Espaço Literário

O Melhor da Web

 


Sua contribuição é muito importante!
Peço que as poesias tenham a autorização e/ou respeite o crédito do autor.

Se algum texto violar essa regra ou se o autor pedir para retirar, este será deletado de nosso banco de dados.
Qualquer abuso favor entrar em contato e comunicar o fato.
Desde já agradeço!
Cláudio Joaquim


Principal >> Mural INCLUIR TEXTO NO MURAL
26/10/2009 14:51:47 :: Clevgospel


MISTUREI A MALUQUEZ
COM A MINHA LUCIDEZ!
OS CÉUS COM AS ESTRELAS...
E TUDO FOI ELE QUEM FEZ!


SOU A CANÔA ATRAVESSANDO O RIO
SOU OS REMOS...SOU EU O RIO
SOU EU O MEU CAMINHO...
SOU EU O SOL...SOU EU A LUA...
SOU EU O VENTO...SOU EU A CHUVA...
SOU O RAIO QUE PARTE...
SOU O RELÃMPAGO QUE ACENDE...
SOU EU UM LOUCO PENSANDO ASSIM!
TOTALMENTE FORA DE SÍ...
VOU NA CANÔA TRAVESSANDO O RIO...
DEUS É MEU REMO...DEUS É MEU RIO!
SÓ ELE É MEU CAMINHO!
ELE É MEU SOL...ELE É MINHA LUA!
ELE É MEU VENTO...ELE É MINHA CHUVA!
RAIO QUE PARTE...RELÃMPAGO QUE ACENDE!
SÓ ELE É DEUS!...SÓ ELE É ASSIM!...
ELE É TUDO PRA MIM!
MISTUREI A MALUQUEZ
COM A MINHA LUCIDEZ!
OS CÉUS COM AS ESTRELAS...
E TUDO FOI ELE QUEM FEZ!



 
26/10/2009 14:38:51 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES


               L A M P E J O      

Autor: josé mauro candido mendes


      “O dia, por nascer (arromba)
               o hímen das madrugadas.”
                  Alba, de Gabriel Nascente



Vislumbrei um nascente,
   Entreluzindo o sol
      Pranteou o horizonte,
   Não conteve.
      Com sua força pujante
      Rasgou o firmamento

   Por entre nuvens se refugia,
      Com sua grandeza
            Ressurge lampejante

   Longínquo mas não menos brilhante

      Clareia a terra
      Projetando fertilidade no ecossistema
         da produtividade.
           
Ali, o homem sacia a humanidade.






 
26/10/2009 14:31:33 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES


         O PÉ DE JATOBÁ

   Autor :    José Mauro Cândido Mendes


Eis que na exuberância das matas,
Surge entre tantas existentes – o Jatobá
Árvore majestosa, fascinante,
Da rica biodiversidade do cerrado.
Destaca-se no ecossistema esmeraldino
Exibe-se frondosa sua copa sombreada.
No capricho da natureza,
No seu lenho em cerne o homem golpeia,
No talho desponta na madeira – a escultura,
Forma lavrada de sua criação.
Doce vigília, a arrastar bando de aves e pássaros
Em revoada ao seu fruto degustar.
E... do rancho se espreita:
O bailar de suas folhagens
O crepitar de seus galhos
O ecoar dos ventos quentes e secos que sopram por lá.
No rosário da chuva que se precipita
E no clarear dos relâmpagos sobre o Jatobá
Formam-se espetáculos suspensos no ar
E nas noites escuras sem lua no céu
Lá esta ele: sentinela dos pirilampos.
No clarão da lua cheia e no cintilar das estrelas
A luzirem incessantes
O colossal Jatobá adormece
Sob o imenso firmamento
           
Fazenda Taça de Pedra ,
   Caiapônia    Jan/2008






 
26/10/2009 00:10:13 :: Clevgospel


POESIA DA ALEGRIA
NA CALADA DA NOITE
MORCEGOS VOANDO
OS GRITOS DOS GRILOS
VAGALUMES CLAREANDO
GAMBIARRAS DE PIRIMLAMPOS
SERENO EM ORVALHOS
LUA CHEIA LÁ NO ALTO
AS ESTRELAS E OS ASTROS
OS COAXOS DOS SAPOS
AS CORUJAS NOS MATOS
BOEMIAS,SERENATAS E SERESTAS...
VIOLÕES FAZEM FESTAS:
-Alguma coisa acontece
no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga
e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui
eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas...
-Estava mais angustiado que um
goleiro na hora do gol
Quando você entrou em mim
como um Sol no quintal
Aí um analista amigo meu
disse que desse jeito
Não vou ser feliz direito
Porque o amor é uma coisa
mais profunda que
um encontro casual...
DO OUTRO LADO:
OS SILÊNCIOS NOS QUARTOS
MADRUGADA E OS SONOS
PESADÊLOS OU SONHOS
O AMOR E O SEXO
NOS CASAIS SE COMPLETAM
ALVORADA CHEGOU
PÁSSAROS CANTOU
LINDO SOL CLAREOU
MAIS UM DIA NA TERRA...
MAIS UM DIA DE POESIA!
MAIS UM DIA DE ALEGRIA!
BOM DIA MEU VIZINHO!
BOM DIA MINHA VIZINHA!
SÓ ALEGRIA!...
VOU TERMINAR MINHA POESIA...
SÓ FALANDO DE ALEGRIA...
NÃO ME ATREVO IR MAIS LINHAS...
LÁ NA FRENTE TEM MUITAS SINFONIAS...
QUE NÃO SÓ CANTA O SOFRÊ...
NÃO só CANTA O CANÁRIO!...
NÃO SÓ CANTA O CURIÓ!...
TEM O GRITO DA ARAPONGA...
TEM TAMBÉM DO GAVIÃO...
FICANDO O CLIMA SELVAGEM...
QUEBRANDO AS CORDAS DO MEU VIOLÃO!
LÁ É SÓ ROCK DAS PAULEIRAS...
MOSTRANDO O OUTRO LADO DA VIDA
COMO NO AGRESTE DAS SÊCAS!
E O REGGAE NA MANHA...
ARRANCANDO MUITA TEIA DE ARANHA!
MAS VAMOS FICAR NA ALEGRIA!
VAMOS FICAR NO BOM DIA!...
BOM DIA MEU VIZINHO!...
BOM DIA MINHA VIZINHA!...
SÓ ALEGRIA!...


 
25/10/2009 22:59:58 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES



                        V E N U S

                                                   Autor: José Mauro Cândido Mendes


Vênus venha,
Deusa da formosura!
Oh, seduz o seu Netuno
Façamos loucura de amor
Toque seus lábios nos meus
Sele sua boca em minha boca
O seu corpo queima minha pele
Afaga-me em delírios
Seu suor me fascina e
o seu cheiro embriaga-me
O toque dos seus seios em meu tórax
Excita-me, deixa-me em êxtase...
O meu sexo extrapola o meu corpo
Embrenha-se pelas suas coxas roliças
Abriga-se no ninho do prazer
Em movimentos suave-alucinantes
Acoplamos-nos sem resistência
E amamos sem pudor...



           
 
25/10/2009 22:53:00 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES


M U N D O    N A T U R E Z A
                       
         Autor José Mauro Cândido Mendes

Caminho que me fascina,
     
            Caminhando.

      Na exuberância do cerrado,

            Pelo leito    deslanchando.

Araguaia que me fascina,

            Navegando.

               No encanto de suas águas

                        Pelo leito apreciando

Caminho que inspira a trilhar

            Caminho a me fascinar.

                     Entre aves, saltitando

               Emas e    seriemas, piando
                                         
                  E no turbilhão das águas...
               Encontros e desencontros
                        Entre peixes e barcos,

                     Em contrastes a navegar.

         Caminhos e águas, nos convidando

                  A admirar!

                                                   Maravilha de natureza
 
25/10/2009 22:45:39 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES


CASA DA FAZENDA         
                                      
                                                                  Dedicado ao companheiro
                                                                        Ciro José, homem simples
                                                                                 da Marcelânia.
                                   
                                                                                 Autor José Mauro Cândido Mendes


Tenho uma casa bem pequena
Cravada no pé da Serra
Sombreada por um Jatobá,
De um lado um Cajueiro
Na frente uma Goiabeira
De onde se avista toda a invernada.
Rumina gado no pasto
Relincha cavalo na baia
e o vento assovia
a fazer capim balançar
Bezerro chora no pasto
A procura    do leite amamentar
No inverno neblina na Serra
No verão    sinto o sol na Terra
Os dias por aqui são grandes
Não tendo pressa pra acabar
As noites chegam mansinhas
E escurecem num piscar
Tomo um gole com os amigos
Ouvindo    o Ciro a cantar
Relembrando saudosamente    sua Marcelânia
Que há tempos deixou    lá
Na escuridão do céu
Pirilampos luzem a bailar
Então o sono    de fininho
Vai nos embalar ...
Os pássaros anunciam
o raiar de um    novo dia
A labuta recomeça
sem ter hora    de findar...

 
25/10/2009 19:43:36 :: ELMIRA NUNES


A CURA
Num lampejo de consciência
um despertar, um instante de luz
e se cura a alma.
Como se abate,
assim se levanta.
Uma palavra, uma imagem
e de repente, consciente!
Ficou o vazio
a ser preenchido...
Com o bem, a vida!
Foi a dor! Veio a luz!
Sou um ser
além da vida,
além de mim.
Adiante, o futuro:
eterno, diamantino.
Acima do ser, do estar, do sentir,
descubro-me inatingível e serena.
 
25/10/2009 16:39:59 :: REGINA RAGAZZI



às vezes

Às vezes me sinto um pássaro,
de asas cortadas,
querendo voar,
mas sempre parado,
no mesmo lugar.

Às vezes sou estrela apagada,
sem brilho,
sem nada,
tristonha, dispersa,
em meio ao luar.

Às vezes caminho sem rumo,
procurando um canto,
pra me aconchegar.

Só encontro o frio cortante,
na estrada da vida
a me congelar.

regina ragazzi
 
25/10/2009 16:24:50 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA


O amor é feito autêntico de fantasia:
Quanto mais concordamos, mais nos contraria.
Se eu puder entendê-lo, se eu puder um dia,
Vou entregar-me mais, bem mais, sem fantasia.

Hoje eu vivo tão só e sinto muito frio.
Amanhã, certamente, como que num rio,
Eu vou deixar fluir e preencher meu vazio,
Até que, no horizonte, compareça o estio...

E quando aparecer (já não importa a idade),
Nessa hora vou viver sem nódoa de saudade,
Na espera de que o tempo (na rara unidade),
Una meu coração à tal felicidade!
 

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.