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Cláudio Joaquim


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18/09/2009 21:47:58 :: THALYA SANTOS


            ACORDA A CIDADE




Andar descalça...
Na grama molhada
Ver o sol nascer
Na madrugada.

A cidade acorda...
Lenta, lentamente
Vai surgindo gente.
Derrepente...
AS ruas tomadas
Carro,ônibus, caminhão
A multidão.

E mais...
Mais derrepente, tudo é urgente
Tanta gente apressada
Trabalho, escola!
O dia decola...
Até o mendigo
Que pede esmola
Não pode atrazar...
A multidão vai passar.

O assaltante...
Ja fica ligado
Canivete afiado
Espera a oportunidade.
Acorda a cidade.

A muito o sol chegou
No fundo do meu jardim.
Respiro com alegria
O cheiro de jasmim,


Dou conta de mim
Não vou trabalhar
Que tal andar de biciclea
Afinal...
Afinal sou uma poeta.


  
 
18/09/2009 17:48:12 :: ROSANGELA NUNES


Hipérbole!

Próximo estás,
Peralta atmosfera,
Perspectiva, persegue,
Permuta a estratosfera!

Percuciente és,
Partícula perceptível,
Pendor permeável,
Permanente, patente és!

Parte persiste,
Perspira, pertinente,
Personifica, pervagante,
Pertinaz, petulante!

Piegas plasmosfera,
Plangente platonico,
Pleiade prospera,
Presumível prognóstico - O Ar!
 
17/09/2009 23:22:37 :: LIZETE ABRAHÃO


Aos que me leem

Meus amigos são poetas,
assim eu os vejo, estrelas abertas,
pois que lavram a alma dia a dia
e, no arar da vida, plantam a luz
do querer e da harmonia
que só a amizade conduz.
 
17/09/2009 17:45:55 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Mundo feito “Hospício.”

Quando me encontro
Sempre estou perdida
Dentro de outra vida
Fora da rota e do ponto
Desencontrada me encontro.

Sorrindo em meu pranto
Em sonho acordada
Luz da madrugada
Clareando o manto
Escuro de encanto.

Era noite o dia
Luzeiros da alma
Na penumbra calma
Meu querer sentia
Noite sendo dia.

Na relva molhada
Folhas ressequidas
Nasceu morta a vida
No sol de nevada
Clareira apagada.

O final do início
Vem anunciar
Mudo em seu falar.
Diz ser bem propício
Mundo feito “Hospício.”

Eu não sou maluca!!!
Simplesmente usei a Cuca...


Goretti Albuquerque.



12/09/2009 03:28:53 :: GORETTI ALBUQUERQUE
 
17/09/2009 17:43:14 :: GORETTI ALBUQUERQUE


Chão de Estrelas! Flor Menina!

A perigosa menina
Feito a ave de rapina
Desvirginado as cortinas
Faz seu veneno e fascina.

Vem manhosa a balançar
Deixa o desejo no ar,
Seu sorriso é um sonhar
Trás amor em seu olhar.

Da soleira espia a chuva
Exala o cheiro da flor
Em seus lábios uma uva
Salivando amor em cor.

Não é mole essa menina
Feitiço no olhar permeia
Com a luz de uma candeia
Vai seduzindo em sua “Teia.”

Sem conhecer a malícia
A menina se espreguiça
Num bocejar em delícias
O mundo inteiro enfeitiça


Botei em verso a menina.
Nem sei bem se foi por rima,
Salve a Menina Rapina!
Chão de estrelas! Flor Menina!

Goretti Albuquerque.


12/09/2009 03:28:53 :: GORETTI ALBUQUERQUE
 
17/09/2009 15:30:19 :: SIDINEY BREGUÊDO
Olá, meus queridos amigos poetas e poetisas e tantos escritores maravilhosos, gostaria de convidá-los para o lançamento do livro 'O JACARÉ PENSADOR' na livraria cultura do casa park, próximo ao carrefú, agui em Brasília, no sábado dia 19/09/2009 a partir das 19:00. Então, moços e moças, estão todos convidados, nos encontraremos lá.

                  Um grande beijo!

                  Sidiney Breguêdo
 
17/09/2009 11:40:52 :: THALYA SANTOS


      SEXO



Existirá sexo sem amor?
Qual será o sabor?
Sexo por amizade...
Ou quem sabe, por vaidade.

Sexo é tudo na vida
É a lei da natureza
Viveremos sem sexo?
Não...
Falo com certeza.

Quando Deus criou o mundo
Criou o sexo , o amor
Criou o verde,a natureza a flor
Criou os animais
E deu-lhes a capacidade
De fazer sexo...Sem maldade.

Criou tudo de belo
Criou o dia, a noite
A tristeza,a alegria
Criou o sexo, a poesia.

E neste momento agora
Sei que alguém...
Transa nesta hora
E neste exato momento.
Por certo uma vida,esta sendo fecundada
No ventre de uma amada.

Sexo...
Que muitas pessoas, acham baixaria
É a vida,é alegria
E se não fosse o sexo...
Esta poetisa, não existiria.
 
17/09/2009 11:36:09 :: AjAraujo, o poeta humanista


Eternas crianças

C omovem-me as cenas de filmes,

R omances e dramas rotineiros,

I mortalizados por V. Hugo, Chaplin, de Sica

A os garotos presentes em suas obras

N o Germinal, O Garoto e Ladrões de Bicicleta

Ç hamam atenção os olhares, sonhos e desejos

A lcançados pelas geniais crianças

S ensíveis, adoráveis e eternas...


AjAraújo, reflexão sobre o papel de crianças em filmes memoráveis.
 
16/09/2009 23:29:41 :: THALYA SANTOS


         A TELA VAZIA

A tela vazia
No cavalete empoeirado
O tempo...
O tempo é passado
Em um pincel resecado.
Na parede...
Dependurada no prego
Esta a saudades
Do cheiro da tinta
Da artista que pinta
Da artista que pintou
O céu o mar
O luar...
Pintou o cavalo, o cão
Pintou o São Jorge
Pintou o dragão
Pintou a bailarina
Pintou o bailado
Pintou na paisagem
A ponte, ocerrado.
Pintou o presente
pintou o passado
Pintou a vida, a morte
Pintou o azar, a sorte.
Pintou com inspiração
Pintou a tela de rosa
Pintou a emoção.
E na sua última pincelada
Pintou a mágoa, a decepção
Pintou um caixão.
Pintou a estrela
Que um dia brilhou
Então...
Então a artista assinou.
E a tela vazia...
No cavalete empoeirado
ficou presa...
Presa no passado
No atelier fechado
Junto...
Um avental sujo, amassado.

TANIA SANTOS
 
16/09/2009 21:37:07 :: ROSANGELA NUNES


Que horas são?

Para chorar,
para clamar,
para repensar!

Que horas são?

Em que acredito,
em que evito,
em que permito!

Que horas são?

Que pratico a fé,
que lamento até,
que vivo se dé!

Que horas são?

Que procuro o relógio,
que o tempo é lógico,
que o querer é mágico,
que hora marcada é pedágio!

Que horas são???
 

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