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Cláudio Joaquim


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12/04/2013 14:49:26 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
NO BALÉ... NA VIDA

Coreografia não importa.

O que conta é a minuciosidade dos gestos, a sutileza das expressões, o entreabrir dos braços, o interagir dos contatos, dos passos, das mãos, do corpo.
A comunicabilidade do inatingível, do inefável.

O mundo azul das percepões, o despojar-se do agora, do real.
A sintonia de tudo que se externa, se relaciona.
A leveza do ar que compactua, o exprimir-se do espaço, que não se premedita.

A leveza...

Em que canto o encanto se exprime?
Nos pés, nos braços, no ar?

Novamente a sintonia dos braços se sobrepõe.

Não!

Parece que a vida se desnudou naquele pequeno reduto...

Mas, como na vida, há detalhes que não se captam, não se delimitam.
Voo das garças, dos cisnes, de algum enigma?

De sôfrego, um sim. É o recomeço.
Ele vai, ela vem,num descobrir de emoções, de encantos inconsúteis, que o sentido não decifra, que o olhar confunde, que deixa tudo longínquo.

Por quê?

Ela se adianta. Ele distante está.
Tudo como antes.

Imagino a vida prometendo, acenando e, de inopino, fugindo como garças, esvoaçando-se como cisnes.

Em cores vivas, impactantes, surpreendentes.

Nesses gestos, de ida e vinda, sente-se que a vida é dinâmica e que não se pode defini-la.
Porque ela é repleta de detalhes como no balé:
A parada brusca, a investida arrojada.
De repente tudo para. De repente tudo recomeça.

Pura emoção.

Viva o repentino da vida onde mora o imprevisível, onde ressurge a conquista!   

 
09/04/2013 16:21:45 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES
            MEU PEQUENO COLIBRI
     
      Autor: José Mauro Cândido Mendes

   “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10

D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei    meu
            príncipe abençoado

A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado

V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado

I ndício de muito amor a ser transbordado

J esus te abençoou o caminho designado

O nde quer que va, será sempre admirado

S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido

E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado
                                                   Fev/2013
 
19/03/2013 18:02:22 :: bruna
 
22/02/2013 08:43:16 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES
     
      ESPLENDOROSO IPÊ

                                                      Autor José Mauro Cândido Mendes


A chegada do inverno
é força aos ipês
surge sua florada num
espetáculo único e fascinante
-dádiva da mãe natureza!

Do encantamento de suas flores
   o branco da paz
   o roxo do destaque
   o amarelo da riqueza áurea
   o rosa do colorido especial

Multicolorido mundo dos ipês
os olhos que te contemplam
são os mesmos que melancolicamente
assistem o roncar da moto-serra
e fatalmente sua queda!

Aves e pássaros em tempo celebram
alegremente num rito de cantos e danças
toda exuberância de suas flores

Nos montes e montanhas distantes
lá estão em seu esplendor
soberano flui por entre o verde
escuro de nossas matas

Num contraste entre o sofrimento
E beleza- enfeitam ruas e praças
E ali, o sufocam nas poluídas metrópoles

Tristemente o seu choro ecoa,
-    em dor!
pelo desmatamento sem pudor.

 
19/02/2013 23:10:37 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES



     
      MEU PEQUENO COLIBRI

         Autor: José Mauro Cândido Mendes

      “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10

D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei    meu
            príncipe abençoado

A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado

V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado

I ndício de muito amor a ser transbordado


J esus te abençoou o caminho designado

O nde quer que va, será sempre admirado

S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido

E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado
                                                   Fev/2013
 
19/02/2013 23:06:41 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES

     
      MEU PEQUENO COLIBRI

      Autor: José Mauro Cândido Mendes

   “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10

D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei    meu
            príncipe abençoado

A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado

V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado

I ndício de muito amor a ser transbordado



J esus te abençoou o caminho designado

O nde quer que va, será sempre admirado

S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido

E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado
                    
                                 fev/2013

 
17/02/2013 14:14:36 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


Ser como você é?

Mas

Seria você,
Não eu.

O valor da vida
mora justamente aí,
na diferença...

Pois,

Com a assimilação
de erros e acertos,

aumenta-se a probabilidade
de acertar!
 
02/02/2013 19:40:34 :: JOSE PRADO MOREIRA


EM MIM O NADA É MAIOR E A TRISTEZA, VISÍVEL.

Sou como um violão sem cordas, de onde o som produzido nao passa de uma mera e frágil imaginação, sem sombra,e ao calor do nada uma morada eterna se constrói, sou como a beleza de um grande navio atracado, sem vida e sem grandes histórias para ser contada, ou como um livro funesto, de onde as paginas inspiram a penumbra orvalhada sem importância. Sou a... era perdida, uma parte da história sobre a qual nenhum livro e nenhum autor de significância narrará,o beco de extremidades frias, calculista e indecisa, um mar angustia nervosamente expressada por um sorriso forjado, moldado a um instante de pura ironia, não da vida, mas do destino. Sou a pena que não escreve coisa alguma, que não voa por nenhum ar, o verso da moeda valiosa que é a vida.


J.Prado
 
02/02/2013 19:29:47 :: JOSE PRADO MOREIRA


...quando você se tornar perfeito sobre tudo o que o mundo te oferecer, por favor me avise, quem sabe eu também não queira me tornar um idiota...


J.Prado
 
02/02/2013 13:29:21 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


INVEJA

Inveja é sentimento de inferioridade
Que perpassa os sentidos e entorpece a mente.
Nessa vil trajetória implode de repente
E então se exterioriza em forma de maldade.

A pessoa invejosa, por ser descontente,
Sublima o malquerer numa adversidade
Posando de melhor, quando, na realidade,
Não pode competir equitativamente.

Assim, desiludida por um mal sem cura,
Sem outra alternativa e com ódio, dispara
As flechas contundentes de tal desventura.

Mas, bem na contramão de tudo que planeja,
O infeliz, sem querer, simplesmente escancara
A superioridade de quem ele inveja!   
 

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