê-lo conosco. Percebo com tristeza, o vazio que ele deixou. E, mais triste ainda, porque me faltou tempo e coragem para dizer-lhe o quanto eu o amava. Somente agora entendo o valor que é, ter ou perder um pai. Gostaria sim, de tê-lo ao meu lado e poder dizer-lhe com todas as letras, “meu pai eu te amo muito”. Mas, com certeza ele está junto ao Pai maior, intercedendo por nós. E, é esta certeza que me faz lembrar que precisamos estar preparados para quando formos também chamados.

Certamente, vou estar sempre lembrando com imensa saudade, do meu saudoso pai, do grande amigo de todas as horas.
 
10/08/2009 00:42:07 :: RAFAEL MATOS


# Noite (poesia - social)

Noite de luar que espalha sua calma pelas águas do mar,
Onde uma jangada caminha lentamente,
Na ilusão, doce ilusão, de encontrar milhares de peixes para alimentar pobres inocentes...
Que não tem mais nada para comer,
A não ser o nada da fome.
O jangadeiro volta para casa com as redes vazias, absolutamente vazias.
Sua expressão é de causar dor e tristeza.
Com a cabeça baixa, não consegue encarar sua família,
Porque sabe que pode perder mais um filho seu,
Que está desnutrido por causa da fome.
 
09/08/2009 16:54:13 :: DINÁ FERNANDES De OLIVEIRA SOUZA


Feliz dias dos Pais A todos os membros do Melhor da Web!

Meu abç!@
 
09/08/2009 16:53:49 :: DINÁ FERNANDES De OLIVEIRA SOUZA


Feliz dias dos Pais A todos os membros do Melhor da Web!

Meu abç!@
 
09/08/2009 01:38:16 :: JOÃO DOS SANTOS MARTINS


É ASSIM....POESIA!

Assim o caminho que se encontra em mim...
Pronuncio todas as palavras simples e na simplicidade
Encontro um sentimento que centraliza dentro de meu ser...
São essas palavras presas querendo a chance de crescer...
Machucam, dói, querendo esticar suas asas e voar...
Ocupo meus pensamentos para obstruir essa dor..
E, despercebido já estou sentindo novamente..
Embora por costume ignoro o que me implora mexendo dentro de mim..
Como se pulasse, gritasse, remexesse por liberdade...
São ainda palavras de uma realidade das quais não posso fugir...
E onde vou sinto, declino-me e viajo assim.
Errado por comprimir conscientizo-me...
Resolvo alar essa dor...
Busco no mais profundo essas palavras...
Que de inspiração em inspiração arranco de dentro de mim!
Então a liberdade transparece e me encontra...
E as palavras vão surgindo como raio de luz...escritas agora em céu azul...
Seus olhos me lêem...e É ASSIM...
Liberto de dentro de mim A POESIA!
 

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