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Cláudio Joaquim


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17/09/2009 17:43:14 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Chão de Estrelas! Flor Menina!

A perigosa menina
Feito a ave de rapina
Desvirginado as cortinas
Faz seu veneno e fascina.

Vem manhosa a balançar
Deixa o desejo no ar,
Seu sorriso é um sonhar
Trás amor em seu olhar.

Da soleira espia a chuva
Exala o cheiro da flor
Em seus lábios uma uva
Salivando amor em cor.

Não é mole essa menina
Feitiço no olhar permeia
Com a luz de uma candeia
Vai seduzindo em sua “Teia.”

Sem conhecer a malícia
A menina se espreguiça
Num bocejar em delícias
O mundo inteiro enfeitiça


Botei em verso a menina.
Nem sei bem se foi por rima,
Salve a Menina Rapina!
Chão de estrelas! Flor Menina!

Goretti Albuquerque.


12/09/2009 03:28:53 :: GORETTI ALBUQUERQUE
 
17/09/2009 15:30:19 :: SIDINEY BREGUÊDO
Olá, meus queridos amigos poetas e poetisas e tantos escritores maravilhosos, gostaria de convidá-los para o lançamento do livro 'O JACARÉ PENSADOR' na livraria cultura do casa park, próximo ao carrefú, agui em Brasília, no sábado dia 19/09/2009 a partir das 19:00. Então, moços e moças, estão todos convidados, nos encontraremos lá.

                  Um grande beijo!

                  Sidiney Breguêdo
 
17/09/2009 11:40:52 :: THALYA SANTOS


      SEXO



Existirá sexo sem amor?
Qual será o sabor?
Sexo por amizade...
Ou quem sabe, por vaidade.

Sexo é tudo na vida
É a lei da natureza
Viveremos sem sexo?
Não...
Falo com certeza.

Quando Deus criou o mundo
Criou o sexo , o amor
Criou o verde,a natureza a flor
Criou os animais
E deu-lhes a capacidade
De fazer sexo...Sem maldade.

Criou tudo de belo
Criou o dia, a noite
A tristeza,a alegria
Criou o sexo, a poesia.

E neste momento agora
Sei que alguém...
Transa nesta hora
E neste exato momento.
Por certo uma vida,esta sendo fecundada
No ventre de uma amada.

Sexo...
Que muitas pessoas, acham baixaria
É a vida,é alegria
E se não fosse o sexo...
Esta poetisa, não existiria.
 
17/09/2009 11:36:09 :: AjAraujo, o poeta humanista


Eternas crianças

C omovem-me as cenas de filmes,

R omances e dramas rotineiros,

I mortalizados por V. Hugo, Chaplin, de Sica

A os garotos presentes em suas obras

N o Germinal, O Garoto e Ladrões de Bicicleta

Ç hamam atenção os olhares, sonhos e desejos

A lcançados pelas geniais crianças

S ensíveis, adoráveis e eternas...


AjAraújo, reflexão sobre o papel de crianças em filmes memoráveis.
 
16/09/2009 23:29:41 :: THALYA SANTOS


         A TELA VAZIA

A tela vazia
No cavalete empoeirado
O tempo...
O tempo é passado
Em um pincel resecado.
Na parede...
Dependurada no prego
Esta a saudades
Do cheiro da tinta
Da artista que pinta
Da artista que pintou
O céu o mar
O luar...
Pintou o cavalo, o cão
Pintou o São Jorge
Pintou o dragão
Pintou a bailarina
Pintou o bailado
Pintou na paisagem
A ponte, ocerrado.
Pintou o presente
pintou o passado
Pintou a vida, a morte
Pintou o azar, a sorte.
Pintou com inspiração
Pintou a tela de rosa
Pintou a emoção.
E na sua última pincelada
Pintou a mágoa, a decepção
Pintou um caixão.
Pintou a estrela
Que um dia brilhou
Então...
Então a artista assinou.
E a tela vazia...
No cavalete empoeirado
ficou presa...
Presa no passado
No atelier fechado
Junto...
Um avental sujo, amassado.

TANIA SANTOS
 
16/09/2009 21:37:07 :: ROSANGELA NUNES


Que horas são?

Para chorar,
para clamar,
para repensar!

Que horas são?

Em que acredito,
em que evito,
em que permito!

Que horas são?

Que pratico a fé,
que lamento até,
que vivo se dé!

Que horas são?

Que procuro o relógio,
que o tempo é lógico,
que o querer é mágico,
que hora marcada é pedágio!

Que horas são???
 
16/09/2009 17:09:47 :: GLÓRIA SALLES


“Amor indisciplinado”

Esse amor que vale as correntes que arrasto
Que em torno da lua desenha mistérios
Que me puxa sempre por mais que me afasto
Que me faz sonhar com poesia e castelos

Esse amor que é presente desde o passado
De lembranças que chegam de pura magia.
Que faz vir à tona, a carência de afago.
Que decora em braile, minha anatomia.

Esse amor extingue a saudade insana
Cujo calor, manda embora a dor e o frio.
Que de repente preenche todo o vazio

Ah esse amor... Que me faz flutuar
Que é dor, mas que é também lenitivo.
Amor que eu quero, e pelo qual vivo.

Maio / 2008
Glória Salles”
 
16/09/2009 13:12:38 :: RAFAEL MATOS


* Vida cotidiana (crônica - social)

   Naquele começo de noite, resolvi sair para fazer uma caminhada pelo quarteirão, pois meu médico havia recomendado, diante de tantas doenças que estavam instaladas em mim. Ele dizia que caminhar fazia bem para a saúde e eu sabia disso. Na volta, pensava em parar um pouco em uma lanchonete que existia no caminho, para tomar um suco ou água.
   Tomei a decisão de caminhar para o lado que levava em direção as praias. Comecei então, a minha jornada, cumprida a risca todos os dias da semana, com exceção de domingo. Neste dia, procurava descansar. Enquanto caminhava, ia observando as pessoas passarem por mim. Umas apressadas, outras despreocupadas, outras ainda, assim como eu, fazendo sua caminhada de começo de noite. Também observava os carros apressados passarem pela avenida estreita que ficava em frente a minha casa. Escutava as buzinas deles, tão altas, que, às vezes, até me assustava.
   Quando caminhava, tentava esquecer todos os meus problemas, deixá-los em segundo plano, então, a tranqüilidade costumava reinar na maior parte do tempo. Mas nessa noite sentia algo estranho enquanto caminhava, como se algo de ruim fosse acontecer comigo. Não dava a mínima importância para o que estava sentindo, pois se desse, ficaria louca. Já estava praticamente a 60 metros da minha casa. Havia escurecido, mais uma noite imperava. Pensava em voltar, nunca tinha andado tanto. Estava com a mente tão desligada que não atentei para o relógio, afinal, o tempo da caminhada era cronometrado e o mesmo já havia sido ultrapassado consideravelmente.
   Acabei encontrando uma amiga e fiquei conversando com ela. O tempo passava a passos largos. A conversa estava tão animada. De repente, quando não estávamos esperando, surgiram diante de nós três jovens, apontando revólveres para nossas cabeças. Minha amiga conseguiu fugir depois de enganar um dos jovens, não se preocupando em me ajudar. Os jovens então, ficaram diante de mim, estava claro que aquilo era um assalto. Tive que entregar meu relógio, tênis e, o que é difícil de acreditar, até a roupa que vestia. O que restou do assalto, comigo, foi somente minhas roupas íntimas. Foi nestas condições que me vi obrigada a voltar para casa. Volta esta, que acabou se tornando um sacrifício, pois, não poderia voltar a pé da maneira como me encontrava, ou seja, seminú.
   A única solução encontrada foi pegar um táxi que me levasse até lá. Porque ônibus ou transporte alternativo nem pensar, passaria por um constrangimento de proporções incalculáveis, com todas aquelas pessoas rindo de mim, só em pensar em algo do tipo, comecei a querer chorar. Decidi definitivamente que iria mesmo de táxi, o problema é que nenhum motorista que passava naquele dia pelo local onde estava, queria parar. Primeiramente devido ao estado em que me apresentava e em segundo lugar, porque não tinha dinheiro para pagar a corrida, dinheiro que fui obrigada a jogar na mão dos assaltantes.
   Alguns taxistas até paravam, mas, quando dizia que a corrida ia ter que ser gratuita fechavam a porta do carro na minha cara e saíam apressados. É em um momento como este que sentimos na pele o poder que o capitalismo exerce sobre as pessoas, poder que se concentra de tal forma, fazendo com que o dinheiro venha acima de tudo. Por conta deste esquece-se de um sentimento chamado solidariedade. Felizmente, depois de ficar desesperada por mais de 30 minutos, finalmente apareceu uma alma boa, que aceitou me levar para casa. Chegando na mesma, tratei de pagar pela corrida, segundo o que havia combinado com o taxista. Agradeci muito e o táxi saiu em disparada.   
   Até hoje ainda me lembro deste episódio que aconteceu em minha vida, ele me vem na memória com imagens tão reais como se tivesse ocorrido muito recentemente. E o pior é saber que apesar de ter registrado boletim de ocorrência na delegacia, o conhecido B.O, no dia seguinte ao assalto, isto não me valeu de nada, pelo menos no sentido que queria, pois tive que requerer segunda via de todos os meus documentos, somente quem passa por uma situação como essa sabe o quanto é trabalhoso fazer isto, enquanto os bandidos que me fizeram passar por isso, continuam livres pelas ruas de Fortaleza, fazendo outras pessoas de vítima para atender os seus interesses a curto prazo.
   Para se ter idéia do absurdo, já se passou um ano desde que me ocorreu este assalto e absolutamente nada foi feito para prender indivíduos como estes, que antes de mim, já fizeram milhares de outras vítimas. Inclusive, conversando com outra amiga minha um dia desses, sem ser aquela que estava comigo no dia do assalto, fiquei sabendo que ela também passou pela mesma situação, com certeza, o grupo que a assaltou era o mesmo, porque tinha na sua composição igualmente três jovens, todos com os rostos cobertos, claro. A realidade mostra que não temos a segurança que merecemos ter, afinal, é um direito nosso. Estamos nas mãos dos bandidos, que se aproveitam da nossa fraqueza. Até quem deveria garantir proteção para nós se deixa envolver e ser dominado pelo poder destes últimos. Quero destacar o Estado em primeiro plano e a polícia, em segundo.
 
14/09/2009 11:19:24 :: GLÓRIA SALLES


“Detrás dos óculos, tanta vida... ”

Ao meu pai.

Meu rosto é palco de todos os mundos...
Os lábios em batom cor de boca, esboça
um sorriso, ainda que triste...
Olhando-o através dos olhos daquela miúda
segura por tua mão...
Não consegue disfarçar a nudez desconcertante,
que da alma, traz outras versões.
Hoje seguro as tuas mãos, tentativa de trazer o ontem,
que estampa imagens que ao longe se movem,
soletram palavras quase inaudíveis,
como se escrevesse por linhas tortas.
Nos olhos uma sutileza que conheço bem,
mostrando-me novas versões de uma mesma verdade...
O exposto é o que menos incomoda.
A verdade dos olhos são os detalhes que leio.
Essa verdade sem códigos...
Da cadeira dessa varanda vê o mundo.
Teu olhar deixa minhas trilhas expostas, me traduz,
meu coração vira território aberto, pastos verdes,
e meus pesadelos abranda, emprestando a frágil luz.
Não deveria ser o contrário?
Mas o frágil coração sabe...
Que seu olhar é remédio preciso e forte,
para curar ausências.
E suas palavras, ainda que as vezes sussurradas,
promessas de fartas colheitas.
Seguro tuas mãos...
Sentindo a força de um cavalo zaino
cujo destino é vencer.
Neste momento tenho a certeza de que o futuro,
mora detrás destes óculos...

Glória Salles
25 novembro 2008
Flórida PT
 
14/09/2009 00:51:18 :: THALYA SANTOS


UM NOVO RECOMEÇAR

Hoje decedi ter um tempo
Um tempo para recomeçar
Largo as malas no chão
Paro, Para pensar.

Um novo recomeçar!
Esquecer mágoas o passado
Enterrar toda a tristeza
É mais um capitulo encerrado.

Com o coração cheio de esperança
Com o futuro...Sonhar, sonhar!
Com muinta energia
Cultivar amizades, amar, amar!

Seguir em frente, nunca desistir
Os obstácuços vencer, vencer
Sem vacilar eu vou conseguir
Novo sorriso a cada amnhecer.

Quando a noite chegar
E eu estiver cansada enfraquecida
Vou gritar, gritar...
Vou vencer, porque posso, eu amo a vida.

Percorrerei a estrada da vida
Com a mala cheia de esperança
Devagar e sempre...
Quem não desiste,os objetivos alcança.

Quero realizar meus sonhos
Quero uma estrela a brilhar
A iluminar meus passos
A mão de Deus a me guiar

Eu posso querer tudo
Sou uma poetisa a sonhar
Quero um mundo melhor!
E quero com todos compartilhar.



 

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